quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Movimentos sociais anunciam, ato público contra o estupro


 

  •  
O ato público convocado pelas redes sociais é para esta quarta em Imperatriz.

Integrantes de movimentos sociais em um ato público contra o estupro realizado no dia 3 de junho de 2016.
Integrantes de movimentos sociais em um ato público contra o estupro realizado no dia 3 de junho de 2016. - Foto de arquivo enviada por Jefferson Sousa
IMPERATRIZ – Representantes de entidades de direitos humanos e contra a violência a mulher estão convidando a população, por meio das redes sociais, para um ato contra a cultura do estupro em Imperatriz. Entre as entidades participantes está a Articulação Feminista de Imperatriz (Afim) que emitiu uma nota sobre o caso de estupro contra uma mulher no fim de semana.
Conforme a programação divulgada numa rede social, o ato está marcado para às 18h desta quarta-feira (1º), na rua Rui Barbosa, em frente ao Fórum Ministro Henrique de La Rocque Almeida, Centro.
O movimento, também, vem divulgando a hastag com a qual esperam levar, o mais longe possível, a mensagem contra o estupro: #aculpanuncaédavítima .

Em contato com a reportagem, a representante, e uma das principais ativistas do movimento feminista do Estado, Conceição Amorim disse que “O crime hediondo de estupro não pode ser, e não será tratado em nossa cidade como um crime qualquer. Não vamos nos calar diante de tanta negligência, preconceito, machismo e misoginia dos órgãos públicos que pagamos para manter a "ordem e a justiça para todas e todos"”.

Apae corre o risco de fechar as portas


 

  •  
A diretoria pediu ajuda a prefeitura para não fechar as portas.

Integrantes da diretoria da Apae participaram de audiência com o prefeito Assis Ramos.
Integrantes da diretoria da Apae participaram de audiência com o prefeito Assis Ramos. - Foto: Divulgação/ Assessoria da Prefeitura de Imperatriz.
IMPERATRIZ – A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), uma das entidades mais antigas de Imperatriz, corre o risco de fechar. A entidade fundada pela saudosa professora Juracy Eloy do Nascimento passa pela maior crise de seus 36 anos de existência.
Integrantes da diretoria atual da entidade participaram de uma audiência com o prefeito Assis Ramos, ocasião em que falaram das dificuldades e pediram apoio.
Érica Ventura, presidente da entidade, apresentou as ações educacionais, sociais e de saúde que são realizadas pela instituição há mais de 36 anos, atendendo pessoas de toda a Região Tocantina. "Precisamos dar continuidade ao trabalho, mas os repasses da Prefeitura foram interrompidos ainda em novembro do ano passado" - informou Érica Ventura.
O prefeito, segundo informou a assessoria, disse que "Os pagamentos referentes à minha gestão serão feitos sem atraso. Mas, neste momento, as dificuldades financeiras do município são grandes e não conseguiremos pagar imediatamente o que foi deixado pela administração anterior”.

Mulher é presa por fazer sexo com garoto de 15 anos e pode ser condenada a sete anos


 

Segundo a mãe da canadense de 23 anos, adolescente mentiu ser maior de idade

Uma canadense foi presa depois de manter relações sexuais com um adolescente que mentiu ser maior de idade durante um cruzeiro pelas Bahamas. Karine Gagne, de 23 anos, estava em viagem com amigos quando conheceu o americano de 15 anos em um bar. Eles acabaram mantendo relações sexuais dentro de um banheiro. A mãe do garoto descobriu o caso e acionou as autoridades. 
Turista foi presa e pode ser condenada a sete anos de prisão (Foto: Reprodução)
De acordo com o jornal Daily Mail, pelas leis das Bahamas um menor de 15 anos não pode consentir o ato sexual. Por isso, Gange foi presa logo depois do encontro acusada de assédio sexual. A mãe da mulher informou que a filha foi enganada pelo adolescente. 
"Ela perguntou quantos anos ele tinha e ele disse 18", explicou. Gagne e o rapaz chegaram a bater papo e dançar juntos antes de transar. "Eles foram ao banheiro e fizeram o que queriam fazer", disse Auclair. Se condenada, Gagne pode pegar até sete anos de prisão. 

Produtora oferece R$ 3 milhões para homem com pênis biônico estrelar filme pornô


 

Mohammed perdeu a virgindade aos 44 anos com a prostituta e ativista sexual Charlotte Rose

A curiosidade sobre o pênis biônico de Mohammed Abad continua. Dessa vez, uma produtora de filmes pornôs está bastante interessada em ter o escocês estrelando um de seus filmes. 
Essa não é a primeira vez que Mohammed recebe proposta para estrelar um filme de conteúdo adulto, mas ele tem recusado todas até então. Dessa vez, porém, a oferta da produtora Bangbros (uma das maiores no segmento) seria bastante generosa: um cachê equivalente a R$ 3 milhões. 
Mohammed recebeu uma proposta de R$ 3 milhões para estrelar um filme pornô
(Foto: Reprodução/Twitter)
"Nós da Bangbros estamos muito intrigados com o cara de pênis biônico", disse o produtor Colin Rae, durante uma entrevista ao jornal "Metro". Nâo foi revelado, porém, se o escocês aceitou a proposta. 
Mohammed teve o pênis arrancado ao ser arrastado por cerca de 185 metros por um carro quando ainda era criança. Morador de Edimburgo, o escocês voltou a sala de cirurgias após receber o pênis artificial, reclamando que o órgão era muito grande e atrapalhava no momento das relações sexuais. O pênis artificial dele mede atualmente 20 centímetros, segundo informações da emissora britânica Channel 4.
VirgindadeFoi com 44 anos que o escocês perdeu a virgindade. Segundo informações do jornal "Daily Star", sua primeira relação sexual foi com a prostituta, dominatrix e ativista sexual Charlotte Rose, que não cobrou pelo serviço. A curiosidade em relação ao seu pênis, inclusive, levou muitas mulheres a se oferecerem para dormir com ele
O britânico, que trabalha cerca de 14 horas por dia, recusou as ofertas afirmando estar muito cansado para sexo. "Trabalho demais e chego em casa bem cansado", afirmou ele ao "The Sun".

Transexual recifense comemora nome social na carteira da OAB


 

Formada em Direito, Robeyoncé Lima é a primeira do norte-nordeste a conseguir fazer valer o direito.

Robeyoncé na sede da OAB de Pernambuco (Fotos: Reprodução/TV Globo)
Bacharela em Direito, Robeyoncé Lima, mulher trans recifense de 28 anos, é a primeira do Norte e Nordeste a poder usar nome social na carteira da OAB. A Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) garantiu, nesta segunda-feira (30), o direito dela ter o nome pelo qual atende impresso na carteira profissional. Com a medida, a bacharela em direito tornou-se a primeira mulher trans do Norte e Nordeste do país a exercer a profissão de advogada usando o nome que a representa socialmente. Antes de Robeyoncé, apenas um caso havia sido registrado em São Paulo.
Para a advogada, a data marca o alívio de por poder ser reconhecida no âmbito profissional da maneira que realmente é, evitando possíveis constrangimentos. “Embora as questões burocráticas e administrativas ainda necessitem do meu nome civil no meu cadastro, o meu nome social na carteira da OAB é um avanço muito grande, porque sei que não vou passar vergonha ao mostrar a minha carteira profissional”, contou ela ao G1 PE.

Teve até cerimônia pra marcar o direito de Robeyoncé usar o nome pelo qual atende na carteira da OAB
“Nós hoje testemunhamos um ambiente de muito ódio e preconceito em torno da comunidade LGBT, então é um gesto concreto de reconhecimento de uma efetiva igualdade”, afirmou o presidente da OAB-PE, Ronnie Preus Duarte, que entregou o certificado que assegura o direito à advogada.
De acordo com a presidente da comissão de diversidade sexual e de gênero da OAB-PE, Maria Goretti Soares, o único caso de mulher trans que teve o nome social impresso na carteira profissional antes de Robeyoncé foi registrado em São Paulo. Porém, a partir da resolução número 5 de 2016 do Conselho Federal da OAB (CFOAB), o direito abrange qualquer pessoa que queira usar o nome social para exercer a profissão.
Robeyoncé, mesmo com a conquista na associação de classe, ainda aguarda que a Justiça faça vale seu direito a existir e se autodeterminar em documentos como identidade e título de eleitor. Há um ano ela aguarda a decisão judicial.

Pizza e hambúrguer são algumas das comidas que 'viraram' bolsas de estilista holandesa


 

Rommy Kuperus usa delícias como inspiração para sua coleção de acessórios

Que tal andar com uma fatia de pizza por todo o canto? E quem sabe um prato de hambúrguer e batata frita? É mais fã dos doces? Pois tem também sorvetes e bolo... Essas são algumas das inspirações para as bolsas da marca Rommy de Bommy.
Algumas das criações de Rommy
(Foto: Reprodução/Instagram)
Quem está por trás da grife é a estilista holandesa Rommy Kuperus, que faz sucesso no Instagram com suas delícias. No 'menu', ainda estão cookies, donuts, sushis, macarronadas e dezenas de outras opções. O preço, porém, é salgado: a maior parte das peças passa de R$ 500, fora o frete para o Brasil. 
No 'cardápio' da marca, estão: macarronada...
(Foto: Reprodução/Instagram)


...sanduíche...
(Foto: Reprodução/Instagram)
...um prato para o café da manhã...
(Foto: Reprodução/Instagram)
...hambúrguer com batata frita...
(Foto: Reprodução/Instagram)
...uma fatia gigante de pizza...
(Foto: Reprodução/Instagram)
...donut...
(Foto: Reprodução/Instagram)
...e até bolo com macaron
(Foto: Reprodução/Instagram)

Aluna nota mil 'transferida' para produção de cachaça reclama: 'Fiquei muito nervosa'


 

Em nota, MEC informou que não foi confirmada ação de hackers, mas PF investiga caso

A estudante Tereza Gomes, 23 anos, de João Pessoa, teve a conta no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) invadida e foi inscrita no curso de produção de cachaça, no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais (IFNMG). Ela tentava aprovação no curso de medicina. "É um absurdo, fiquei muito nervosa".
(Foto: Arquivo Pessoal)
Em nota, o IFNMG lamentou a ação dos hackers, mas exigiu respeito ao curso de produção de cachaça, que acontece em Salinas (MG). "Tanto os alunos quanto o curso Produção de Cachaça merecem o nosso respeito. Para quem não sabe, Salinas é uma cidade do Norte de Minas reconhecida mundialmente pela produção de cachaça, e o curso é o único do país oferecido por instituição pública na área. Quem tirou nota mil pode cursar o que quiser. Afinal, quem é nota mil terá sucesso em qualquer área. E a cachaça de Salinas é nota mil!".
Tereza foi uma das 77 pessoas que conseguiram nota mil na redação no país, mas não teve desempenho geral para conseguir aprovação em medicina. Mesmo assim, ela afirmou que manteve inscrição nas duas opções para medicina. 
Na segunda-feira (30), Tereza recebeu uma mensagem de uma pessoa que não conhece no Facebook com um print da lista de aprovados de outro curso, com o nome dela incluso. Ela achou que era montagem e não se preocupou. No dia seguinte, ela soube que sua conta teria sido invadida e que ela estava na lista do curso de produção de cachaça. “Imagina se eu tivesse média para passar para medicina? Além disso, prejudicou quem queria esse outro curso”, disse ela ao G1.
Em nota, o Ministério da Educação (MEC) informou que até o momento não foi registrado nenhum acesso indevido a informações de estudantes cadastrados. Sobre os casos relatados na imprensa, diz que a senha é sigilosa e só pode ser alterada pelo candidato ou por alguém que conheça dados pessoais deste. "Casos individuais que forem identificados e informados ao MEC, como suposta mudança indevida de senha e violação de dados, serão remetidos para investigação da Polícia Federal. Nos dois casos citados pela imprensa, o Inep já identificou no sistema data, hora, local, operadora e IP de onde partiram as mudanças de senha. Os dados serão encaminhados para a Polícia Federal", diz a nota.
Em relação específica ao caso de Tereza, o MEC afirma que registrou acessos no dia 24 e 29 de janeiro e três tentativas de acesso sem sucesso no dia 24. "A única opção de escolha de curso que está registrada é a do curso de produção de cachaça do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais – Campus Salinas, realizada no dia 29 de janeiro às 22h14, conforme último acesso registrado no Sisu", afirma. Destaca ainda que em 2011 a aluna ficou na lista de espera do Sisu pelo curso de Medicina.