sexta-feira, 30 de junho de 2017

Foragidos de Pedrinhas presos com droga e arma em Teresina


 

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Geléia conseguiu fugir do cerco policial. Bope e Greco realizaram um cerco policial e no bairro Promorar, zona sul da capital piauiense

Foragidos de Pedrinhas presos  com droga e arma em Teresina
SÃO LUÍS - Os foragidos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas e acusados de roubo a banco no Maranhão e no Piauí foram presos durante incursão realizada pelo Bope e o Grupo de Repressão ao Crime organizado (Greco), na madrugada de ontem, no bairro Promorar, zona sul da capital piauiense. Em poder dos criminosos, a polícia apreendeu 12 quilos de maconha, um revólver calibre 38, seis munições, coletes e quantia de R$ 300.
O capitão do Bope, Evandro Vasconcelos, informou que no momento da abordagem policial Geléia conseguiu fugir, mas no local foi apreendida a droga e ocorreu a prisão de Uliana Costa Melo e Diego Alves Morais.
Ainda segundo o capitão, Geléia tem histórico de participação de roubo e furto a instituições financeiras no Piauí e Maranhão como ainda é foragido do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Enquanto, Diego Alves é acusado de ter participado ao assalto aos Correios de Coelho Neto, ocorrido no ano passado, e vários roubos em Teresina, no Piauí.
Mais prisão
Os policiais rodoviários federais prenderam ontem um homem, nome não revelado, que havia um mandado de prisão pelo crime de roubo majorado ao ser revistado por uma revista feita durante a madrugada de ontem, no KM 14 da BR 135, área da Estiva. O detido foi apresentado no Plantão de Polícia Civil do Itaqui-Bacanga, onde tomaram as devidas providências.
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RÁPIDA
A polícia informou que um policial militar, de nome não revelado, foi abordado por criminosos nas proximidades de sua residência, no Planalto Pingão, e teve a sua arma de fogo, colete balístico e a farda da corporação roubada. Os suspeitos fugiram em um veículo Fiat Siena prata, de placas não identificadas, e até a tarde de ontem não tinha registro de prisão.

Policia prende estupradores no norte do Piauí

Quatro suspeitos foram presos durante operação 'Proteção Integral' deflagrada pela Polícia Civil do Piauí nas cidades de Esperantina e Morro do Chapéu. A ação tem foco em investigações relacionadas a crimes de estupro de vulnerável, supostamente, praticados por parentes e pessoas próximas das vítimas. 
Ao todo foram expedidos sete mandados de prisão solicitados com base probatória colhida durante a investigação da Delegacia Regional de Esperantina.
Aguarde mais informações

Graciane Sousa
cidadeverde.


Agentes penitenciários vendiam celulares para presos em Parnaiba

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O delegado Laércio Evangelista, do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco), informou agora pouco ao Cidadeverde.com que um agente penitenciário foi preso em flagrante ao entrar no presídio com um aparelho celular. O equipamento era  para entregar a um preso. A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (29) a Operação Penitentes e prendeu três agentes penitenciários em Parnaíba, no litoral do Estado.
Segundo o delegado foi preso o agente José Maria Vieira Sobrinho, 45 anos, dentro do presídio de Parnaíba.
"Ele foi preso em flagrante ao entrar no presídio e iria receber R$ 150,00 do preso pelo celular. O agente seria conduzido coercitivamente, mas efetuamos a prisão em flagrante", contou Laércio Evangelista.
O secretário Estadual de Segurança Pública, Fábio Abreu, está em Parnaíba acompanhando a operação.  Por telefone, ele informou que a operação tem também efeito pedagógico.
"O objetivo é cortar o elo entre agentes e traficantes e mostrar que existe essa ligação e que estamos monitorando", disse Fábio Abreu. 


O delegado geral da Polícia Civil, Riedel Batista, informou que, durante as primeiras horas da Operação Penitentes, deflagrada nesta quinta-feira (29), dois agentes penitenciários foram presos suspeitos de facilitarem a entrada de drogas e aparelhos telefônicos na Penitenciária Mista de Parnaíba.  
Nesta operação foram cumpridos dois mandados de prisão, três de busca e apreensão e uma condução coercitiva. Todos relacionados ao combate dos Crimes de Corrupção Ativa e Passiva. 
“Essa investigação em relação aos agentes penitenciários durou quase um ano e visa, sobretudo, impedir que os agentes penitenciários facilitem a entrada de drogas, celulares e outros objetos na Penitenciária de Parnaíba. Nós já temos dois agentes presos, um conduzido e estamos buscando por novas informações”, comentou o delegado. 
A ação é uma parceria da Polícia Civil do Estado, por meio do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) com a Secretaria Estadual de Segurança. 
Tráfico de Drogas
Juntamente com a Penitentes, a Greco e a Secretaria Estadual de Segurança também deflagrou uma segunda operação que visa combater o tráfico de drogas e a comercialização de armas e munições durante o período de férias, no mês de julho, quando o número de visitações em Parnaíba – e cidades litorâneas na região – recebem grande fluxo de turistas.
Nesta operação estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão. Destes, cinco suspeitos de tráfico já foram presos e drogas e armas foram apreendidas.
A operação, coordenada pela Delegacia Regional de Parnaíba, por meio da Delegacia de Homicídios/Tráfico de Drogas/Latrocínio, conta com o apoio das Delegacias de Luís Correia, Buriti do Lopes e Cocal.
Hoje, às 11 horas, em Parnaíba, será realizada uma entrevista coletiva, na Delegacia Regional. Estará presente o Secretário Fábio Abreu, delegado regional Eduardo Ferreira, delegados Eduardo Aquino, Laércio Evangelista e demais Delegados de Polícia que participaram das operações. 

Carlienne Carpaso e Yala Sena
cidadeverde.

Charge do Duke


Charge O Tempo 28/06/2017

A fortuna de Aécio Neves


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De repente, Aécio recebeu as boas notícias
Bernardo Mello FrancoFolha
O senador Aécio Neves não pode reclamar da sorte. Em março, ele foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista. Sua irmã foi presa por negociar a entrega do dinheiro. Seu primo foi preso por receber o pagamento. Ele continuou solto, graças à imunidade parlamentar.
Em 2014, o tucano prometeu combater a corrupção e recebeu 51 milhões de votos para presidente. Depois da divulgação dos áudios, ele pareceu condenado à morte política. Faltaria cumprir o rito fúnebre, com a perda do mandato e da liberdade.
Aécio sumiu do Senado, mas continuou a se mexer nos bastidores. Mesmo afastado do comando do PSDB, ele ajudou a articular a permanência do partido na base do governo Temer. Aos poucos, sua fidelidade começa a ser recompensada.
BOAS NOTÍCIAS – Na semana passada, o tucano colheu três boas notícias. O Supremo Tribunal Federal tirou sua irmã da cadeia. O ministro Gilmar Mendes foi sorteado para relatar um de seus inquéritos por suspeita de corrupção. Para fechar o pacote, o Conselho de Ética arquivou a representação que pedia a cassação de seu mandato.
“Indeferi por falta de provas”, declarou o presidente do conselho, João Alberto Souza. O peemedebista é conhecido por ajudar colegas em apuros e já salvou figuras como Jader Barbalho e Renan Calheiros.
Nesta semana, Aécio voltou a ganhar motivos para sorrir. Na terça, o ministro Alexandre de Moraes foi sorteado para relatar outro inquérito sobre ele. No caso, o tucano é suspeito de receber propina na construção da sede do governo de Minas, que custou mais de R$ 2 bilhões.
SEM SUSPEIÇÃO – Até o início do ano, Moraes era filiado ao PSDB e recebia ordens do senador. Apesar disso, ministro não deu nenhum sinal de que vá se declarar suspeito para julgá-lo.
O dicionário “Houaiss” registra dois significados para o verbete “fortuna”: “boa sorte, felicidade, ventura” e “soma vultosa de dinheiro”. Como se vê, Aécio pode se considerar duplamente afortunado.

Indicada para ser “engavetadora”, Raquel Dodge pode decepcionar o Planalto


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Nada indica que Raquel vá abafar a Lava Jato
Leandro ColonFolha
A indicação da procuradora Raquel Dodge para a sucessão de Rodrigo Janot na chefia da Procuradoria-Geral da República naturalmente vem carregada de questionamentos. Dodge foi a segunda colocada na lista tríplice da categoria, ou seja, não seria a preferida número um dos colegas. É considerada adversária de Janot dentro da PGR e tem o nome vinculado nos bastidores a figuras próximas de Michel Temer, como o ministro Gilmar Mendes e o ex-presidente José Sarney.
Afinal, ela vai assumir o papel de engavetadora da Lava Jato e das investigações contra o presidente que a indicou para o cargo mais importante de sua carreira?
DESAFIO ÚNICO – É precipitado, para não dizer injusto, qualquer tipo de julgamento prévio sobre sua conduta no cargo de comandante do Ministério Público Federal.
Dodge terá pela frente um desafio único: expor-se a um país impactado pelas revelações de corrupção na alta cúpula da política, “melando” todo um trabalho feito nos últimos três anos, ou manter intacta sua biografia, cujo ápice foi a investigação do “Mensalão do DEM” em 2009, que desmantelou um esquema de roubalheira no governo de José Roberto Arruda no Distrito Federal.
É também um equívoco apostar que ela assumirá a chefia da PGR sem apoio da categoria. Dodge tem história e respeito dentro da Procuradoria.
ELEIÇÃO DIVIDIDA – Na eleição interna da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), obteve 587 votos, ante 621 de Nicolao Dino, uma diferença pequena e que mostra uma categoria dividida. Ela tem respaldo de boa parte dos colegas – até porque não está escrito em nenhum lugar que Temer deveria ter respeitado a ordem de escolha. Se assim fosse, nem lista tríplice haveria, mas um único nome seria levado ao Planalto.
Recentemente, Dodge disse à Folha ter “compromisso de integral e plena continuidade do trabalho contra a corrupção da Lava Jato, [operações] Greenfield, Zelotes e todos os demais processos em curso, sem recuar, nem titubear”.
Ela tem o direito e o dever de corrigir equívocos e abusos (que não são poucos) do Ministério Público Federal, mas será cobrada pela garantia que tem dado de assegurar o “compromisso” com a investigação contra a corrupção no país.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Excelente análise de Leandro Colon, diretor da Folha em Brasília, confirmando a informação de José Carlos Werneck aqui na TI. Nada indica que Raquel Dodge vá jogar na lata do lixo sua biografia, com quatro ministros do TSE fizeram recentemente. Certas biografias já estão até sendo transformadas em folhas corridas. O poder embriaga, às vezes constrói, mas também destrói. (C.N.)

Em boa hora, “The Economist” recupera e atualiza o pensamento de Karl Marx


Resultado de imagem para karl marx frasesVicenç NavarroNueva Tribuna (Espanha)
Uma das colunas mais conhecidas da revista semanal “The Economist”, a Bagehot (que tem como responsável Adrian Wooldridge) publicou, na edição de 13 de maio, um artigo que seria impensável encontrar nas páginas de qualquer revista econômica de orientação igualmente liberal, na Espanha [ou no Brasil].
Sob o título “O momento marxista” e o subtítulo “Os trabalhistas têm razão: Karl Marx tem muito a ensinar aos políticos de hoje”, Bagehot analisa o debate entre o dirigente do Partido Trabalhista do Reino Unido, Jeremy Corbyn, e seu ministro sombra da Economia e Fazenda, o John McDonnell, por um lado, e os dirigentes do Partido Conservador e os jornais conservadores Daily Telegraph e Daily Mail, por outro.
DEMONIZAÇÃO – Definir esse diálogo como debate é, sem dúvida, excessivamente generoso por parte da coluna Bagehot, pois a resposta dos jornais conservadores e dos dirigentes conservadores aos dirigentes trabalhistas é uma demonização tosca, grosseira e ignorante de Marx e do marxismo, confundindo marxismo com stalinismo, coisa que também acontece constantemente nos maiores meios de comunicação, em sua maioria de orientação conservadora ou neoliberal.
Uma vez descartados os argumentos da direita britânica, a coluna Bagehot passa a discutir o que considera as grandes profecias de Karl Marx (assim as define), para entender o que está acontecendo hoje no mundo capitalista desenvolvido.
MARX ACERTOU – O jornalista britânico conclui que muitas das previsões do velho economista Marx resultaram corretas. Entre elas destaca que a classe capitalista (que a coluna Bagehot insiste que continua a existir, ainda que não use esse termo para defini-la), a dos proprietários e gestores do grande capital produtivo, está sendo substituída – como anunciou Marx – cada vez mais pelos proprietários e gestores do capital especulativo e financeiro, que Marx (e a coluna Bagehot) consideram parasitários da riqueza criada pelo capital produtivo.
Essa classe parasitária é a que, segundo a coluna, domina o mundo do capital, sendo tal situação a maior responsável pelo “abusivo” e “escandaloso” (termo utilizado por Bagehot) crescimento das desigualdades.
Os capitalistas conseguiram cada vez mais benefícios, à custa de todos os demais. Para demonstrá-lo, o colunista do The Economist assinala que, enquanto em 1980 os executivos-chefes das cem mais importantes empresas britânicas tinham rendimento 25 vezes maior que o do empregado típico de suas empresas, hoje, ganham 130 vezes mais. As equipes dirigentes dessas corporações inflaram sua remuneração às custas de seus empregados, ao receber das empresas pagamentos (além do salário) por meio de ações, aposentadorias especiais e outros privilégios e benefícios.
MAIS PREVISÕES – Mais uma vez, a coluna Bagehot ressalta que Marx havia previsto o que ocorreu. E mais: a coluna descarta o argumento segundo o qual essas remunerações abusivas devam-se às exigências do mercado de talentos, pois a maioria desses salários escandalosos dos executivos foi atribuída por eles mesmos, através de seus contatos nos Comitês Executivos das empresas.
Marx e a coluna Bagehot questionam a legitimidade dos Estados, instrumentalizados pelos poderes financeiros e econômicos. As evidências acumuladas mostram que o casamento do poder econômico com o poder político caracterizou a natureza dos Estados.
A coluna Bagehot faz referência, por exemplo, ao caso de Tony Blair, que de dirigente do Partido Trabalhista britânico, passou a ser assessor de entidades financeiras e de governos indignos. Em qualquer outro país, poderíamos incluir uma longa lista de ex-políticos que hoje trabalham para as grandes empresas, colocando a seu serviço todo o conhecimento e contatos adquiridos no exercício do seu cargo político.
MONOPOLIZAÇÃO – Outra característica do capitalismo prevista por Marx – segundo a coluna Bagehot – é a crescente monopolização do capital, tanto produtivo como especulativo, que está ocorrendo nos países capitalistas mais desenvolvidos. Bagehot aponta como essa monopolização foi ocorrendo.
E, como se não bastasse, Bagehot assinala que Marx também tinha razão quando observou que o capitalismo cria pobreza por si só, através da redução salarial. Na realidade, Bagehot esclarece que Marx falava de “pauperização”, que é – segundo o colunista – um termo exagerado mas correto na essência, pois os salários foram baixando desde que a atual crise teve início, em 2008, de tal maneira que, no ritmo atual, a tão proclamada “recuperação” econômica não permitirá que se alcancem, por muitos anos, os níveis de emprego e de salário anteriores à Grande Recessão.
EXPLORAÇÃO – Além dessas grandes previsões, a coluna Bagehot ainda afirma que a crise atual não pode ser entendida, como observou Marx, sem compreender as mudanças dentro do capital, por um lado, e o crescimento da exploração da classe trabalhadora, por outro,
Pode o leitor imaginar algum grande jornal espanhol [ou brasileiro], seja de economia ou não, que permita a publicação de um artigo como esse? “The Economist” é o semanário liberal mais importante do mundo. Promove constantemente essa ideologia liberal. Mas alguns de seus principais colunistas são capazes de aceitar que, depois de tudo, Marx, o maior crítico do capitalismo, tinha muita razão.
Seria, repito, impensável que, em outros países, qualquer grande jornal publicasse tal artigo, com o tom e a análise que tornam a coluna uma das maiores da revista, assinada por um dos liberais mais ativos e conhecidos. A coluna e seu responsável não se converteram ao marxismo, com certeza. Mas reconhecem que o marxismo é uma ferramenta essencial para entender a crise atual.
OUTROS RECONHECEM – Na realidade, não são os primeiros que o fizeram. Outros economistas reconheceram essa verdade ainda que, em geral, não se enquadrem na sensibilidade liberal. Paul Krugman, um dos economistas keynesianos mais conhecidos hoje, disse recentemente que o economista que melhor havia previsto e analisado as crises cíclicas do capitalismo, como a atual, havia sido Michal Kalecki, que pertenceu à tradição marxista.
Onde a coluna Bagehot se engana, por certo, é no final do artigo, quando atribui a Marx políticas levadas a cabo por alguns de seus seguidores. Confundindo marxismo com leninismo, a coluna conclui que a resposta histórica e a solução que Marx propõe seriam um desastre. O fato de o leninismo ter uma base no marxismo não quer dizer que todo marxismo tenha sido leninista, erro frequentemente cometido por autores pouco familiarizados com a literatura científica dessa tradição.
FALTOU O EPÍLOGO – Na verdade, Marx deixou para o final o terceiro volume de O Capital, que deveria dedicar-se precisamente na análise do Estado. Por desgraça, nunca pude iniciá-lo. Mas o que ele escreveu sobre a natureza do capitalismo foi bastante acertado, de modo que não se pode entender a crise sem recorrer a suas categorias analíticas.
A evidência disso é claramente contundente, e o grande interesse que surgiu no mundo acadêmico e intelectual anglo-saxão, sobretudo nos EUA e no Reino Unido (onde “The Economist “ é publicado) é um indicador disso. Mas temo que o que está ocorrendo lá não se repetirá neste país (Espanha), onde os maiores meios de informação são predominantemente de desinformação e persuasão.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O oportuno artigo (tradução de Inês Castilho) foi enviado por Sergio Caldieri. E fica claro que defesa dos aspectos positivos do marxismo não é privilégio nem exclusividade da Tribuna da Internet. O capitalismo financeiro está oprimindo o mundo e a saída é o socialismo democrático dos países escandinavos. É preciso reconhecer que o equilíbrio sempre está no meio. (C.N.)