sábado, 30 de abril de 2016

Clima de medo instaurado por madeireiros ilegais impera no MA



Hoje completa exatamente um ano que o indígena Eusébio Ka’apor foi covardemente assassinado com um tiro nas costas na entrada do povoado Areal, entre os municípios de Centro do Guilherme e Santa Luzia do Paruá, na região central do Maranhão. Até hoje a investigação sobre sua morte continua parada e seus executores permanecem livres para matar e roubar madeira na Amazônia.
O caso, infelizmente, não é isolado. Apenas nos últimos 10 dias três índios Guajajara foram assassinados em Amarantos, no sul do estado. Apesar da distância, os dois povos têm em comum a luta constante contra a invasão de madeireiros ilegais ao último mosaico ambiental da Amazônia Oriental, o descaso do poder público e o abandono da justiça, que insiste em ignorar o sangue indígena derramado.
Não é de hoje que os Ka’apor, que vivem na Terra Indígena (TI) Alto Turiaçu, e os Guajajara, que habitam a TI Arariboia,  alertam as autoridades sobre as ameaças e ações criminosas de madeireiros. “Cansados de acionar o governo para que ele exerça seu papel de proteger o território, em 2008 os índios Guajajara montaram um grupo de guardiões para proteger a TI Arariboia de invasões. Desde então o povo tem sofrido muitas ameaças, principalmente quem está ligado a proteção territorial. Muitos deles não podem nem andar na cidade e essa situação foi se agravando até chegar ao ponto que estamos”, esclarece Gilberlan Rodrigues, do Conselho Indigenista Missionário (CIMI).
Dos três índios Guajajaras assassinados violentamente nas últimas semanas, dois faziam parte do grupo de guardiões da floresta, Silvio Assis Guajajara foi a vítima mais recente. Encontrado morto a pauladas em um riacho da aldeia Três Passagens no último domingo (24), ele era um guardião, assim como Isaías Guajajara, assassinado no dia 19 a golpes de faca. Na mesma semana, no dia 11, Genésio Guajajara, foi morto em Amarantos com um tiro no tórax, depois de espancado a pauladas.
Em comunicado, o Conselho de Gestão Ka’apor atribui a falta de “empenho” da justiça no caso do assassinato de Eusébio Ka’apor aos interesses econômicos de políticos e autoridades do estado. “Ação criminosa articulada e arquitetada por madeireiros que contam com a omissão do Estado e conivência de fazendeiros, parlamentares e prefeitos que tem na atividade madeireira seu negócio garantido. A Policia Civil de forma inexplicável repassou o inquérito para a Policia Federal que aguardaria uma decisão judicial para poder prosseguir as investigações por se caracterizar conflito de competências”, revela o texto.
O representante do CIMI alerta que o caso dos Guajajara assassinados na última semana podem ter o mesmo destino. “Na hora de se investigar os assassinatos não há rigor. Um exemplo disso é o caso do Eusébio, que até hoje não foi investigado. E o caso do Assis e do Isaias seguirá pelo mesmo sentido, a delegacia de Amarantes não tem nenhum processo instaurado. Conversamos com o delegado e ele nem sabia do caso. Os processos nem são abertos, muito menos  concluídos”, conclui.
destruição da floresta e a violência instaurada pela madeira ilegal no Maranhão precisam acabar. O Greenpeace, a sociedade e, principalmente, as famílias das vítimas esperam que a justiça seja feita. “Desde 2013 demandamos dos governos a revisão imediata de todos os Planos de Manejo Sustentável (PMFs) aprovados na Amazônia de 2006 em diante,  a revisão de todas as licenças de operação das serrarias e a criação um novo sistema para regular a atividade. Essas ações inibiriam o comércio ilegal de madeira, evitando que mais florestas e vidas sejam perdidas”, afirma Rômulo Batista, da campanha Amazônia do Greenpeace.


FLÁVIO DINO: “Jesus Cristo era socialista”


 




Em entrevista ao Portal Vermelho, governador Flávio Dino diz que Jesus Cristo era socialista
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(Com informações de Aquiles Emir / Maranhão Hoje)
Em entrevista ao Portal Vermelho, plataforma oficial de notícias do PCdoB (Partido Comunista do Brasil), publicada nesta terça-feira (26), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) admite que a presidente Dilma Rousseff (PT) terá poucas chances de evitar o impeachment no Senado.
Na mesma matéria, o governador comunista Flávio Dino diz acreditar que Jesus Cristo era socialista, e lembra que quando perguntaram a ele, numa entrevista à TV Mirante, em 2014, como seria a implantação do comunismo no Maranhão, ele mandou os entrevistadores lerem a Bíblia (sic).
Na entrevista, o governador do Maranhão critica as elites, diz que fazer turismo em Mônaco, Côte d’Azur, Cannes etc é programa de mau gosto e manifesta crença de que ainda haverá uma revolução aos moldes do comunismo (sic).
Sem nada acrescentar, copiamos a entrevista. Deixemos as avaliações aos teólogos, bispos, padres e não-ordenados. A área de comentários é para isso…
Quando indagado que tipo de comunista ele é e se ainda acredita na revolução, ele assim respondeu:
“Claro que sim, evidentemente. As táticas de cada processo revolucionário são diferentes, as sociedades são diferentes. Você tem desde a alternativa insurrecional clássica, chinesa, cubana, russa, mas tem outros caminhos mais graduais. Mandela era um comunista, se disse comunista a vida toda, e constituiu um partido. Não entendo a revolução como um momento apenas, como um momento mágico, apenas o assalto ao palácio do inverno. O assalto ao palácio do inverno do tzar correspondeu a uma circunstância, pode ser que você tenha uma hegemonia socialista estabelecida a partir de outros caminhos. O que é certo hoje para nós, socialistas e comunistas, é que não é um processo apenas estatal, não adianta se apoderar da máquina do estado apenas, porque em algum momento isso é insuficiente. Você tem que construir uma hegemonia cultural. Essa é a razão pela qual Cuba tem essa consistência toda. Com todos os problemas, eles têm uma hegemonia cultural. Há um certo consenso social em torno do partido Comunista cubano que explica a sobrevivência, contra tudo e contra todos, do processo revolucionário. Uma alternativa insurrecional no Brasil não é algo que pertença à minha vida, isso não está colocado”.
Interrompido pela colocação “eu sempre digo que antes do marxismo-leninismo já existia o socialismo…”, o governador mostrou que acredita ter sido Jesus Cristo um socialista:
“ Na verdade, eu acredito que Cristo era socialista. Aliás, foi um debate que a gente fez aqui no Maranhão, na TV do Sarney. Eles perguntaram como ia ser a implantação do comunismo e eu falei: vão ler a Bíblia. Essa narrativa que o dinheiro não é tudo, que você tem outros valores, outros princípios, claro que é anterior a Marx. E não é só no Novo Testamento, não. No antigo Testamento tem aquela história do maná. Todo mundo recolhia o maná que caía do céu, uns tinham mais, outros tinham menos. Mas, ao fim do dia, os que tinham o cesto muito cheio perdiam este excesso para aqueles que tinham o cesto mais vazio… Nos Atos dos Apóstolos tem: e da multidão dos que creram, um só era o sentimento e a maneira de pensar: ninguém considerava exclusivamente seu os bens que possuía, mas todos compartilhavam tudo entre si. Não havia uma só pessoa necessitada entre eles, pois os que possuíam terras as vendiam, traziam dinheiro da venda e o depositavam aos pés dos apóstolos – o Estado – que por sua vez o repartia conforme a necessidade de cada um… A narrativa socialista é bem antiga”.
Como não poderia deixar de ser, o governador atacou a família Sarney, a quem ele responsabiliza por tudo de ruim que existe no Maranhão. Segundo ele, não era apenas o nome dos familiares de Sarney que havia nas repartições públicas, mas eles se apropriavam desses bens, por isto está trocando os nomes de escolas, hospitais e outras repartições denominadas por gente dos Sarney. Segue o trecho da entrevista:
Foi preciso um comunista para acabar com o feudalismo que havia no Maranhão?
– Nós tivemos aqui dois aspectos que levaram a este resultado. Primeiro, este, sem dúvida. Houve uma construção coletiva no campo da esquerda que levou a este fortalecimento de nosso partido no Estado, como uma espécie de estuário do conjunto de movimentações da esquerda de modo geral que transcende a minha figura individual. Em segundo lugar, a capacidade de construir alianças, que era vital para enfrentar o imenso poder que o Sarney tem. Se o impeachment for consumado, vai completar mais um feito, porque terá conseguido participar da experiência do PT e ao mesmo tempo ajudar o golpe contra o PT. Vai ter mais esse diamante na sua coroa de oportunista desde JK. Sempre se adaptou a muitas circunstâncias, é o político mais longevo da história brasileira, a essa altura mais longevo que Pedro II. Não é pouca coisa.
Assim como nos países do Leste se derrubaram as estátuas, qual foi o grande símbolo da derrocada dos Sarney no Maranhão?
– Acho que a cena emblemática, no plano simbólico, é essa história dos nomes, essa mudança de nomes que havia em tudo: escolas, hospitais, creches… Nós estamos revendo aos poucos os nomes, por um decreto que editei e também o MPF entrou com algumas ações. O nome dele próprio, dos filhos, dos netos, da mãe… O que corresponde à apropriação de bens públicos para fins privados. Alguém pode dizer: isso é tão pequeno. Mas corresponde ao estilo de governar, porque essa questão de se auto-homenagear e homenagear os seus por intermédio dos bens públicos, estava em absoluta coerência com outros atos. Era apenas a ponta do iceberg. O que havia por baixo era uma escandalosa apropriação de recursos públicos para fins familiares. E o outro símbolo foi sairmos do último lugar no ranking de transparência da CGU para o primeiro, e isso em um ano.

Polícia do Maranhão apreendeu 145 armas de fogo nos últimos 30 dias


 

Um mês após a edição da Medida Provisória nº 219/16, que premia policiais civis e militares pela apreensão de armas de fogo, a Polícia Militar do Maranhão (PMMA) computou a apreensão de 145 armas de fogo no estado, dentre as quais 70 apenas na capital. Anunciada pelo governador Flávio Dino, a MP integra o plano de ação do Pacto pela Paz e já ecoa entre as forças policiais do Maranhão como reconhecimento ao trabalho desenvolvido e colabora para o aumento da produtividade e dos resultados.
“Por uma medida do nosso governo os policiais militares e civis que conseguirem apreender armas de fogo estão recebendo um prêmio, uma gratificação. Entregamos os primeiros prêmios para os policiais civis e militares que participaram de ocorrências, inclusive, muito importantes, a exemplo dos policiais civis que foram responsáveis pela apreensão de fuzis que foram usados em um grave assalto que houve na cidade de Santa Luzia. Todos os assaltantes foram presos e as armas que foram usadas foram apreendidas pelos policiais e nós, por isso, reconhecemos em nome de toda a sociedade o trabalho desses policiais”, explica o governador Flávio Dino.
Foto 1_Gilson-Teixeira_29-04-2016-Premiação por apreensão de Arma de fogoCom a chegada do Pacto pela Paz, policiais civis e militares recebem prêmio pela apreensão de armas de fogo. (Foto/Gilson Teixeira)
De acordo com o comandante geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Frederico Pereira, o reforço pecuniário, o tratamento respeitoso e humano, refletem no resultado final do trabalho, que é a redução dos índices de criminalidade. “O efeito principal dessa medida não é nem o fato de o policial receber o dinheiro, mas a atenção que o Governo do Estado está dando à segurança pública. À medida que o governador se preocupa em incentivar o policial desta maneira, é um sinal claro do carinho que ele tem por esse setor, sem desmerecer os demais. Também é importante o policial poder acrescentar ao seu orçamento um prêmio em dinheiro que vai ajudá-lo. A medida foi muito bem aceita e festejada pelo público; os policiais estão mais imbuídos ainda, porque eles já são policiais compromissados”, relata o comandante da PMMA.
Para ele, o trabalho de retirada de circulação de armas de fogo é valoroso no contexto de mitigação do comportamento criminoso. “Quando você tira uma arma de circulação, você evita uma série de crimes – roubos, homicídios, estupros. Temos apreendido muitas armas de fogo, o que enfraquece os ladrões, que vão ter ‘problema’ para prática de assaltos de mãos limpas”, exemplifica o coronel Pereira.
Pela medida, armas de fogo apreendidas em flagrante valem uma premiação com valor variável entre R$ 300 e R$ 1.500, a depender do calibre da arma e das circunstâncias em que foi apreendida. A apreensão de um revólver, por exemplo, recebe premiação de R$ 300; a de uma pistola, de R$ 500 e a de um fuzil, R$ 1500. Uma premiação anual aos três policiais que mais apreenderem armas de fogo também é oferecida/; eles serão contemplados com R$ 20 mil cada na aferição de rendimento ao final do ano.
Tropa motivada
O comandante aponta que um conjunto de ações de valorização promovidas pela gestão estadual tem permitido um fôlego novo à tropa, garantindo esperança e um clima organizacional favorável e sadio. “Quando os colaboradores de uma empresa estão satisfeitos, eles levam isso para fora, tendo mais paciência e tranquilidade no atendimento. Aqui funciona de modo semelhante, mas considerando a hierarquia militar. O lucro da polícia é a redução da criminalidade e a satisfação do cidadão, que é o nosso cliente”, compara o coronel Pereira. Segundo ele, a MP também estimula uma competitividade saudável entre os batalhões.
O sargento Josinaldo Ribeiro Lopes, que comanda a equipe Albatroz do 8º Batalhão da PMMA, cita a metodologia utilizada por eles para a eficácia nas ações. “Nossa prioridade é cobrir a área Cohab/Cohatrac, área comercial extensa com alto índice de roubo a pessoa, a veículos e assaltos a estabelecimentos comerciais. No ano passado, apreendemos 108 armas de fogo. Devido à facilidade do deslocamento da moto, temos muito êxito com o fator surpresa e também devido aos meliantes utilizarem esse veículo no horário de pico para facilitar a fuga. A medida do Governo veio em momento oportuno, valorizando o serviço do policial na rua”, afirma o sargento.
A tenente Sâmara Jovita de Souza considera a iniciativa um ganho em motivação para os policiais, que, para ela, tem desempenhado o papel social com afinco. “Somos profissionais, fazemos a nossa parte, porque o nosso serviço é esse: prender os criminosos e combater a criminalidade. Mas a iniciativa do governador de fazer essa gratificação é mais uma forma de reconhecimento para nós e isso estimula, para que a gente produza mais, dê mais de si e se esforce cada vez mais”, garante Sâmara.
Ela conta que, na última apreensão de armas de sua guarnição, a equipe buscava capturar um acusado de latrocínio no bairro do São Raimundo. “Estávamos à procura de um indivíduo que estava realizando vários assaltos no São Raimundo e também é suspeito de ter cometido um latrocínio na área de um senhor que estava com as netas, tentou reagir ao assalto, foi baleado e veio a óbito. Fomos patrulhando por lá, recebendo algumas informações de onde o meliante poderia estar até que realizamos um cerco e conseguimos capturá-lo e, com ele, estava uma arma de fogo calibre 38 com duas munições”, narra a tenente.
O comandante do GTM do 1º Batalhão da Polícia Militar – batalhão campeão na apreensão de armas em abril, com 16 armas retidas -, subtenente Lumes de Moura Silva, tem 27 anos de Polícia Militar e corrobora com a opinião de Sâmara. “O incentivo veio em boa hora. A gente trabalha visando tirar armas de rua, drogas de circulação e elementos que cometem delitos na sociedade. Com o apoio da população, através de denúncias, temos conseguido bons resultados”, comentou. O GTM atua em bairros da região Itaqui-Bacanga, no Maracanã e na Vila Maranhão.
Memória
No último dia 20, o governador Flávio Dino reuniu a cúpula da segurança pública e os doze primeiros policiais que lançaram mão da medida em uma solenidade que homenageou o empenho no desarme de criminosos. Na ocasião, Flávio entregou certificado aos agentes de segurança pública pela ação, parte do Programa Estadual Pacto Pela Paz. Eles também serão recompensados financeiramente pela apreensão das armas. O governador destacou que a iniciativa representa um estímulo moral e material pela eficiência, coragem e destemor dos policiais e funciona como um elemento simbólico do novo momento vivido pela polícia maranhense.

BR-135: Idosa é atropelada ao tentar atravessar na faixa de pedestre


 

IDOSA
Uma idosa, identificada como Irandi Meireles, de 77 anos, acabou sendo atropelada na BR 135 quando tentava atravessar a estrada na faixa de pedestre. O caso aconteceu na manhã desta sexta-feira (29), por volta das 8h45, no bairro Vila Itamar, em São Luís.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, os veículos pararam na faixa de pedestre para a idosa atravessar, quando um motociclista desatento não observou a tempo a senhora. Irandi sofreu um corte na cabeça e foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que não demorou a chegar.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Jovem é executada com quatro tiros na cabeça


 

Em uma região conhecida popularmente como “Buraco Fundo”, que fica na Vila Santa Catarina de Sena, bairro da cidade de Imperatriz, foi encontrado um corpo do sexo feminino, estendido no chão, com um capacete de motocicleta ainda na cabeça. A polícia identificou a vítima como sendo Ana Carolina de Oliveira Feliciano, a “Karol”, de 19 anos, que foi morta a tiros, no início da manhã do dia  (26).
Os tiros atingiram a cabeça de “Karol” por baixo do capacete que ela usava. (Foto: Divulgação)Os tiros atingiram a cabeça de “Karol” por baixo do capacete que ela usava. (Foto: Divulgação)
Ouvido pela reportagem do Jornal Pequeno, o delegado Praxísteles Martins, chefe da Delegacia de Homicídios imperatrizense, revelou que “Karol”, segundo o laudo pericial, foi executada com quatro disparos de arma de fogo na cabeça. Ele esclareceu que a garota teria saído de casa a pé, pouco antes das 6h, e, em um determinado momento de sua caminhada, subiu em uma moto, guiada por um homem. Depois disto, já no “Buraco Fundo”, moradores disseram ter escutado os tiros, e, a seguir, o barulho de uma motocicleta, que indicaria a saída do suspeito.
Ana Carolina pode ter sido assassinada por questões vinculadas ao tráfico de entorpecentes, pois, atualmente, estaria se relacionando com um traficante da região. Segundo Praxísteles, ela tinha dois filhos pequenos, que não moravam com a vítima, pelo fato de a mãe ter se “perdido” na vida, por meio de amizades com criminosos e o consumo de drogas. Conforme adiantou o delegado, um suspeito por tê-la matado já foi identificado, podendo ser preso a qualquer momento.

PM reage a assalto e é baleado


 

Um policial militar – identificado como Wilson – lotado no 3º Batalhão da Policia Militar (3º BPM) de Imperatriz, foi baleado no fim da tarde de ontem (28), no bairro da Ilhinha, após reagir a um assalto.
O PM Wilson (sem camisa) foi atendido no Socorrão de Imperatriz e liberado O PM Wilson (sem camisa) foi atendido no Socorrão de Imperatriz e liberado
O comandante do 3º BPM, tenente-coronel Markus Lima, disse que o PM estava chegando em casa, quando foi abordado por quatro homens, dois em uma motocicleta e os demais em um automóvel.
“Tentaram tomar a moto dele, de mil cilindradas. Ele reagiu e trocou tiros com os dois indivíduos que estavam na moto. Os outros dois que estavam atrás atingiram o policial com um tiro no ombro e conseguiram levar a moto dele”, disse o oficial.
Ferido, o policial foi levado ao Hospital Municipal de Imperatriz (Socorrão), onde foi submetido a intervenção cirúrgica para a retirada da bala. Os bandidos fugiram e estão sendo procurados por policiais do 3º BPM e do 14º BPM.

Idosa de 77 anos morre atropelada por ônibus, em São José de Ribamar


 

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Francisca Lima tinha dificuldades para andar e acabou tropeçado e caindo.

O acidente aconteceu no início da tarde desta sexta-feira, por volta das 13h25.
O acidente aconteceu no início da tarde desta sexta-feira, por volta das 13h25. - Foto: Divulgação
SÃO JOSÉ DE RIBAMAR – No Início da tarde desta sexta-feira (29), uma mulher, identificada como Francisca Lima da Silva, 77 anos, morreu após ser atropelada por um ônibus, no Parque Vitória, em São José de Ribamar.
O acidente aconteceu no início da tarde desta sexta-feira, por volta das 13h25. Segundo testemunhas, a idosa tinha dificuldades para andar e acabou tropeçado e caindo. Após a queda, o ônibus que vinha na avenida acabou passando por cima de Francisca, que morreu na hora. A vítima era moradora do Recanto Turu e vendedora ambulante.
O ônibus envolvido no acidente é da empresa 1001 de nº 40-389 e placa NXB-1262, que faz a linha Parque Vitória. Populares afirmam que o motorista do coletivo não teve tempo de evitar o atropelamento, já que a queda da idosa foi inesperada e rápida, não tendo tempo para o motorista frear o ônibus.