segunda-feira, 1 de maio de 2017

Não tentem subestimar a opinião pública, manipulando as informações


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Charge do Laerte, reproduzida do UOL Notícias
Silvia Zanolla
Está acontecendo um fenômeno no mínimo intrigante no que diz respeito ao contexto político do país. Tentam confundir a opinião pública, associando determinadas situações específicas como se correspondessem a uma posição maniqueísta, como se no país houvesse apenas dois grupos que se opõem: os governistas e os antigovernistas; os petistas e os temeristas. Estão subestimando a inteligência e a heterogeneidade do povo, de maneira oportunista.
Colocam no mesmo barco os petistas, todos os sindicalistas e contrários às reformas governamentais, e isso tem apenas um objetivo: tumultuar, confundir e lucrar de algum modo.
SEPARAR AS COISAS – É preciso deixar claro, mesmo que seja repetitivo, que quem é contra as reformas não necessariamente defende a pseudo esquerda brasileira. Vamos separar as coisas. Há cidadãos independentes neste país! Pessoas que pensam por conta própria, e a imprensa elitista não vai nos convencer do contrário!
Muitos foram para as ruas contra o governo Temer, mas sem com isso deixar de criticar grupos políticos partidários de oposição.
Não somos “obrigados” a tomar posição sobre Lula ou Temer! Muitos são contra as reformas desumanas, abusivas, mas sabem que o governo do PT vinha caminhando para implementar essas mesmas reformas (existem dados sobre isso).
MILITANTISMO – Não se pode ignorar a história em nome de um militantismo irrefletido. Temer, PMDB e Cia. eram o braço direito do governo anterior; para bem ou para mal é preciso assumir isso.
Não estamos em uma guerra santa entre o bem e o mal. Estamos em uma séria disputa entre poderosos grupos políticos que tentam manipular e modelar mentes em seu favor.
Não conseguirão! Não subestimem a opinião pública nem a população, embora a grande maioria ainda não se interesse por política.

Doria diz que ainda é muito cedo para analisar pesquisa de 2018


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Dória diz estar satisfeito com a sua avaliação
Deu em O Tempo(Agência Estado)
O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que ainda é cedo para fazer comentários sobre resultados de pesquisas eleitorais para a disputa à Presidência em 2018, em referência à sondagem da Datafolha divulgada neste domingo (30). Na pesquisa, o prefeito paulistano aparece como tucano mais competitivo entre seus parceiros de partido: o governador paulista Geraldo Alckmin e os senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP). O ex-presidente Lula ficou na liderança em todos os cenários criados pelo instituto, mas o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) cresceu na pesquisa, ficando empatado com Marina Silva (Rede-AC).
“É um cenário ainda muito antecipado, pesquisa a essa hora reflete muito pouco para uma eleição que é em outubro do ano que vem. Temos que esperar o início de 2018 para as pesquisas começarem a indicar melhor as tendências e cenários da eleição”, disse neste domingo, após participar da cerimônia oficial de inauguração da Japan House, na Avenida Paulista.
FELIZ COM A AVALIAÇÃO – O prefeito afirmou, contudo, que fica feliz com avaliação que fazem sobre seu governo em São Paulo e fora da cidade. Doria ainda negou que o resultado da sondagem realizada pelo Datafolha possa atrapalhar sua relação com Alckmin. “Não há nada, absolutamente nada, que abale a minha relação com o governador Geraldo Alckmin. Uma relação de 37 anos de amizade, respeito, e de bom entendimento.”
Segundo o prefeito, ele e Alckmin viram juntos o resultado da pesquisa quando voltavam de Goiás para São Paulo e tiveram a mesma reação, de que ainda é cedo para fazer qualquer análise sobre a disputa pela presidência no ano que vem. O tucano ainda refutou qualquer conversa no PSDB sobre a sondagem do Datafolha
“Não é hora ainda de tratar desse assunto. Todos nós, sobretudo quem tem funções executivas, temos uma missão a responsabilidade da administração, ele de governador do Estado e eu (de prefeito) da cidade”, argumentou.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Os três mosqueteiros tucanos – Serra, Aécio e Alckmin – foram abatidos em pleno voo pelas delações da Lava Jato. Como pré-candidato do PSDB, só resta Doria, um tucano que parece não ter hábito de ficar em cima do muro. Se bater asas, será um forte candidato em 2018. (C.N.)

Com medo do panelaço, Temer imita Dilma e não faz pronunciamento pela TV


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Ilustração reproduzida da Revista Forum
Carlos Newton 
É um Primeiro de Maio diferente, que repete a situação de um ano atrás, quando a então presidente Dilma Rousseff, pela primeira vez deixou de fazer um pronunciamento à nação no Dia do Trabalho, para não ser alvo de mais um panelaço/buzinaço. Um ano depois, Michel Temer imita sua antecessora e faz um discurso às escondidas, a ser veiculado apenas nas redes sociais da internet, dois dias depois de ter divulgado uma mensagem do apresentador Ratinho, do SBT, em favor das reformas da Previdência e das leis trabalhistas, comparando-as às reformas de cozinha e banheiro que as famílias às vezes precisam fazer, vejam a que ponto chega a desfaçatez dessa gente.
DESCULPAS AO POVO – A ausência de Temer na programação das TVs, nesta noite, nem será sentida. O presidente é uma ausência que preenche uma lacuna. Deveria aproveitar para pedir desculpas aos trabalhadores brasileiros pelos três graves erros cometidos:
1) por ter sancionado a tenebrosa terceirização das atividades-fim das empresas, que significa o sepultamento da meritocracia nas empresas privadas;
2) por estar flexibilizando as leis trabalhistas, que causará inevitável redução dos salários;
3) por apresentar uma proposta impiedosa e desumana de reforma da Previdência Social.
UM ANO DEPOIS – O fato concreto é que, um ano depois de ter assumido o poder, o presidente Temer nada tem a exibir aos trabalhadores, pois o número de desempregados, ao invés de diminuir, já chegou a 14,2 milhões de pessoas nesta estatística à brasileira, altamente manipulada, que não leva em conta quem está desempregado há muito tempo e desistiu de procurar trabalho. Aliás, neste particular o Brasil confirma a definição de que “estatística é a arte de torturar os números até que eles confessem o resultado que se pretende obter”.
Sem força, sem prestígio e sem carisma, Temer perdeu o bonde da História e se tornou uma versão masculinizada de rainha da Inglaterra, que reina, mas não governa. No Brasil de hoje, quem estabelece as prioridades político-administrativas chama-se Henrique Meirelles, que comanda com mão de ferro o governo brasileiro, como se fosse um Rasputin imberbe e calvo.
NA PREVIDÊNCIA – Para grande parte do povo, o maior culpado pelos problemas nacionais já não é a dupla Lula/Dilma. Agora, o responsável é Temer, apesar da desculpa de que, para todos os efeitos, foram as administrações petistas que levaram a economia a essa situação de pré-falência.
A crise é tão grave que no último dia 7 o governo admitiu que o rombo nas contas públicas em 2018 será maior que os R$ 79 bilhões previstos anteriormente e deve chegar a R$ 129 bilhões, quase o dobro. Isso significa que as despesas do governo federal no próximo ano vão superar em R$ 129 bilhões as receitas com impostos e contribuições. Detalhe fundamental: essa conta não inclui os gastos com o pagamento de juros da dívida pública.
Em fevereiro, a dívida avançou 2,66%, atingindo espantosos R$ 3,13 trilhões, com crescimento real de 2,33% em apenas 28 dias, descontada a inflação. Em março, pior ainda: subiu 3,17%. Ou seja, cresceu 2,92% em 31 dias, descontada a inflação. É uma bola de neve.
OMISSÃO TOTAL – Como se fosse uma avestruz diante do perigo, o governo enfia a cabeça nesse gigantesco buraco e tenta fingir que não está acontecendo nada e diz que o país vem saindo da crise. Mas não é verdade. Então, pergunta-se: Como resolver a dívida pública? E a resposta é que a situação está sob controle e será “equacionada” dentro de 20 anos, pelo programa do corte de gastos.
Infelizmente, isso é mentira, conversa fiada, papo furado. O Brasil precisa de um estadista como Winston Churchill, que diga a verdade sobre a crise e exija “sangue, suor e lágrimas” a todos os brasileiros, sem deixar de lado os banqueiros, os rentistas e as elites da nossa nomenklatura, espalhadas nos três Poderes da República.
Mas o estadista não existe. E o Brasil, embora seja o país de maior potencial de crescimento em todo o mundo, está condenado ao atraso e à desigualdade social, devido à incompetência de suas classes dirigentes. Por isso, neste Primeiro de Maio, os trabalhadores não têm motivo para festejar. Muito pelo contrário.

Primeiro de Maio, na visão musical de Chico Buarque e Milton Nascimento


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Milton e Chico fizeram grandes parcerias
Paulo PeresSite Poemas & Canções
O cantor, escritor, poeta e compositor carioca Chico Buarque de Hollanda e seu parceiro Milton Nascimento, na letra de “Primeiro de Maio”, usaram  o infindo lirismo para inverter os papéis diários do casal de trabalhadores, que, neste dia, através do amor, personificarão a usina e a ferramenta tecendo o homem de amanhã. Essa música foi gravada por Milton e Chico no Compacto Cio da Terra, em 1977, pela Philips/   Phonogram.
PRIMEIRO DE MAIO
Milton Nascimento e Chico Buarque
Hoje a cidade está parada
E ele apressa a caminhada
Pra acordar a namorada logo ali
E vai sorrindo, vai aflito
Pra mostrar, cheio de si
Que hoje ele é senhor das suas mãos
E das ferramentas
Quando a sirene não apita
Ela acorda mais bonita
Sua pele é sua chita, seu fustão
E, bem ou mal, é seu veludo
É o tafetá que Deus lhe deu
E é bendito o fruto do suor
Do trabalho que é só seu
Hoje eles hão de consagrar
O dia inteiro pra se amar tanto
Ele, o artesão
Faz dentro dela a sua oficina
E ela, a tecelã
Vai fiar nas malhar do seu ventre
O homem de amanhã

Lembrando Mario Covas, no país dos marqueteiros


Resultado de imagem para mário covasSebastião Nery
Proust, Marcel Proust, o gênio da lembrança, não esqueceu a memória:- “Há de tudo em nossa memória: é uma espécie de farmácia, onde ao acaso se põe a mão ora sobre um calmante, ora sobre um veneno”. Muito oportuno o economista e professor Helio Duque, exemplar ex-deputado baiano-paranaense, em relembrar Mario Covas que neste 21 de abril estaria fazendo 87 anos. Nesse tempo de rapinagem nacional é importante destacar homens que dignificaram a administração pública, pelo testemunho de vida que deixaram.
Covas foi um homem público diferenciado. Em 1969 era o líder do MDB na Câmara. Cassado pela ditadura militar, voltou em 82, com a anistia. Franco Montoro, eleito governador, o chama para prefeito de São Paulo. Engenheiro competente inovaria com sua administração que priorizaria a periferia paulistana. Em 1986, com 8,5 milhões de votos, se elegeria senador.
ERA REFERÊNCIA – Na Assembleia Constituinte, líder do PMDB, foi referência na aprovação do texto constitucional. O PMDB era a garganta da oposição democrática, o partido de Ulysses Guimarães. Em 1994, Covas se elegeria governador de São Paulo.
O desafio seria o de sanear e incrementar reformas na administração do Estado, recolocando-o no rumo do desenvolvimento. Reeleito em 1998, não cumpriria a integralidade do mandato, vitimado pelo câncer.
Na Constituinte, Covas sempre defendeu que o “horário político gratuito”, nas redes de rádio e televisão, deveria ser realizado ao vivo com a presença dos candidatos debatendo as suas propostas. Combatia o marketing eleitoral por ser vendedor de ilusão, vazio de conteúdo político e mistificador da opinião pública. Infelizmente prevaleceu a vontade da maioria, institucionalizando a falsificação no processo eleitoral brasileiro. O marqueteiro político assumiu o papel de principal protagonista nas eleições em todo o Brasil.
MARQUETEIROS – Os “joãos santanas” se multiplicaram , financiados por orçamentos bilionarizados. O dinheiro da corrupção passou a ser o grande irrigador das disputas eleitorais nos municípios, estados e nas presidenciais. Os “bonecos falantes”, diante das redes de televisão, falam dos desafios a serem enfrentados, lendo “teleprompter” (equipamento acoplado às câmaras de vídeo que exibe o texto a ser lido pelo político). O debate e o verdadeiro conhecimento dos problemas nacionais passaram a ser ditados mentirosamente pelos marqueteiros de plantão. Hoje a vida política brasileira é artificialmente fabricada pelas equipes do “marketing eleitoral”. O despreparo, a incompetência e o oportunismo aventureiro passaram a ser regra geral
O recente “Manifesto à Nação”, lançado pelos advogados Modesto Carvalhosa, José Carlos Dias e Flávio Bierrenbach, preconiza mudanças e reformas na vida política, destacadamente na estrutura dos poderes republicanos, pede eliminação do foro privilegiado, adoção do voto distrital, fim das coligações eleitorais em quaisquer eleições, além da distribuição de igual tempo por partido no horário eleitoral gratuito para as eleições majoritárias.
Seus autores resgatam a proposta e o pensamento do sempre atual Mário Covas, quando propõem: “eliminação de efeitos de marketing nas campanhas eleitorais, devendo os candidatos se apresentarem no horário gratuito pessoalmente, com seus programas.”

Temer, Lula e Aécio são os mais rejeitados para eleição de 2018


 

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Pesquisa Datafolha mostra a rejeição dos políticos envolvidos na Lava Jato, que já citou o nome dos três em várias fases da operação.

Segundo a pesquisa, Michel Temer, Lula e o tucano Aécio Neves, respectivamente, são os nomes mais rejeitados na corrida eleitoral do ano que vem.
Segundo a pesquisa, Michel Temer, Lula e o tucano Aécio Neves, respectivamente, são os nomes mais rejeitados na corrida eleitoral do ano que vem. (Foto: OESTADOMA.COM)
SÃO PAULO - O presidente Michel Temer (PMDB) aparece com a maior porcentagem de rejeição (64%) na pesquisa presidencial do Instituto Datafolha, divulgada neste domingo, 30, pelo jornal Folha de S.Paulo. Em segundo lugar, aparece o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 45%. O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), vem em seguida, com 44% de rejeição.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), figura com 28%, seguido pelo deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), com 23%, o apresentador Luciano Huck, com 23%, e Ciro Gomes (PDT), com 22%. Depois vêm a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 21% de rejeição. Luciana Genro (PSOL) e Ronaldo Caiado (DEM) têm 17% de rejeição cada um. Fecham a lista o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), e o juiz federal Sérgio Moro, ambos com 16% de rejeição.

Primeiro turno

A pesquisa sobre o primeiro turno da eleição presidencial - em que Lula aparece com 30% - pode ser comparada também com o último levantamento do Datafolha, feito em 7 e 8 de dezembro de 2016. Este recorte só é aplicado aos cenários 1 e 2 da sondagem, em que o instituto lista entre os nomes Aécio (cenário 1) e Alckmin (cenário 2) como candidatos tucanos. Nesta base de comparação e no cenário 1, com Aécio, Lula subiu de 25% para 30%, enquanto Bolsonaro foi de 9% para 15%. Marina oscilou de 15% para 14%. Aécio foi de 11% para 8%. Ciro Gomes manteve os mesmos 5%. Temer tinha 4% e oscilou para 2%.

No cenário 2, com o nome de Alckmin, Lula tinha, em dezembro de 2016, 26%, e agora tem 30%. O tucano, que aparecia com 8%, está com 6% na pesquisa divulgada neste domingo. Marina foi de 17% para 16%. Bolsonaro aparecia com 8% e subiu para 14%. Ciro manteve os 6% e Temer foi de 4% para 21%.

Lula

Embora tenha crescido nas intenções de voto nesta pesquisa, Lula teve o seu governo avaliado como o que mais registrou corrupção na história. Para 32% dos entrevistados, a gestão Lula (2003-2010) foi o período em que mais se praticaram crimes, segundo o levantamento, ante 22% em relação ao governo Dilma, 11% gestão Collor, 9% Temer e 8%, Fernando Henrique.

Em fevereiro de 2016, os que consideravam a gestão Lula "campeã e corrupção" eram 20%; em dezembro de 2015, 17%, e em fevereiro de 2014, 12%, segundo o Datafolha.

Festa termina com 28 adolescentes na delegacia


 

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Após serem apresentados e ouvidos, eles foram liberados.

Festa termina com 28 adolescentes na delegacia
SÃO JOSÉ DE RIBAMAR – Uma festa em uma chácara, na localidade Riozinho, em São José de Ribamar, terminou com a condução de 28 adolescentes até o Plantão de Polícia do Maiobão. Todos participavam da festa onde foram encontradas bebidas alcoólicas.
A polícia suspeitava de que no ambiente havia pessoas vendendo drogas aos adolescentes, mas ninguém foi preso. Duas conselheiras tutelares, também, foram ao local.
Após serem apresentados e ouvidos, os adolescentes foram encaminhados às suas famílias.