segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Mãe de Wesley Safadão deve concorrer à prefeitura

Mãe de Wesley Safadão deve concorrer à prefeitura (Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
Conhecida como Dona Bill, a Maria Valmira, mãe do cantor Wesley Safadão pretende continuar na carreira política. 
De acordo com informações do jornal Bahia Notícias, Dona Bill, que é vice-prefeita de Aracoiaba, no Ceará, teria se filiado a um partido para concorrer à prefeitura da cidade nas eleições deste ano.
De acordo com a coluna Expresso, da revista Época, a mãe de Wesley Safadão migrou para a nova legenda após receber convite do senador Eunício Oliveira, presidente do diretório estadual da legenda e amigo do filho da vice-prefeita.
(DOL com informações do MSN)

CHARGE DO SPONHOLZ




João do Vale, lembrando os vaqueiros d Maranhão


O compositor e cantor maranhense João Batista do Vale (1933-1996), na letra do “Bom Vaqueiro”, em parceria com Luiz Guimarães, conta a vida de Mestre Costa. A música faz parte do LP João do Vale, lançado, em 1981, pela CBS.
BOM VAQUEIRO
Luiz Guimarães e João do Vale
Quem foi vaqueiro que vê outro vaqueiro a boiar
Fica lembrando dos tempos que vivia a vaquejar
Sofre igual quem ama alguém e vê com outro passar.
Mestre Costa bom vaqueiro, no sertão do Maranhão
Montando no seu cavalo nunca achou um barbatão
Que com carreira e meia não jogasse ele no chão.
Hoje em vez de peitoral, traz no peito uma paixão
De não poder vaquejar, nem vestir o seu gibão
Passa boi, passa boiada, pisa no seu coração.
Mestre Costa na fazenda hoje só abre cancela
Mocidade deixou ele, ele também deixou ela
A velhice montou nele, ele desmontou da sela.
                      (Colaboração enviada por Paulo Peres – site Poemas & Canções)

Impeachment, democracia e Estado de Direito



Charge do Alpino (Yahoo Brasil)
Percival Puggina
Se o que se quer, na política, é promover o bem comum, as divergências terão como foco principal o conceito de bem comum, seu conteúdo e o modo de produzi-lo em cada momento histórico. No entanto, se o objetivo é apenas alcançar o poder, ou mantê-lo, então a honestidade intelectual se torna um transtorno e o senso moral deve ser apartado, assim como se retira o incômodo ferrão em picada de marimbondo. Sob tais padrões, a estratégia, a propaganda e a arte do convencimento são concebidas e mobilizadas apenas pelo desejo de convencer e vencer, aferindo-se a qualidade dos meios pela eficácia em relação aos fins desejados e não por sua relação com a verdade e o bem.
Digo isso porque a defesa do governo na questão do impeachment tem-se valido de todos os meios possíveis de enganação. Não estou recusando aos governistas o direito de escudar o governo. O que estou afirmando é que quase todos os seus argumentos, a partir do mais constantemente repetido, são concebidos para iludir. Repetem, insistentemente, que: 1) o impeachment fere a democracia; 2) impeachment é golpe.
Ora, não é possível que experientes jornalistas e doutos congressistas dardejem fogo dos olhos em frêmitos de indignação afirmando que impeachment fere a democracia. A democracia, a soberania popular, senhores, é ferida quando quem governa só tem apoio de 10% da população!
Talvez se inquiete o leitor: “Nesse caso, todo governo que perde o apoio da maioria da população deveria cair?”. A resposta a essa pergunta é afirmativa em praticamente todos os países parlamentaristas (cerca de 95% das democracias estáveis). No presidencialismo, eu afirmo, sem pestanejar: nas atuais condições, um governo de democratas deveria renunciar. E mais, há algo muito errado num sistema político em que governos rejeitados são mantidos por força da Constituição.
REGRA DO JOGO
O que sustenta esse governo no poder, então, não é a “democracia”, obviamente, mas a regra do jogo político, o Estado de Direito como o temos. Há em nossa Constituição uma norma que determina em quais situações e mediante quais procedimentos, quem preside a república pode ser afastado do cargo. E a perda da aceitação social não está entre elas.
Entendido isso, fica mais fácil compreender o quanto é falso chamar de golpe o pedido de impeachment da presidente Dilma. Essa demanda nacional, nascida nas ruas, sem partido nem patrocínio, sem tanques nem canhões, deu causa a três dezenas de requerimentos, Brasil afora. Como o processo de impeachment é jurídico e político, as motivações políticas dispensam apresentação. Estão nas vozes das ruas. As motivações jurídicas, por seu turno, foram avalizadas unanimemente pelo TCU e são de perfeito conhecimento público.
SUBORNAR VOTOS
Golpe, portanto, de um lado, é usar o que pertence ao Estado para subornar votos no Congresso, como vem fazendo o governo de modo a evitar que o impeachment prospere. E, de outro, é golpe fazer do STF, com o mesmo fim, um puxadinho do partido governista.
Em resumo: quem atenta contra a democracia é o governo quando insiste em ancorar-se no poder, enterrando o futuro do país contra a vontade nacional; e é ele quem novamente golpeia as instituições quando se defende com os meios que para tanto vem empregando.

Reformas e reformas, sempre contra o trabalhador

Charge de Bruno, reprodução da Unidade Classista
Carlos Chagas
Em 1963, ao recuperar seus poderes de presidente da República, João Goulart desenvolveu intensa campanha pelas reformas de base, interrompida por sua deposição pelos militares. Naqueles idos, estimulado pelas esquerdas, era pelo que a maioria do país clamava: participação dos empregados no lucro das empresas, salário-família, estatização das indústrias ligadas ao desenvolvimento, reforma agrária com a extinção dos latifúndios, voto do analfabeto e dos subalternos das forças armadas, fim do ensino privado, limitação da remessa de lucros e outras iniciativas de caráter socializante. Nos meios de comunicação só se falava das reformas, que as elites engoliam, mesmo já conspirando contra o governo.
O vento mudou de rumo, as reformas foram para o espaço, conquistas sociais estabelecidas desde os tempos de Getúlio Vargas acabaram revogadas, como a estabilidade no emprego.
Pois não é que volta-se a cogitar das reformas? Só que de cabeça para baixo. Ao contrário, apesar de o rótulo permanecer. As elites querem completar sua obra, extinguindo o que sobrou do desmonte, ironicamente com o silêncio e até com apoio das massas. Ou de seus ditos representantes.
MUDAR A PREVIDÊNCIA
Vão reformar a Previdência Social, mas para reduzir pensões e aposentadorias, sob o argumento de que dão prejuízo. Aplicam o raciocínio de que tudo deve dar lucro e também vão revogar a indexação salarial, expediente adotado pelos governos militares para o povo não morrer de forme, ou seja, os salários vinham sendo corrigidos de acordo com a inflação. Não será mais assim. Pior para o assalariado. Também anunciam a flexibilização dos direitos do trabalhador, que significa poder o empregador ditar as regras de trabalho sem obrigações. Atuará de acordo com o mercado, podendo suprimir indenizações e pagando o que bem entender.
Convenhamos, existem reformas e reformas. Vivemos o período das maldades reformistas. E sob a égide de um governo pretensamente do Partido dos Trabalhadores, agora empenhado em aumentar e criar novos impostos, como se administração pública não se assemelhasse ao sistema dos vasos comunicantes que aprendíamos nas primeiras aulas de física. Se a Previdência Social dá prejuízo – e não dá – o Imposto de Renda dá lucro.


 

CHARGE DO DUKE



Charge O Tempo 31/01

PRF: quinze feridos em acidentes nesse fim de semana


 


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Em nenhum dos dois dias houve casos com morte.
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Foto: Biné Morais/O Estado
SÃO LUÍS - Cinco pessoas ficaram feridas em acidentes registrados nesse domingo (31), em rodovias federais que cortam o Maranhão, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). No total, houve registro de quinze feridos em todo o fim de semana.
No sábado (30), foram dez pessoas vítimas de acidentes nas estradas maranhenses. Em nenhum dos dois dias houve casos com morte