domingo, 2 de setembro de 2012

A poesia de Renato Teixeira e Almir Sater

A perfeita parceria de Renato Teixeira e Almir Sater concretizam, na letra da música Tocando em Frente, a descoberta de valores e estilos de se levar a vida sempre em frente, tocando pra frente, mas de uma maneira simples e bucólica diante dos atropelos cotidianos que a vida nos impõe.
Almir e Renato
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TOCANDO EM FRENTE
Renato Teixeira e Almir Sater
Ando devagar por que já tive pressa
E levo esse sorriso por que já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe,
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Nada sei.
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou.
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir.
Todo mundo ama um dia todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir.
Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz.
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir.
(Colaboração enviada pelo poeta Paulo Peres – site Poemas & Canções)

Na política brasileira, nada vai mudar, a não ser as moscas




Martim Bertho Fuchs

Já tenho dito que o projeto do PT foi soterrado pelo muro de Berlim em 1989. Hoje, vou adiante. Nunca tiveram um projeto de país. Os 10 anos em que se encontram com o Poder total nas mãos vêm demonstrando que administram os problemas à medida que aparecem, e são eles mesmos que criam a maior parte deles. Não há planejamento.

Com as nomeações políticas que fazem para os Ministérios, para satisfazer a “base enliada”, se torna muito difícil para a presidente Dilma contar com apoio por este lado. E se ainda levarmos em conta que muitos dos seus auxiliares de maior expressão são uma herança incômoda do seu mentor, que administrativamente falando foi um ótimo turista, a presidente se reelegerá e nos imporá esse “modus operandi” por mais um mandato. Portanto, teremos ainda seis anos pela frente com administração sala/cozinha e refém de um sindicalismo pelego que tomou conta de todas áreas da “administração” pública.
As realizações nos últimos 18 anos (8+10) são virtuais, pois existem apenas na publicidade. Cada vez que o governante é cobrado pela oposição, ele encomenda uma campanha milionária na mídia para contradizer as acusações. São as grandes “realizações” desde então, mesmo que realizá-las é impossível, pois a arrecadação é utilizada “para outros fins”.
Por outro lado, a que se propõe a oposição, além de participar do fausto e das benesses da Corte e a participar dos horários eleitorais nem tão gratuitos assim ??? Que eu saiba, a nada, salvo a tentar substituir os atuais ocupantes do palácio na posse da chave do cofre. Ou seja, se o imenso Poder injustamente conferido à esses meliantes trocasse de mãos, indo para a gang do PSDB/DEM (ainda existe?), nada, absolutamente nada mudaria, a não ser as moscas.Tribuna da Internet )

Gurgel diz que condenações do mensalão derrubam tese de que acusação era delírio



Débora Zampier e Luana Lourenço (Agência Brasil) 

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse que as primeiras condenações na Ação Penal 470, conhecida como o processo do mensalão, são a prova de que o Ministério Público Federal (MPF) fez um trabalho bem feito, embasado em provas concretas.
“Nós temos ainda um longo caminho pela frente no julgamento, mas as primeiras condenações são muito importantes, porque demonstram que a acusação apresentada pelo Ministério Público está longe de ser o delírio que a defesa concebeu”, disse o procurador.

Na semana passada. o Supremo encerrou a primeira parte do julgamento sobre as acusações de desvio de dinheiro na Câmara dos Deputados e no Banco do Brasil. Todos os réus dessa etapa foram condenados por crimes de corrupção e peculato, com exceção do ex-ministro da Comunicação Social da Presidência da República, Luiz Gushiken.
Perguntado sobre o risco de empate com a saída do ministro Cezar Peluso, que se aposentou sexta-feira, o procurador disse que a possibilidade é pequena caso os placares da primeira parte se repitam. “Ficamos muito longe de qualquer empate, foi diferença bem significativa. Esperamos que continue assim até o final do julgamento”, disse.
Para o procurador, caso o Tribunal acolha sugestão apresentada pelo ex-ministro Cezar Peluso e determine a perda de cargo do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), o assunto deve passar antes pela Câmara dos Deputados. “A Constituição prevê um procedimento pela Mesa [diretora], que tem que verificar algumas formalidades, mas a decisão judicial terá que ser cumprida”.
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MISSÃO CUMPRIDA
Responsável por apresentar a denúncia do chamado mensalão ao STF, em 2006, o ex-procurador-geral Antonio Fernando de Souza se disse satisfeito com os resultados obtidos até agora.
“Eu fico confortável de que a atuação do MPF, naquela oportunidade, foi correta e era provida de elementos que sustentam a denúncia”, disse.

A jaula, para os animais



Carlos Chagas

Novidade, não é. A coincidência verifica-se apenas porque, de uns dias para cá, responsáveis pelas vítimas decidiram-se a denunciar os hediondos crimes de estupro contra menores, algumas até de nove anos de idade. Uma estatística choca mais do que outras: 43% dos abortos legais praticados em hospitais públicos envolvem meninas com menos de doze anos.

Como regra, os estupros são praticados dentro de casa, por pais, padrastos e familiares das vítimas, geralmente sob a complacência ou a inação das mães.
Fazer o quê com esses animais? No mínimo, enjaulá-los pelo resto da vida, jamais deixar que, como outros criminosos, fiquem em liberdade enquanto não tiverem concluídos os processos contra eles, sem sentença definitiva, como decidiu o Supremo Tribunal Federal. Ou, mesmo no caso de decretada sua prisão temporária ou preventiva, impedir que sejam alimentados pelo poder público à espera de condenações que em poucos anos os devolverão às ruas, para novos estupros.
Faz pouco os presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Marco Maia, reuniram-se para examinar a pauta dos trabalhos do Congresso neste segundo semestre. Terão abordado a necessidade de imediata revisão nas leis penais para interromper o fluxo desse esgoto que nos envergonha,inclusive porque uma comissão acaba de preparar esboço de revisão do Código Penal. Como extinguir a legislação elaborada para beneficiar bandidos, seja com dezenas de recursos protelatórios, seja com benesses que reduzem penas e permitem a devolução dos animais à sociedade em poucos anos?
Estuprador merece prisão perpétua, para dizer o mínimo, mas, senão isso, pelo menos trinta anos de reclusão sem direito a qualquer benefício seriam de justiça. Nem livramento condicional nem redução por bom comportamento, muito menos prisão albergue, saídas pelo Natal ou sucedâneos. No mínimo, vale repetir, porque, em países como a China, é tiro na nuca depois de processos sumários.
O Brasil real, dos estupros e demais crimes hediondos, parece situado a centenas de quilômetros além de Brasília, não obstante acontecerem também por aqui. Encontram-se blindados os presidentes do Senado e da Câmara, assim como seus subordinados. Nem se fala do presidente da República e seus ministros. Apenas como folclore registra-se que anos atrás a então presidente do Supremo Tribunal Federal, Ellen Gracie, foi assaltada na Linha Vermelha, no Rio. Seria necessário que os donos do poder deixassem as regalias do Brasil formal para fazer valer a importância dos direitos humanos. Direitos humanos? Claro, a que fazem jus quantos são assaltados, assassinados e estuprados…  Tribuna da Internet )

Filme 'Mercenários 2' estreia no Brasil

 

 


Índios tentam conseguir apoio do Supremo contra a portaria que impede a independência das nações indígenas



Carlos Newton

Indígenas e representantes de organizações indigenistas estiveram com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, e garantem ter conseguido o apoio dele contra a polêmica Portaria 303, editada pela Advogacia-Geral da União (AGU) e que entraria em vigor dia 19, mas será novamente adiada.


Fogueira diante do Supremo


O índios e os representantes das ONGs anunciaram que Britto teria afirmado que as 19 condicionantes estabelecidas pelo Supremo, em 2009, para aprovar a manutenção da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol em terras contínuas, não se aplicam compulsoriamente a outros processos demarcatórios.
Segundo as fontes ouvidas pela Agência Brasil, Britto disse ter ficado surpreso com a interpretação da Advocacia-Geral da União a respeito da decisão dos ministros no julgamento do processo envolvendo a Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Com o declarado objetivo de ajustar a atuação dos advogados públicos à decisão do STF, a AGU publicou, no dia 17 de julho, a portaria 303, que automaticamente estende para todos os demais processos de demarcação de terras indígenas a obrigatoriedade de atender às 19 condicionantes.
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REAIS INTENÇÕES
Os índios e as ONGs estão vendendo esse peixe das 19 condiconantes e muita gente compra. Em nenhum momento da reunião, eles explicaram ao presidente do Supremo o real motivo da campanha contra a portaria 303. A estratégia é não citar a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, aprovada pela ONU em 2007, e tentar torpedear a portaria apenas pelo aspecto formal das 19 condicionantes da reserva Raposa Terra do Sol.
A Agência Brasil tentou confirmar as informações com Ayres Britto, mas, segundo a assessoria do STF, ele só irá se manifestar sobre o tema após se reunir com o advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, que então poderá alertar o presidente do Supremo sobre as reais intenções dos índios e das ONGs a eles ligadas.
Conforme já explicamos aqui no Blog, na prática a portaria proíbe a ampliação de áreas indígenas já demarcadas e a venda ou arrendamento de qualquer parte desses territórios, se isso significar a restrição do pleno usufruto e a posse direta da área pelas comunidades indígenas. A norma também proíbe o garimpo, a mineração e o aproveitamento hídrico da terra pelos índios, além de impedir a cobrança, pela comunidade indígena, de qualquer taxa ou exigência para utilização de estradas, linhas de transmissão e outros equipamentos de serviço público que estejam dentro das áreas demarcadas.
Traduzindo tudo isso: a portaria sepulta os sonhos de o Brasil adotar a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, aprovada em 2007 pela ONU e que reconhece a autonomia política, econômica, territorial e cultural das nações indígenas, dando-lhes condições de serem consideradas como países independentes.
O instrumento foi aprovado com 143 países, havendo 11 abstenções e quatro votos contra – Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia e Austrália. A Colômbia foi o único país ibero-americano que não votou a favor, se abstendo.
Depois de ter assinado a Declaração, em 2007, o governo brasileiro notou ter cometido um grave erro e não enviou ao Congresso o tratado, para ratificação. Por isso, até agora o acordo da ONU não entrou em vigor no Brasil.  E os índios e as ONGs agora querem forçar o governo a aceitar os termos da Declaração, e o primeiro passo é revogar a portaria.Tribuna da Internet  _)

Secretario de Roseana critica administração de Socorro Waquim


Imagem: Assessoria de ComunicaçãoSecretário Cláudio Trinchão, Alexandre Almeida e Irmão Neto(Imagem:Assessoria de Comunicação)Secretário Cláudio Trinchão, Alexandre Almeida e Irmão Neto 
 “Vindo para cá, eu percebi que o descaso da prefeitura com essa cidade continua”. Com essas palavras o secretário estadual de Fazenda, Cláudio Trinchão, iniciou o seu discurso para mais de cinco mil pessoas na noite desta sexta-feira (31) no terceiro comício da coligação “Timon é daqui pra frente”, realizado no Conjunto Boa Vista. O secretário destacou que tem uma relação de trabalho muito antiga com Timon e que os problemas que ele via no passado são os mesmos identificados hoje.
Imagem: Assessoria de ComunicaçãoSecretário de Estado da Fazenda, Cláudio Trinchão e o candidato a prefeito Alexandre Almeida(Imagem:Assessoria de Comunicação)Secretário de Estado da Fazenda, Cláudio Trinchão e o candidato a prefeito Alexandre Almeida 
“Passei hoje pela rodoviária e vi que é a mesma rodoviária que eu conheço há mais de 15 anos, completamente abandonada. Aquilo ali é o cartão postal de Timon? Nós temos que mudar isso e o momento é agora”, pontuou. Cláudio Trinchão destacou que a obra de referência que Timon tem hoje é a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que é resultado do trabalho de Alexandre Almeida, como deputado estadual.
Outro ponto que o secretário ressaltou foi a possibilidade de implantação de um distrito industrial em Timon. “Alexandre já trabalha comigo há mais de um ano para viabilizar um distrito industrial para Timon e sabem o que isso significa? Emprego para vocês. Há muito tempo que estamos trabalhando para garantir a vinda de empreendimentos, empresas, indústrias e distribuidores aqui para a cidade de Timon, o que vai trazer o desenvolvimento para a cidade”, informou.
Trinchão também lembrou que Alexandre Almeida trabalhou para viabilizar a aprovação, na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, do projeto que incentiva o esporte e a cultura através de benefícios concedidos por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Com esse projeto é possível, é viável trazer quadras esportivas, empreendimentos da área esportiva para cá, viabilizar grupos culturais, entre outras ações”, pontuou.
O secretário ainda ressaltou que Timon tem o destino de ser grande, desenvolvida, bastando para isso, que a população faça a escolha certa. “Não podemos permitir a continuidade do descaso, da má administração, da má gestão. O futuro de Timon é ser uma cidade evoluída, industrializada, uma cidade grande, uma cidade boa para se morar. O destino de Timon é ser uma cidade de primeiro mundo, ter um prefeito de primeira linha. O destino de Timon é ter Alexandre como prefeito”, finalizou.     
Alexandre anuncia novo vice e lembra condenação de prefeita e ex-prefeito de Timon
Foi à frente de mais de cinco mil pessoas, participantes do comício realizado pela coligação “Timon é daqui pra frente”, no Conjunto Boa Vista, que o candidato a prefeito de Timon, Alexandre Almeida (PSD), anunciou o nome de seu novo companheiro de chapa, Irmão Neto (PSC).
A escolha foi realizada em conjunto com os presidentes dos partidos coligados e com a professora Uerly Queiroz. De acordo com Alexandre Almeida a escolha de Irmão Neto se deu por conta das suas qualidades de homem honrado, humilde, trabalhador e que não veio de nenhum dos grupos que representam o atraso no município de Timon.
O candidato Alexandre Almeida lembrou, durante o seu comício, que nesta sexta-feira (31) o Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão condenou a atual prefeita de Timon, Socorro Waquim, e o ex-prefeito, Chico Leitoa, pela prática de atos de improbidade administrativa. “O que eles vão dizer agora para a população de Timon? O nosso compromisso é fazer uma campanha mostrando as verdades, mas apontando as soluções para os problemas que a cidade vive hoje”, destacou.
Imagem: Assessoria de ComunicaçãoMultidão aplaude Alexandre Almeida(Imagem:Assessoria de Comunicação)Multidão aplaude Alexandre Almeida 
 Imagem: Assessoria de Comunicação
Multidão no comício do Conjunto Boa Vista(Imagem:Assessoria de Comunicação)Multidão no comício do Conjunto Boa Vista 
Imagem: Assessoria de ComunicaçãoPalanque do candidato a prefeito Alexandre Almeida(Imagem:Assessoria de Comunicação)Palanque do candidato a prefeito Alexandre Almeida 
Imagem: Assessoria de ComunicaçãoMilhares de pessoas foram as propostas de Alexandre Almeida(Imagem:Assessoria de Comunicação)Milhares de pessoas foram as propostas de Alexandre Almeida