segunda-feira, 18 de maio de 2015

Deputado e vereadores repudiam pronunciamento de Alexandre Almeida

O embate do deputado Alexandre Almeida (PTN) com o deputado estadual Rafael Leitoa (PDT) ocorrido na última terça-feira (12) na assembleia legislativa do Maranhão ganhou repercussão no estado do Mato Grosso do Sul. No debate , Alexandre Almeida atacou a concessão do sistema de abastecimento dágua de Timon para a empresa Aegea através da Águas de Timon. Rafael Leitoa defendeu concessão dizendo que a empresa tinha experiência sendo bem sucedida com esse serviço em várias cidades do Brasil, incluindo Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Quando foi rebater ao colega, Alexandre disse que Campo Grande era “uma capital tão pequena que não tem nem expressão”.

Em tempos de internet e velocidade rápida da informação, a declaração infeliz do timonense logo chegou ao conhecimento da classe política sul-mato-grossense que ficou indignada com o deputado maranhense. Vários sul-mato-grossenses também comentaram nas redes sociais a declaração do parlamentar maranhense.

"É um desrespeito ao Estado. Antes de falar asneira , tem que avaliar”, reagiu ainda na sessão de ontem (13) na assembléia do Mato Grosso do Sul o deputado Angelo Guerreiro, do PSDB  (foto ao lado).

Nesta quinta-feira o mesmo deputado sul-mato-grossense apresentou uma Moção de Repúdio ao deputado timonense que foi aprovada por unanimidade na assembléia daquele estado.

A Câmara Municipal de Campo Grande também aprovou a mesma Moção de Repúdio ao deputado timonense em sessão desta quinta, tendo repercussão em matéria publicada no site da casa.

Alexandre teria se colocado a disposição para pedir desculpas

De acordo com o site Midiamax , de Campo Grande, o deputado Angelo Guerreiro informou que o colega parlamentar maranhense teria entrado em contato com o Legislativo de Mato Grosso do Sul para pedir desculpas, dispondo-se até a fazê-lo e pessoalmente.Mas, não foi o suficiente para desfazer o mal estar. “Se (o deputado) tivesse oficializado isso, quem sabe (o pedido de moção de repúdio) poderia ser retirado”, comentou o tucano.

Confira abaixo em dois links de sites de Campo Grande matérias sobre o assunto:

www.camara.ms.gov.br/

www.midiamax.com.br/politica/258800-maranhense-pede-desculpa-nao-escapa-mocao-repudio-assembleia.html

Themistocles quer cinco anos para o mandato de senador

O deputado federal Marcelo Castro, relator da reforma política, recuou da proposta de 10 anos para mandato de senador e voltou a propor a duração de 5 anos.

JOCIARA LUZ, DO GP1
 
 
Em entrevista ao GP1, o deputado estadual Themístocles Filho (PMDB) falou sobre o relatório da reforma política e sobre o recuo de Marcelo Castro, relator do reforma, que voltou a propor a duração de 5 anos para o mandato de senador e não mais de 10 anos.
Imagem: Lucas Dias/GP1Themistocles Filho, presidente da Alepi(Imagem:Lucas Dias/GP1)Themistocles Filho, presidente da Alepi
Themístocles afirmou que a proposta ainda deve ser votada na Comissão. “Ninguém sabe nem se vai ser aprovado [o relatório]. Eu acho que ele [Marcelo Castro] deve ter ouvido a maioria dos deputados”, disse o deputado.

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado ainda informou ser a favor de um mandato de senador com 5 anos de duração. “Acredito que esse mandato de 5 anos, com eleições iguais em todo o Brasil, é o ideal”, finalizou.

domingo, 17 de maio de 2015

As belezas das mulheres de Balsas

Garota Agrobalsas: A beleza da mulher balsense!!!




Maruchas!
Dizem que a junção de maranhense com gaúcho dá marucho!!!
Abaixo, as imagens da festa dessa noite na Agrobalsas, que trará um desfile com garotas da cidade.
Blog conseguiu flagrar o momento do ensaio onde algumas “maruchas” se arriscaram sair do stand vip cheio das beldades.
garota balsas
garota bs

Como os impostos prejudicam os pobres

 

 




Viver no Brasil atual está complicado. Cada vez mais o paquidérmico Estado pesa sobre o cidadão. Muitos fatores contribuem para tal afirmação: carga tributária altíssima, burocracia em doses cavalares, inflação em disparada, juros extorsivos, infraestrutura atrasadíssima e arcaica, leis trabalhistas que impedem a geração de empregos, corrupção e ineficiência de boa parte dos servidores públicos, protecionismo imbecil da fraquíssima indústria nacional e gestão infantil dos recursos públicos.
Todas essas coisas têm em comum dois aspectos: são geradas pelos governos e prejudicam a parcela mais pobre da sociedade. Mas nesse artigo irei tratar dos impostos, em especial.
Impostos são todas as tarifas cobradas pelo Estado em cima de produtos, serviços ou dinheiro recebidos por qualquer pessoa, com a intenção de uso para o bem comum. Moral da história: o governo toma parte do seu dinheiro para devolvê-lo em forma de serviços e benesses, que você poderia pagar se o governo não lhe tirasse.
O indivíduo trabalha 44 horas por semana sem alguma ajuda governamental. Todavia, quando você recebe seu salário, além do Estado levar uma parte do seu pagamento via INSS, FGTS, contribuição sindical e outros encargos, embute uma taxa abusiva no valor final de produtos e serviços, com a desculpa que o valor será utilizado para a manutenção de serviços como educação, saúde, manutenção de estradas, segurança, justiça e outros mais.
Nossos amigos socialistas irão questionar – mas e os pobres? Eles são isentos de Imposto de Renda e não podem pagar por serviços privados. Caro amigo, cerca de 40% de tudo que é ganho é perdido em taxas sobre consumo; mais 8% de FGTS descontados em contracheque que lhe são devolvidos em rendimento pífio em aplicação na Caixa Econômica Federal, e quando o governo bem entender.
Porém o nosso caro amigo retruca dizendo que o governo financia a habitação via FGTS, no programa Minha Casa, Minha Vida.  Então o nosso querido amigo acha totalmente correto o Estado decidir onde eu quero usar o meu dinheiro. E ainda temos o INSS, um sistema de pirâmide Ponzi onde o trabalhador participa independente da sua vontade. No final das contas, mesmo a camada mais humilde sendo isenta do Imposto de Renda, deixa cerca de 60% de seus vencimentos na mão do governo.
Para dar um exemplo: um trabalhador recebe R$ 1.500 por mês, e tem apenas R$ 600 disponíveis para sua utilização, pois o governo levou boa parte de seu salário via descontos em folha, tarifas sobre serviços e taxas sobre o consumo. Se não houvesse impostos, esse mesmo trabalhador teria mais R$ 900 disponíveis. Com esse valor a mais, ele poderia pagar um bom plano de saúde e uma escola/faculdade particular, mesmo nesse sistema atual em que vivemos. Que dirá em um ambiente de livre-concorrência, onde os preços tendem a cair.
Em um ambiente livre de encargos ou com impostos bastante reduzidos, o poder de compra do indivíduo tende a aumentar. Logo, diminuindo os índices de pobreza.
A desculpa para a cobrança de tributos é a promoção da igualdade social. Porém, aqui, no nosso país, como em outros países da América Latina e África, o tipo de tributo cobrado gera ainda mais desigualdade. Por aqui, a cobrança sobre o consumo representa 44% do total, enquanto as cobranças sobre renda e patrimônio somam 26% do bolo. Se tomarmos países que são considerados desenvolvidos como exemplo, veremos que acontece o inverso: a maior parte dos impostos é cobrada sobre renda e patrimônio e não sobre consumo. Nos Estados Unidos, cerca de 18% do total incide no consumo e 56% é sobre renda e patrimônio; no Canadá, 24% contra 57%; no Reino Unido, 30% x 50%.
Quando a instituição governamental cobra mais impostos no consumo que na renda e patrimônio, ela está prejudicando quem usa a maior parte do seu salário para fins de consumo. O indivíduo que ganha R$ 1.500, consome todo o seu dinheiro, não conseguindo poupar nada. Logo, ele é altamente tributado em todo o seu vencimento. O sujeito que ganha R$ 20.000 por mês, consome apenas uma parte do salário dele em consumo, poupando ou investindo a outra parte restante do seu vencimento. Portanto, a tributação mais alta incide sobre uma porcentagem menor de seu salário do que incide no salário do mais pobre. Isso favorece o acúmulo de capital por parte dos ricos e impede o pobre de acumular riquezas, visto que não conseguem poupar, aumentando cada vez mais o abismo social entre os pobres e a classe média, e entre a classe média e os ricos.
Os governos das nações em “desenvolvimento” alegam que este tipo de cobrança se dá, justamente, pelo fato da renda em seu país ser baixa, por isso, sobretaxando o consumo com o fim de arrecadar mais dinheiro. O que é um total absurdo! Em vez de reduzirem os gastos da máquina pública, para que não tenha a necessidade de uma arrecadação tão alta, preferem roubar os mais pobres. Evidente: políticos socialistas vivem da campanha da miséria; se ela acaba, morre junto com ela o político populista e demagógico.
O Estado toma o seu dinheiro para gerar mais pobreza e lhe tirar a opção de escolha. A solução para este problema é teoricamente simples, porém, de difícil execução num país onde a nossa classe política vislumbra os próximos  quatro anos ao invés de planejar as próximas quatro décadas. Precisamos urgentemente, diminuir o tamanho do Estado. Para que bancos estatais, como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banrisul, Banco do Nordeste e Banpará? Para que serviço de entrega de correspondências estatal, como os Correios? Para que empresas estatais de fornecimento de água como a CEDAE no Rio de Janeiro e a SABESP em São Paulo? Para que empresas estatais de  eletricidade como Eletrobras e CELG?
O Estado é comprovadamente um gestor menos eficiente que a iniciativa privada. Portanto, manter serviços sob gestão do Estado é impedir que os pobres tenham acesso à mesma qualidade de serviços que tem a classe média e a classe mais abastada. O caro amigo que defende o uso do Estado para a promoção do bem estar aos pobres, é responsável direto ou indireto pela péssima qualidade e pela ideologização do ensino público e tem as mãos sujas de sangue inocente dos que morrem todos os dias na fila do SUS. O caro amigo que defende uma solução à esquerda, inconscientemente ou não, não quer que o seu filho estude com o filho da empregada, ou não quer sentar-se ao lado do pedreiro na cadeira de um hospital.
O Estado promove segregação social e você é quem sustenta tal ideia. O socialista quer manter os mais humildes longe de seus hospitais caros e escolas bilíngues, quer mantê-los amontoados na favela, pois considera que viver em condições sub-humanas é algo bom, algo revolucionário, pitoresco, pauta de capitalização em campanhas políticas e ótima pauta para programas de televisão que defendem bandeiras progressistas, como o “Esquenta”, da  apresentadora Regina Casé, exibido na Rede Globo de Televisão. E, por fim, tiram as vagas dos pobres nas universidades públicas, que na teoria deveriam ser para quem não pode pagar. O socialista, este sim, não suporta pobres, muito menos o advento da mobilidade social.
AUTOR: Jefferson Viana
FONTE: Instituto Liberal

Propinas destinadas a Roseana e Lobão chegariam a 19 milhões

 

 



Jornal Pequeno – Chegariam a R$ 19 milhões as propinas destinadas à ex-governadora maranhense Roseana Sarney e ao senador Edison Lobão, ambos do PMDB, de acordo com as investigações da operação Lava Jato. O alto valor representa ainda um balanço parcial e crescente na soma atribuída ao grupo Sarney, desde o início das apurações de denúncia de desvio de dinheiro na Petrobras até hoje. Novas denúncias estão surgindo a partir de depoimentos e acusações de investigados pela Procuradoria Geral da República que usam o benefício da delação premiada.
Conforme as investigações, individualmente, a Lobão cabe explicar o recebimento de R$ 13 milhões: R$ 10 milhões da Camargo Corrêa, por conta de propinas pela construção da Usina de Belo Monte, em 2011; R$ 2 milhões em dinheiro, segundo acusação feita pelo ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, e R$ 1 milhão da UTC-Constran.
Nesta acusação feita esta semana pelo próprio dono da construtora, Ricardo Pessoa, o ex-ministro das Minas e Energia teria recebido dinheiro para facilitar, em 2011, a instalação da usina nuclear Angra 3, que desde 2008 buscava sem sucessos as licenças ambientais.
Roseana – Já a ex-governadora Roseana Sarney é acusada de receber, por meio de assessores pessoais, a quantia de R$ 6 milhões: R$ 3 milhões pagos pela mesma UTC/Constran de Ricardo Pessoa, beneficiada pela liberação do precatório no valor de R$ 120 milhões.
No pedido de investigação da Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-ministro de Minas e Energia, consta trecho da delação de Paulo Roberto Costa afirmando que metade da propina repassada pelo ex-diretor da Petrobras iria para a campanha eleitoral de Roseana, de 2010, e o restante para o próprio Lobão.
Pá de cal – Lobão e Roseana podem responder por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ambos provavelmente prestarão depoimento na próxima semana na sede da Polícia Federal em Brasília.
Os peemedebistas vêm adiando os depoimentos, e, sobretudo, tentando arquivar sem sucesso os inquéritos. Porém, o conjunto de acusações parte de vários lados; desde o doleiro e operador do esquema Alberto Youssef e o seu braço direito Rafael Ângulo Lopez ao ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Contudo, a pá de cal no caso veio esta semana, no depoimento do dono da UTC-Constran Ricardo Pessoa. Ele afirmou ter pago propina a Lobão. Pessoa é considerado o chefe do “clube vip” das construtoras.

Carros antigos desfilam em Teresia

Mostra faz um resgate da história do automóvel e alerta sobre os cuidados no trânsito

 Uma mostra de carros antigos reuniu diversos veículos clássicos, colecionadores e muitos curiosos que se impressionaram com as preciosidades em exposição no Mirante do Complexo da Ponte Estaiada, na manhã deste domingo (17).

Imagem: Nallyne Soares/ReproduçãoExposição de carros antigos(Imagem:Nallyne Soares/Reprodução)Exposição de carros antigos

A exposição faz parte da programação das ações do Departamento Estadual de Trânsito do Piauí (Detran-PI), em parceria com o Clube dos Carros Antigos de Teresina, em alusão ao Movimento Maio Amarelo.

Durante a mostra, os proprietários dos veículos explicaram aos visitantes detalhes dos carros como motor, curiosidades sobre a marca e orientaram sobre cuidados que se deve ter no trânsito para evitar acidentes, prezando pela integridade de todos e do automóvel.

"As estatísticas de acidentes são altas, diante disso, precisamos mostrar a sociedade que temos que conservar nossa integridade física e de terceiros. O Clube dos Carros Antigos entra nesse contexto destacando que temos que preservar, valorizar e zelar pela vida, assim como fazemos com nossos bens, propriedades", pontua José Airton, presidente do Clube.

A mostra faz um resgate da história do automóvel, das décadas de 20 a 80, revelando o zelo e a paixão dos colecionadores dos veículos.

Para Kisley Urtiga, coordenadora do Maio Amarelo, as ações estão atingindo seu objetivo, que é dar maior visibilidade ao Movimento no Piauí e conscientizar toda população na promoção de um trânsito mais seguro. "Estamos felizes com as parcerias e com os resultados do evento. Nosso trabalho é alertar, conscientizar a todos para que tenhamos uma conduta pacífica no trânsito, usando os equipamentos de segurança e buscando preservar a vida”, destaca a coordenadora.

Ainda faz parte da programação do Maio Amarelo blitzen educativas com distribuição de material com dicas de segurança e orientação aos condutores, palestras em escolas públicas e visitas às cidades de Valença e Picos, apontadas pelo Mapa da Violência como as que possuem maior índice de acidentes com vítimas fatais no Piauí.

Um passeio ciclístico, no dia 28, encerra as atividades.(DoGP!)

Justiça já bloqueou 700 milhões das empreiteiras da Lava Jato

Ricardo Brandt, Julia Affonso e Mateus Coutinho
Estadão
A Justiça Federal no Paraná decretou o bloqueio de R$ 544 milhões de duas empreiteiras e de uma empresa fornecedora de tubos nas obras da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. O confisco ocorreu quarta feira, no âmbito de ações de improbidade da Operação Lava Jato. A informação foi divulgada pelo procurador da República Deltan Dallagnol, que integra a força tarefa da Lava Jato.
Foram bloqueados R$ 241 milhões da empreiteira Camargo Corrêa e do Grupo Sanko, ambos envolvidas em supostas irregularidades na Abreu e Lima. Em outra decisão, a Justiça embargou R$ 302 milhões da empreiteira Galvão Engenharia.
Com o valor bloqueado anteriormente da Engevix Engenharia, o montante tornado indisponível de empresas acusadas na Lava Jato já alcança R$ 700 milhões, segundo Dallagnol.
JÁ SÃO 28 ACUSAÇÕES FORMAIS
O procurador anotou que com as denúncias divulgadas quinta feira, contra quatro ex-deputados federais e outros 9 acusados, já chega a 28 o total de acusações formais perante a Justiça Federal contra 128 investigados, além de cinco ações de improbidade.
A Lava Jato conta 15 acordos de delação premiada que levaram à restituição voluntária de R$ 570 milhões. Foram repatriados R$ 369 milhões.
“Sobre o aspecto patrimonial, temos algumas novidades”, disse Deltan Dallagnol. “Foram anunciadas decisões determinando o bloqueio de R$ 241 milhões de propriedade da Camargo Corrêa e da Sanko. Foi também proferida uma decisão judicial na esfera cível, em medida cautelar paralela às nossas ações de improbidade administrativa determinando o bloqueio de R$ 302 milhões relativos à Galvão Engenharia. Então, nós temos uma novidade de R$ 544 milhões que são objeto de decisão judicial em relação a essas empresas. Nós já tínhamos o bloqueio determinado em relação à Engevix, de modo que o total dos bloqueios chega a R$ 700 milhões, em razão das ações de improbidade administrativa.”
FALAM OS RÉUS
Com a palavra, as empresas atingidas pela decisão?
“A Construtora Camargo Corrêa adotará as medidas cabíveis após a intimação.”
“A Galvão Engenharia desconhece decisão judicial nesse sentido. Causaria surpresa tal determinação, pois na ação em que o MPF pede a devolução de valores, ajuizada há cerca de três meses e da qual tivemos conhecimento, não há referência a qualquer tipo de bloqueio. Reiteramos a defesa já apresentada nos processos em curso, de que não participamos de qualquer cartel e de que nossos contratos com a Petrobrás foram firmados com valor médio 24% inferior ao máximo admitido pela empresa em suas licitações.”
O criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso, que representa o Grupo Sanko, declarou que “não tem conhecimento da ordem de bloqueio de ativos da empresa”. Segundo D’Urso, a Sanko “não dispõe de recursos e reserva que pudessem ser bloqueados”.