sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Essa mineirinha é demais, sô

 

 

 
 

Cria de Matias Barbosa, a Yane Alves veio ao Rio para estudar e trabalhar
 
Essa mineirinha é demais, sô. Cria de Matias Barbosa, a Yane Alves veio ao Rio para estudar e trabalhar. Ela está na faculdade de Gestão de Recursos Humanos e trabalha como modelo. O time dela é o Fogão. Gatas, mandem foto, com telefone, para agatadahora@meiahora.com.

Tráfico executa cinco e ainda manda bilhete

 

 

 
 

Dois dos corpos desovados perto da Mangueira são de suspeitos de assassinar adolescente
Os corpos de cinco homens foram encontrados dentro de um carro, abandonado no Largo do Pedregulho, perto de um acesso ao Morro da Mangueira, Zona Norte do Rio, na manhã de ontem. Para a Divisão de Homicídios, o grupo foi executado por traficantes da facção que eles próprios integravam, o Terceiro Comando Puro. O motivo seria a indignação dos chefes do pó do Morro da Serrinha, em Madureira, com a morte de Caio Martins Ferreira, de 17 anos, assassinado a tiros na noite de terça-feira, na Mangueira, durante jogo de futebol.
Dentro do Siena estavam Arthur da Silva, o Mano A, e Jorge Augusto Ribeiro Júnior, o Gugu, cujos mandados de prisão pelo assassinato de Caio haviam sido expedidos na noite de quarta-feira. Junto aos corpos foi encontrado um bilhete com o aviso: ‘Vida paga com vida. Não aceitamos covardia. Matou inocente, morreu'.
A lista de acusados pela morte de Caio inclui ainda Ederson Figueiros, o Sobel, e um traficante identificado como Biruleide, ainda foragidos. Segundo policiais, todos seriam ex-integrantes do Comando Vermelho (CV) e teriam ligação com Francisco Paulo Testas Monteiro, o Tuchinha, ex-chefe do tráfico na Mangueira morto há cerca de dois meses, quando trabalhava no AfroReggae e estaria afastado do mundo do crime. Em 2011, quando foi implantada uma Unidade de Polícia Pacificadora no morro, Sobel e Biruleide teriam se aliado ao TCP na Serrinha.

PSDB pede ao TSE auditoria no resultado da eleição

 

 

Medida é para apurar eventuais fraudes

O Dia/RJ
Brasília - Quatro dias depois da reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), o PSDB entrou ontem no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de “auditoria especial” no resultado das eleições.

Assinada pelo coordenador Jurídico Nacional do PSDB, o deputado Carlos Sampaio (SP), a ação pede que seja autorizada a criação de uma comissão de técnicos indicados por partidos políticos para a fiscalização dos sistemas de todo o processo eleitoral.
Para o PSDB, depois de anunciada a vitória da petista, surgiu “uma somatória de denúncias e desconfianças por parte da população brasileira”.

Sampaio afirma que não se trata de recontagem de votos, mas de medida para evitar teorias de que houve fraude e que coloquem em xeque a postura da Justiça Eleitoral.

“Nas redes sociais os cidadãos brasileiros vêm expressando, de forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado”, diz o texto.
LULA ATACA VEJA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou a revista ‘Veja’ da semana passada como “um panfleto da campanha de Aécio”. Na edição, divulgada dois dias antes da eleição, foram publicadas supostas declarações do doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal.
Ele teria dito que Lula e a presidenta Dilma Rousseff (PT) sabiam do esquema de corrupção na Petrobras. “A ‘Veja’ se definiu ideologicamente há muito tempo. Ela odeia o PT, odeia os governos do PT”, disse o ex-presidente em vídeo divulgado ontem pelo Instituto Lula.

Mulher com cancer adia data de suicidio

O caso da jovem teve grande repercussão midiática nos EUA e trouxe novamente o debate sobre o suicídio assistido no país

EFE
EUA - Brittany Maynard, a jovem americana com câncer terminal que comoveu os Estados Unidos ao anunciar que tinha planejado sua morte para o dia 1º de novembro, afirmou nesta quinta-feira que decidiu adiar seu suicídio assistido para poder passar mais tempo com seus entes queridos.
"Ainda me sinto bem o suficiente, ainda tenho alegria suficiente, ainda dou risadas e sorrio ao lado de minha família e meus amigos, portanto, acho que este não é o momento adequado", explicou Brittany em um vídeo divulgado na Internet.
No entanto, a jovem disse que o dia de seu suicídio assistido chegará porque, a cada semana que passa, sente que sua saúde está se deteriorando.
Brittany Maynard, que tem um câncer no cérebro, decidiu se mudar para Oregon e cometer suicídio assisitido
Foto:  Reprodução Youtube
O caso da jovem, de 29 anos, teve grande repercussão midiática nos Estados Unidos e trouxe novamente à tona o debate sobre o suicídio assistido no país. Essa prática só é considerada legal em cinco estados dos EUA, por isso a jovem, que reside em Oakland (Califórnia), se mudou junto com sua família para o estado do Oregon, que permite o suicídio assistido.
Além disso, Brittany criou um fundo com seu nome com o objetivo de promover o "direito a uma morte digna" em todo o país.
"Fico sentida quando as pessoas me criticam porque não vou esperar mais tempo ou porque não sigo o que eles decidiram que é o melhor para mim. Porque eu me arrisco a cada dia, a cada dia de manhã quando acordo", disse a jovem.
Em janeiro, pouco mais de um ano após ter se casado, Brittany procurou um médico porque sentia fortes dores de cabeça. Os exames revelaram que a enxaqueca era decorrente de um grave tumor cerebral.
O câncer avançou rapidamente e os especialistas informaram à jovem que só lhe restavam poucos meses de vida. Além disso, explicaram a Brittany que o desenvolvimento da doença lhe causaria muito sofrimento e dor antes de acabar com sua vida.
Diante desse cenário, a jovem decidiu se mudar, junto com sua família, para o Oregon, onde a lei estadual permite que Brittany tenha acesso a um medicamento que acabe com sua vida sem causar dor. Apenas os estados de Oregon, Washington, Montana, Novo México e Vermont permitem essa prática nos Estados Unidos.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Geisy arruda fala sobre sexo em locais inusitados e revela: "se me bater, apaixono"

 

 

Loira disse ainda que não gosta de transar na cama
 
 
Sempre polêmica, Geisy Arruda não tem problemas em conversar quando o assunto é sexo. A loira, que posou para um ensaio sensual na última semana, revelou que já transou em alguns lugares inusitados e admitiu não gostar de manter relações na cama.

"Já transei na praia, dentro do carro, na escada do prédio, na piscina, no mar, em camarote na balada. Não gosto de cama, acho que é bom só quando você tem muito tempo de relacionamento. Prefiro sempre lugares mais inusitados. Todos os caras com quem transei pela primeira vez em lugares diferentes viraram namorados. Eles gostam", afirma.
A ex-estudante revelou ainda que tem uma queda por sexo selvagem. "Gosto dessa coisa do cara dizer 'quem manda sou eu', do macho alfa, de ser passiva. Acho que um tapinha, uma marquinha e um puxão de cabelo na hora do sexo são ótimos. Apanhar assim é bom. Costumo dizer que se me bater, eu me apaixono", brinca.
Com uma silhueta mais enxuta, Geisy participa do programa Efeito Sanfona, da Rede Record e perdeu quase 7 kg.

Revista divulga foto da companheira de Suzane Von Richthofen; veja

 

 

Sandra Regina Gomes foi condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro e assassinato do menor Talisson Vinicius da Silva Castro, de 14 anos
 
 
A revista Marie Claire divulgou nesta quarta-feira (29), a primeira foto de Sandra Regina Ruiz Gomes, de 31 anos, companheira de Suzane Von Richthofen. Na imagem, Sandra aparece vestida com um smoking para o concurso Miss Primavera 2014 do presídio de Tremembé.
De acordo com uma matéria publicada pela Folha de São Paulo nesta quarta, Sandrão, como é conhecida no local, foi presa por ter participado do sequestro e assassinato de um garoto em Mogi das Cruzes, em São Paulo, junto a três homens, em outubro de 2003.
Sandra Regina Gomes foi condenada a 27 anos de prisão por sequestro e assassinato
A vítima foi o vizinho da própria Sandra, Talisson Vinicius da Silva Castro, de 14 anos. Segundo investigação da polícia e do Ministério Público, Sandra era a responsável por fazer ligações ameaçadoras à família, pedindo um resgate de R$ 40 mil, que acabou sendo reduzido para R$ 3 mil.
No entanto, quando a família efetuou o pagamento, o menino já estava morto com um tiro na cabeça. O corpo foi encontrado um dia depois do depósito em um terreno baldio, amordaçado com uma "echarpe feminina", que a polícia acredita ser da companheira de Suzane, e amarrado pelos punhos e tornozelos com cadarços, além de um saco plástico preto encobrindo sua cabeça.
Quando condenada, Sandra pegou 27 anos de prisão, pena que posteriormente foi reduzida para 24 anos. No entanto, em 2011, no Centro de ressocialização de São José dos Campos-SP, Sandra agrediu um agente penitenciário e acabou sendo condenada a três meses e 15 dias de detenção.
No mesmo mês, a sequestradora, que tem fama de ser barra pesada, foi transferida para a penitenciária de Tremembé, onde está atualmente. 
Fraque e gravata borboleta
Suzane oficializou o relacionamento com Sandra e as duas estão morando juntas na cela das casadas, com mais oito casais. Apesar do histórico, Sandrão participa de eventos organizados para as detentas, como um concurso de beleza das presidiárias, onde ajuda a conduzir as candidatas pela passarela como mestre de cerimônia. Nestes eventos, utiliza traje à rigor com direito a gravata borboleta.
Ela se veste como homem no cotidiano. Até o começo deste ano, a sequestradora era companheira de Elize Matunaga, de 32 anos, condenada pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, de 41, em junho de 2012. Brigas e traições são proibidas para os casais na unidade de detenção.

Empresário que deu calote em noivas baianas é preso em hospital

 

As noivas ludibriadas por Anderson comemoraram a prisão. Há relatos de golpes de até R$ 18 mil praticados por Anderson
Alexandre Lyrio/(Ibahia)
 

O homem que se tornou especialista em pôr fim aos sonhos das pessoas, finalmente vive o pesadelo de estar preso. O empresário Roque Anderson Andrade de Souza, 35 anos, acusado de dar calotes em dezenas de noivas de Salvador, foi finalmente encontrado pela polícia um ano e nove meses depois de o CORREIO denunciar seus golpes.
Anderson: dono de cerimonial
(Foto: Reprodução)
Detido pela polícia de Natal, no Rio Grande do Norte, o dono da Anderson Andrade Cerimonial responde a diversos processos por desrespeitar contratos, adulterar datas de cheques, debitar quantias indevidamente e dar calotes até em doceiras e garçons.
O estelionatário simplesmente desaparecia com o dinheiro de vários de seus clientes e fornecedores antes da realização dos eventos.
Anderson Andrade estava foragido da Justiça desde o início de 2013, quando foi expedido um mandado de prisão pela 5ª Vara Criminal de Salvador.
Na semana passada, segundo o titular da Delegacia de Furtos e Roubos (Defur) de Natal, Herlanio Cruz, Anderson teve um problema de saúde e foi parar no Hospital Walfredo Gurgel, unidade pública da capital potiguar.
Uma denúncia anônima chegou aos policiais da Defur, que confirmaram a existência do mandado.
Anderson recebeu voz de prisão dentro do hospital. O delegado ainda desconhece o motivo da internação do empresário, mas noivas que foram vítimas dos golpes receberam a informação de que ele sofreu um acidente de moto.
“Tivemos a informação quatro dias antes, mas respeitamos o período eleitoral. Ficamos monitorando ele até ontem (segunda) e o prendemos”, contou o delegado.
Anderson deve ser transferido para Salvador assim que tiver alta. Enquanto isso, engana até os funcionários do hospital. “Todos adoram ele lá. Distribui chocolate para as enfermeiras e ganha todo mundo na conversa. Coisa de estelionatário”, disse o delegado.
Shopping onde ficava o escritório de Anderson Andrade, na Pituba. Sala foi esvaziada em plena madrugada
As noivas ludibriadas por Anderson comemoraram a prisão. Mas não acreditam que possam reaver as quantias. “Já perdi a esperança de ter esse dinheiro de volta”, lamentou a enfermeira Ticiana Almeida, 30, que conseguiu se casar em dezembro de 2012 mesmo com um prejuízo de R$ 6,8 mil.
Há relatos de golpes de até R$ 18 mil, como o do último casamento que seria realizado pelo cerimonial de Anderson. “Chegamos a avisar a noiva, mas ela não acreditou. Casou com o prejuízo, mas à base de remédios”, disse a bancária Taiana Burgos, que se casou depois de levar um golpe de R$ 3,7 mil e ganhar uma causa de R$ 12 mil contra o empresário.
“Mas acho que nunca vou ver esse dinheiro”. Donas do imóvel onde funcionava o escritório do cerimonial, na Pituba, tiveram prejuízos de R$ 10 mil, com aluguéis, condomínio e IPTUs.