quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Comprada por FHC, a reeleição se tornou a mãe da corrupção


Resultado de imagem para reeleição + fhcSebastião Nery                     (Fotocharge reproduzida do site GGN)
Há 2.500 anos, na Grécia, Péricles chamou o povo para a praça pública e mandou decidir tudo pelo voto. Começava ali a civilização. Cada um valendo um. O voto é o homem como um animal igual. É a mais antiga e duradoura invenção social da humanidade. Com a roda, a pólvora, a eletricidade, o rádio, a televisão, a Internet, o homem mudou o mundo. Mas quem mudou o homem foi o voto. O voto fez o homem ser e se saber igual. Não enche barriga, mas derruba as tiranias.
A emenda da reeleição de Fernando Henrique foi comprada. A imprensa provou. Todo mundo sabe. Deputados renunciaram ao mandato com a boca na “botija” de Sergio Motta. A reeleição é uma rima de cão. É a vitória irrefreável da corrupção em todos os níveis: presidência, governadores e prefeitos.
INSULTO À NAÇÃO – Quando Fernando Henrique comprou a reeleição, Paulo Brossard, deputado, senador, ministro da Justiça e do Supremo Tribunal Federal, escreveu:
“A reeleição é um insulto à Nação, aos 150 anos do Brasil independente, a todos os homens públicos que passaram por este país. Se os generais tivessem querido, também teriam sido reeleitos. Não faltariam apoios.
Pois bem. Foi preciso que chegasse à presidência da Republica não um militar, não um general, mas um civil, não um homem de caserna, mas um professor universitário, para que o Brasil regredisse ao nível mais baixo da América Latina em matéria de provimento da chefia do Estado.
A Constituição brasileira, na sua sabedoria, proibiu a reeleição dos presidentes. Sempre se vedou a eleição de Presidente para o período imediato.
Bastou um presidente ambicioso e sem senso de respeito à visão histórica nacional, para que a Constituição mudasse a favor de seu intento”.
DISSE DA TRIBUNA – Josafá Marinho, senador, foi para a tribuna mostrar o crime da reeleição:
– “A Constituição de 88 instituiu a inelegibilidade absoluta, para os mesmos cargos, inclusive o presidente da Republica. Estipula a inelegibilidade relativa para os titulares que pretendam “outros cargos”, obrigando-os a renunciarem até seis meses antes do pleito.
– “Se o titular dos postos executivos está obrigado a renunciar para habilitar-se à eleição de “outro cargo”, por maior razão lógica há de ser compelido ao afastamento definitivo para a reconquista do “mesmo lugar”.
– “O fundamento moral e político de resguardo da liberdade do voto e de igualdade entre os candidatos, que o força a deixar o cargo pretendendo “outro”, cresce se seu propósito é ser reconduzido ao “mesmo” posto, de onde pode exercer influência preponderante no processo eleitoral”.
REELEIÇÃO COMPRADA – Não adiantou a reação dos dois ilustres juristas e da maioria da Nação. Fernando Henrique “ronivonou” o Congresso e a reeleição foi comprada.
(O ex-deputado RONIVON Santiago (ex-PFL, PMDB e PP) foi mascate da reeleição. O ex-deputado e delator da Lava Jato Pedro Corrêa (PP-PE) revelou que Ronivon admitiu ter recebido R$ 200 mil para apoiar a reeleição).
A reeleição é o princípio e o fim de todo tipo de corrupção por um motivo claro: no exercício do poder governadores, presidente e prefeitos têm muito mais força para negociar obras, superfaturar projetos e multiplicar apoios com dinheiro público. O Mensalão mostrou isso e o Petrolão tirou a prova dos nove, comprovando que reeleição rima com corrupção no mais alto grau de depravação.
Voto e alternância de poder são a mais antiga e duradoura invenção social da humanidade.

Suspensão do Fundo Eleitoral de R$ 1,7 bilhão será decidida no plenário do STF


Imagem relacionadaRenan Ramalho                          (Charge do Paixão, Gazeta do Povo)
G1, Brasília
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu submeter ao plenário da Corte a decisão sobre um pedido do Partido Social Liberal (PSL) para suspender Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), aprovado neste mês no Congresso para bancar as campanhas da disputa eleitoral do ano que vem. O fundo deve destinar cerca de R$ 1,7 bilhão de recursos públicos para os políticos gastarem em propagandas, comícios e viagens para captarem votos.
FORA DA PAUTA – Ainda não há data, no entanto, para o tema ser levado à deliberação pelos 11 ministros do STF. A pauta de novembro não inclui a ação, por enquanto.
Na ação protocolada no STF, o PSL diz que o dinheiro deixará de ser aplicado em saúde, educação, habitação e saneamento básico nos estados, já que será retirado das emendas parlamentares, verbas do Orçamento que deputados e senadores têm direito de indicar para suas regiões.
O partido também diz que o fundo deveria ter sido criado por meio de uma emenda à Constituição e não por projeto de lei comum.
DESAPROVAÇÃO – “A veemente desaprovação da sociedade brasileira e a pressão que seria feita junto aos parlamentares possivelmente inviabilizariam a aprovação de uma emenda constitucional para criar o FEFC. Daí a necessidade, do ponto de vista dos parlamentares, de criar o FEFC por meio de lei ordinária, ainda que em prejuízo da saúde, da educação, da habitação e do saneamento básico nos Estados federados e no Distrito Federal, contemplados em regra pelas emendas de bancadas estaduais de execução obrigatória”, diz a ação.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O Partido Social Liberal, presidido por Antonio de Rueda, tem três deputados federais. Diz defender o liberalismo, mas se classifica como esquerda, que parece uma contradição, mas não é. Pode ser possível defensor do liberalismo e, ao mesmo tempo, apoiar as causas populares. Basta ser uma pessoa de boa vontade. Da mesma forma, é possível ser comunista e apoiar algumas teses liberais. Basta ser uma pessoa de boa vontade. Ser capitalista ou comunista radical, nos dias de hoje, é raciocinar como um primata. O PSL está de parabéns por ter apresentado esta ação ao Supremo. (C.N.)

Marina Silva enfim responde a Ciro Gomes sobre a questão da “testosterona”


Imagem relacionada
O importante é discutir programas e ideias, diz Marina
Thaiza PauluzeFolha
“Quem tem compreensão política não age de acordo com o sabor das ondas.” Com essa frase, Marina Silva (Rede) respondeu à crítica feita por Ciro Gomes, pré-candidato pelo PDT às eleições de 2018. Ciro disse, em evento no dia 19 de outubro no Rio, que o “momento é muito de testosterona”.
“Não a vejo [Marina] com energia, e o momento é muito de testosterona. É mau para o Brasil, mas é um momento muito agressivo e ela tem uma psicologia avessa a isso”, declarou o ex-ministro.
Na saída de um debate sobre impactos econômicos do desmatamento, promovido pelo Instituto Escolhas e pela Folha, Marina defendeu que o importante é discutir programas e ideias.
PROJETO DE PAÍS – A ex-ministra do Meio Ambiente disse que agiu da mesma forma nas eleições de 2010 e 2014 e que essa postura é a sua contundência, sua energia. “É discutir projeto de país e não projeto de poder.” Disse ainda que em breve o partido fará o anúncio de quem concorrerá ao pleito.
Sobre a suposta crise ideológica da Rede, ela disse que “não há divergências”. Para Marina, todo o partido concorda com sua dinâmica, de uma “construção programática”.
Caso alguém queira deixar a sigla, no entanto, ela diz que é uma atitude democrática. “Aqueles que, porventura, não são acostumados com a cultura [da Rede], que gostariam de algo mais verticalizado, a exemplo dos partidos marxistas-leninistas, foram saindo mesmo”, disse em relação aos nomes que já abandonaram o partido desde 2010.
QUALITATIVO – “Estamos fazendo um trabalho de construção qualitativo, não apenas quantitativo”, afirmou a ex-senadora, que criticou a reforma política por dificultar o acesso dos partidos menores ao fundo partidário. “É uma assimetria muito grande, cerca de 96% dos recursos do fundo eleitoral ficarão com PT, PMDB, PSDB e DEM”, disse Marina. “Mesmo as candidaturas que têm legitimidade e inserção social não terão espaço na propaganda pública eleitoral.”
Apesar das dificuldades financeiras, Marina acredita que o “povo brasileiro” saberá reconhecer quem quer “passar o Brasil a limpo”. “Talvez a gente precise de uma experiência onde quem ganha é a postura e não a estrutura.”
Na última pesquisa Datafolha Marina está empatada tecnicamente em segundo lugar com o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera.

Doria sonha unir muitos partidos em torno do candidato do PSDB (que seria ele?)


Desde que se tornou político, Doria continua em campanha
Jeferson RibeiroO Globo
O prefeito de São Paulo, João Doria, disse nesta terça-feira que os partidos de centro precisam se unir nos próximos meses em torno de uma candidatura, caso contrário a eleição presidencial de 2018 será definida entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ).
Doria, que é cotado para ser candidato à Presidência pelo PSDB, disse que não será um agente “fracionador em São Paulo e nem no PSDB”. Para ele, se não houver essa aliança, um representante da direita radical, Bolsonaro, ou da esquerda radical, Lula, vencerá a eleição.
Segundo ele, Bolsonaro e Lula estão fortalecidos e isso “acendeu” a luz amarela entre os políticos que não defendem um dos polos radicais. Pesquisa Ibope, divulgada no final de semana pelo colunista Lauro Jardim, mostrou que o ex-presidente e o deputado federal têm a maior preferência do eleitorado frente a quase uma dezena de nomes apresentados aos entrevistados pelo instituto.
DOIS OU TRÊS MESES – “A hora é agora. Estamos a um ano da eleição. Se não aproveitarmos esses dois, três meses para consolidar uma aliança entre os partidos que têm essa mesma crença, a partir de abril será tarde” — alertou o prefeito, que nos últimos meses tem protagonizado um embate dentro do PSDB com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para ver quem disputará a Presidência.
Doria disse ainda que é necessário um amplo arco de alianças para garantir tempo de TV suficiente para apresentar um projeto de governo e vencer os candidatos que ele classificou como radicais.
Questionado se essa aliança envolveria o PMDB e o presidente Michel Temer, o tucano afirmou que não é uma aliança em torno do presidente, denunciado duas vezes pela Procuradoria-Geral da República por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução à Justiça.
UNIÃO DE PARTIDOS – “Não é em torno do Temer, mas o PMDB é uma sigla importante no processo de aliança no Brasil. O PMDB, o PSDB, o DEM, o PPS, o PP, o PR, O PRB, o PV, e o próprio PSB, ou parte dele. Não vejo candidatura vitoriosa no Brasil se esses partidos não estiverem aglutinados e unidos” — explicou o prefeito de São Paulo a jornalistas após fazer uma palestra na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
Doria negou que se aliar ao PMDB signifique um peso político para essa aliança, mas disse que nesse momento é preciso medir ônus e bônus para as eleições brasileiras.
“Nesse momento é a defesa do Brasil, não é a defesa nem do PSDB e nem do governo Temer. Se não houver capacidade de união desses partidos em torno de candidaturas maduras, efetivas e transformadoras, nós entregamos a eleição de 2018 para dois candidatos, para Lula e Bolsonaro. O bônus (dessa aliança) é uma candidatura fortalecida ajudar a criar esperança para o Brasil. O ônus é a falta de uma candidatura que unifique o país” — argumentou.
SEM INDICAR NOMES – Doria não quis apontar qual candidato poderia representar melhor essa aliança de centro. Segundo ele, primeiro é preciso unir os partidos para depois chegar aos nomes.
Questionado sobre uma eventual candidatura do apresentador Luciano Huck, ele disse que não acredita que ela seja capaz de aglutinar os partidos.
“Respeito e gosto muito do Luciano, que é meu amigo. Mas não creio que essa é uma força aglutinadora. Precisamos da força partidária” — sentenciou.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Doria é esperto e ardiloso. Aparentemente, estariao sua candidatura, para apoiar Alckmin, mas a verdade é bem diferente. Doria quer ser o candidato de consenso dos partidos de centro, mas ainda é muito cedo. Se não subir nas pesquisas, nem candidato será. E ficará na fila, esperando a vez. (C.N.)

Ibope: com indefinição alta, Lula e Bolsonaro dominam em todos os cenários


Pesquisas indicam uma tendência para polarização
Pedro do Coutto
A pesquisa do Ibope publicada segunda-feira pelo O GLobo e comentada nesta terça-feira pela Folha de São Paulo, apresenta um grau muito elevado de indefinição quanto às eleições presidenciais de 2018, mas em todos os cenários alternativos o ex-presidente Lula e o deputado Jair Bolsonaro lideram a preferência popular. Vale acentuar, com base numa observação do editor deste site Carlos Newton, que num levantamento espontâneo, portanto sem a colocação prévia de nomes, apenas 44% afirmaram já ter candidato, enquanto outros 56% não souberam responder. Mas mesmo assim Lula e Bolsonaro lideram.
Na hipótese de Lula não vir a ser candidato, o páreo, visto de hoje concentrar-se-ia nos nomes do mesmo Bolsonaro praticamente empatado com Marina Silva. Curiosa é a diferença entre os que votariam em branco ou anulariam, registrada pela Folha de São Paulo em sua edição online. Carlos Newton acentuou o fato. Entretanto, pode se supor que uma coisa é a pesquisa à base de opção de nomes. E outra a partir da manifestação espontânea dos entrevistados e entrevistadas.
ALTA INDEFINIÇÃO – Na primeira alternativa, 18% afirmaram que anulariam o voto ou votariam em branco. Na alternativa espontânea essa escala sobe para 26%, o que confirma o grau básico de indefinição. Os dois índices são muito elevados, levando-se em conta que normalmente a taxa dos que esterilizam o sufrágio oscila em torno  de 10%.
A explicação pode se encontrar na perspectiva dominada pelo desencanto e rejeição aos políticos em geral. Tanto assim que para 57%, os políticos não merecem confiança e tampouco em seus mandatos representam aqueles que os elegeram .
Esse grau de rejeição, a meu ver, tende até a se elevar. Basta ver a impopularidade do presidente Michel Temer comparada com as manifestações dos deputados que mais uma vez, barraram a hipótese de seu julgamento pelo STF. Assim, a mala de Rocha Loures perdeu-se na noite e o apartamento dos 51 milhões de reais ofuscou-se à luz do dia.
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LEI PARA PRIVATIZAR A ELETROBRAS
Reportagem de Geralda Doca, O Globo de ontem, terça-feira, destaca a necessidade de aprovação de lei pelo Congresso Nacional para a privatização da Eletrobrás. O presidente Michel Temer, esta é uma perspectiva, pode tentar realizá-la por medida provisória.
Entretanto, a medida provisória também exige aprovação pelo Congresso, o que, no caso da desestatização, torna-se impraticável. Por um motivo fundamental: a privatização por MP poderia ser alterada pelos deputados e senadores. No caso de rejeição parlamentar, como iria o Governo proceder? Devolução dos investimentos feitos em ações?
Dentro desse quadro, o único caminho é projeto de lei aprovado em plenário por Câmara e Senado. Mas como? No caso de Furnas, o Sindicato e Associação de Empregados estão realizando forte mobilização junto aos senadores e deputados federais. Aprovar tal lei, sobretudo a um ano das eleições, será muito difícil. Sobretudo porque o eleitorado é muito mais formado por trabalhadores das empresas do setor elétrico do que pelos prováveis compradores de ações na Bovespa.

Charge do Duke


Charge O Tempo 31/10/2017

Empate com Ciro, Alckmin, Dória e Dilma empolga Temer, que será candidato


Resultado de imagem para temer sai do hospital
Temer está animado e se prepara para a reeleição
Carlos Newton
O presidente Michel Temer estava em recuperação no Hospital Sírio Libanês, neste domingo, quando recebeu uma notícia que o deixou empolgado. A nova pesquisa do Ibope, antecipada pelo jornalista Lauro Jardim em O Globo, indica que, sem ser candidato, ele está empatado na quarta colocação com Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), João Dória (DEM?) e Dilma Rousseff (PT). Na resposta espontânea (“Em quem você vai votar para presidente?”), que é a mais importante, o Ibope registra que somente 44% dos eleitores já têm candidato, porque 30% estão indecisos, 26% estão decepcionados e pretendem votar em branco ou anular, perfazendo 56%, maioria mais do que absoluta.
Entre os 44% que já escolheram candidatos, 26% preferem Lula, do PT Depois, vem Jair Bolsonaro (PSC?, PEN?) com 9%; Marina Silva (Rede), 2%; Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), João Doria (DEM?), Dilma (PT?) e Michel Temer, com 1% cada; e outros candidatos, como Álvaro Dias (Podemos), Ronaldo Caiado (PP), Henrique Meirelles (PSD), Fernnando Haddad (PT?) etc., que juntos têm 3%.
REELEIÇÃO – O fato concreto é que Temer vai mesmo tentar a reeleição, embora tenha poucas chances. Como se sabe, ele contratou o marqueteiro Elisinho Mouco, que já está instalado com sua equipe no quarto andar do Planalto, tudo pago com recursos públicos, através das agências Isobar e Calia Y2, que pertence ao marqueteiro, mas está em nome do irmão dele, Gustavo Mouco.
A ideia inicial, de comparar Temer ao treinador Tite, que tirou a seleção brasileira da pior crise de todos os tempos, já foi abandonada, porque o treinador Felipão ficou revoltado ao saber que seria comparado à ex-presidente Dilma Rousseff e ameaçou processar Temer e a equipe de marketing.
A campanha para reeleição, porém, manteve o slogan “Agora é Avançar”, mas terá como base a recuperação da economia, tendo como base a teoria de James Carville, um dos marqueteiros do presidente Bill Clinton, criador da célebre frase: “É a economia, estúpido!”, ao explicar o crescimento da popularidade de Clinton.

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P.S. – Assim que recuperar totalmente a saúde, surgirá um novo Temer, decidido a conquistar as massas. Em sua opinião, a pesquisa do Ibope foi consagradora, ao mostrá-lo empatado com três políticos já em plena campanha, como Ciro, Alckmin e Doria. 
P.S. 2 – Com Lula fora da disputa, Temer acha que ficará tudo embolado e terá chances de se reeleger Como se sabe, sonhar ainda não é proibido. (C.N.)