Wanderson de Sousa Lima, também, foi encontrado com uma moto roubada
Wanderson Lima foi preso com uma moto roubada na área rural de Caxias. - Foto: Divulgação/ SSP-MA
IMPERATRIZ – Policiais civis lotados na Delegacia Regional de Caxias, cumpriram um Mandado de Prisão Preventiva expedido pela 2ª Criminal da comarca de Imperatriz em desfavor de Wanderson de Sousa Lima, 24 anos. A prisão foi efetuada na localidade denominada Água Branca, na zona rural da cidade de Caxias, na Região dos Cocais.
De acordo com a polícia, Wanderson de Sousa Lima, cujos pais moram em Imperatriz, o Mandado de Prisão é por homicídio. Quando foi preso, “Derson”, como, também, é conhecido, encontrava-se com uma motocicleta Honda Titan, cor vermelha, tomada de assalto de um idoso.
Preço caiu em mais seis estados, subiu em 17 e no Distrito Federal e ficou estável em Santa Catarina; dados foram divulgados pela ANP
levantamento foi divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis
SÃO LUÍS - Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros caíram no Maranhão e em mais seis estados, subiram em outros 17 e no Distrito Federal e não se alteraram em Santa Catarina nesta semana. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que não informou a referência para o Amapá. No período de um mês, os preços caíram em 17 estados e no Distrito Federal e subiram em outros oito - também desconsiderando-se o Amapá.
Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação subiu 0,50% na semana, para R$ 2,221 o litro. No período de um mês, acumula desvalorização de 2,84%. Na semana, a maior alta ocorreu em Alagoas (2,24%) e o maior recuo, no Maranhão (0,67%). No mês, o etanol subiu mais na Bahia (4,68%) e recuou mais no Piauí (4,18%).
No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,849 o litro, em São Paulo, e o máximo foi de R$ 3,999 o litro, no Rio Grande do Sul. Na média, o menor preço foi de R$ 2,221 o litro, em São Paulo. O maior foi registrado em Roraima, a R$ 3,72 por litro.
Etanol x gasolina
De acordo com os dados da ANP, compilados pelo AE-Taxas, o etanol deixou de ser competitivo ante a gasolina em Goiás, mas manteve a vantagem nos Estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e São Paulo nesta semana. No restante do País, o derivado de petróleo continua mais vantajoso.
Segundo o levantamento, o preço do etanol em Goiás equivale agora a 70,38% do da gasolina. Em Mato Grosso, a relação está em 66,93%; em Minas Gerais, em 68,25%; no Paraná, em 69,82%; e em São Paulo, 64,79%. O biocombustível tem a menor vantagem em Roraima, onde o preço equivale a 95,57% do valor da gasolina na bomba - a relação é favorável ao etanol quando está abaixo de 70%.
Em São Paulo, a gasolina tem cotação média de R$ 3,428 o litro, enquanto o etanol hidratado, de R$ 2,221 o litro.
Um desconhecido desferiu cinco tiros no comerciante, o último com a vítima já no chão.
Comerciante foi morto com cinco tiros, segundo as primeiras informações. - Foto: Divulgação/ Antonio Pinheiro
IMPERATRIZ – O comerciante Luís Carlos Euclides de Melo, também conhecido pelo apelido de Careca, foi assassinado a tiros na tarde deste sábado (30), em seu local de trabalho, um depósito de frutas na rua Paraíba, no setor Mercadinho, em Imperatriz.
O autor do crime deixou o local correndo até uma esquina próxima onde teria fugido com a ajuda de um cúmplice.
A motivação e autoria do crime, ainda, são desconhecidas da polícia, mas a forma como o homem foi morto sugere “encomenda”.
As informações repassadas por testemunhas dão conta que o autor dos tiros era um homem que estava trajando uma camisa azul e calça jeans. O último tiro foi com a vítima já no chão.
O comerciante morava no bairro Vila Nova, em Imperatriz.
Nas Olimpíadas, a estreia do Brasil será contra a África do Sul.
O frágil time japonês não foi uma ameaça para a seleção anfitriã das Olimpíadas de 2016. - Foto: Evaristo Sá/AFP
RIO DE JANEIRO - A Seleção Brasileira não teve dificuldades em seu último teste para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Na tarde deste sábado (30), no Serra Dourada, a equipe comandada por Rogério Micale derrotou o Japão por 2 a 0, com gols do atacante Gabriel e do zagueiro Marquinhos no primeiro tempo.
Apenas a etapa inicial foi empolgante para os torcedores que acompanharam o amistoso, já que a segunda serviu para Micale promover uma série de testes em sua formação. Muito mudado, assim como a frágil equipe japonesa, o Brasil preferiu valorizar a posse de bola e tornou-se menos criativo.
Nas Olimpíadas, a estreia do Brasil será contra a África do Sul, às 16 horas (de Brasília) de quinta-feira, no Mané Garrincha. Os outros adversários do grupo A são Iraque e Dinamarca, que farão o jogo preliminar de Brasília.
Já o Japão está no grupo B do torneio de futebol dos Jogos e enfrentará a Nigéria também na quinta-feira, às 22 horas (de Brasília), na Arena da Amazônia. Mais cedo, Suécia e Colômbia jogarão diante do público de Manaus.
O jogo
Em seu primeiro teste após a convocação para as Olimpíadas, a Seleção Brasileira evitou acelerar a partida nos primeiros minutos. O objetivo era estudar o Japão, com constante troca de passes e bastante movimentação do trio ofensivo formado por Gabriel, Gabriel Jesus e Neymar.
Não demorou para o Brasil perceber que o adversário não ofereceria grandes riscos. A partir dos 15 minutos, o time de Rogério Micale passou a rondar a área asiática, criando oportunidades de gol em sequência. Felipe Anderson, Neymar e Gabriel Jesus foram alguns dos que testaram o goleiro Nakamura.
Aos 32 minutos, o Brasil abriu o placar. Gabriel fez bela jogada individual ao arrancar pela intermediária, passar entre dois marcadores e chutar. A bola desviou na defesa japonesa e parou na rede.
Com o jogo sob controle e a torcida em festa no Serra Dourada, o Brasil começou a ser mais incisivo em suas investidas. Thiago Maia acertou o travessão em um chute de longa distância. Neymar fez o mesmo em uma cobrança de falta.
Aos 40, veio o segundo gol. Neymar bateu escanteio para a área do Japão, e Marquinhos subiu muito para cabecear a bola para dentro e ampliar o marcador. A vantagem deu tamanha tranquilidade ao Brasil que os atletas começaram a exagerar nas firulas até o final do primeiro tempo.
No segundo, Rogério Micale apostou nas entradas de Luan e Renato Augusto nos lugares de Rafinha e Felipe Anderson. O Japão trocou até de goleiro, Nakamura por Kushibiki, além de ter substituído Harakawa e Yajima por Oshima e Asano.
Mudado, o Brasil diminuiu bastante o ritmo, embora tivesse uma melhor saída de jogo com Renato Augusto no meio-campo. Micale, no entanto, estava mais interessado em promover testes. Mandou a campo William, Luan Garcia, Rodrigo Dourado e Walace nas vagas de Zeca, Rodrigo Caio, Thiago Maia e Gabriel.
O Brasil ficou desorganizado e sofreu com a falta de entrosamento no restante da etapa complementar. Incomodado com a falta de criatividade da equipe, Neymar recuou demais e ficou fora de seu posicionamento. O frágil time japonês, contudo, não era uma ameaça para a seleção anfitriã das Olimpíadas de 2016.
Ficha Técnica
BRASIL 2 X 0 JAPÃO
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 30 de julho de 2016, sábado
Horário: 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilson Lamoroux Riveros (Fifa-COL)
Assistentes: Humberto Cravivo Prieto (Fifa-COL) e John Alexander Leon Sanchez (Fifa-COL)
Público: 32.517 pagantes (total de 33.458)
Renda: R$ 1.508.070,00
Cartão amarelo: Oshima (Japão)
Gols: BRASIL: Gabriel, aos 32, e Marquinhos, aos 40 minutos do primeiro tempo
BRASIL: Uilson; Zeca (William), Rodrigo Caio (Luan Garcia), Marquinhos e Douglas Santos; Thiago Maia (Rodrigo Dourado), Rafinha (Luan) e Felipe Anderson (Renato Augusto); Gabriel (Walace), Gabriel Jesus e Neymar
Após várias denúncias, homem foi detido em flagrante, nesse sábado (30).
Com ele, foram apreendidos vários materiais, como bonés e pares de tênis. - Divulgação
SÃO LUÍS - Um homem identificado como Avelino de Jesus Almeida, de idade não revelada, foi detido, nesse sábado (30), após furtar uma loja de materiais esportivos na Avenida dos Holandeses, em São Luís.
De acordo com informações da polícia, Avelino de Jesus foi preso após denúncias de populares. Com ele, foram apreendidos bonés, mochila, bermudas, camisa, pares de tênis, entre outros materiais.
O suspeito foi conduzido ao Plantão Central do Parque do Bom Menino.
Dificilmente esta cena se repetirá, com tamanha adesão
Renan XavierO Globo
Dois meses e meio após o afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República, a participação de partidos políticos em atos pró-impeachment – que devem anteceder o julgamento – tende a ser mais tímida, embora as pautas sejam semelhantes às anteriores. Nos últimos atos que precederam o afastamento da presidente, os partidos da antiga oposição fizeram forte mobilização para a participação de seus simpatizantes. Em uma reunião às vésperas dos protestos do dia 13 de março, representantes de partidos aliados do interino Michel Temer convocaram oficialmente seus partidários. Desta vez, porém, adotam um discurso mais neutro sobre os protestos.
O presidente nacional do DEM, o senador José Agripino Maia (RN), afirmou que a legenda ainda irá avaliar a participação nos atos. Maia, que participou ativamente de protestos anteriores, disse que é preciso entender as motivações que levarão os manifestantes às ruas no próximo domingo.
– Vamos ver as razões das manifestações e avaliar se fará necessária a nossa participação – declarou.
INDEFINIÇÃO -Nos bastidores, parlamentares do PSDB dizem haver uma indefinição sobre a participação ativa do partido nos protestos. Alguns tucanos dizem que por estarem em posições estratégicas no governo Temer, figuras da legenda tendem a evitar sair às ruas. Em nota, o partido reafirmou o apoio às manifestações, mas não informou como está orientando os parlamentares sobre suas participações nos atos.
“No caso do afastamento da presidente da República, o partido reitera seu apoio a atos que demonstrem o absoluto respeito à Constituição. As investigações de denúncias também sempre contaram e continuam contando com o firme apoio do partido”, informou.
Outra legenda aliada de Temer, o PPS foi o único a convocar partidários para ir às ruas. Em vídeo divulgado nesta quarta, o presidente do partido, o deputado Roberto Freire (SP)]disse que as manifestações ainda serão importantes para a definição sobre o impeachment de Dilma.
– A democracia está sendo respeitada, e mais do que isso, está viabilizando esse novo rumo que o Brasil toma com o governo de transição. É necessário continuarmos mobilizados. Vamos à ruas! – disse Freire no vídeo.
ALÉM DE DILMA – Um dos organizadores do protesto do próximo domingo, o movimento Vem pra Rua informou que as demandas do grupo vão além do afastamento definitivo de Dilma. Os manifestantes defenderão também a permanência da Operação Lava-Jato, a aprovação das medidas de combate à corrupção pelo Congresso e o fim do foro privilegiado para políticos e agentes públicos.
Considerado como um dos principais movimentos de mobilização a favor do impeachment de Dilma, o Movimento Brasil Livre (MBL) informou que não irá convocar participantes para os protestos. De acordo com um dos líderes do grupo, Rubens Nunes, a eficácia de manifestações só irá acontecer próximo ao julgamento final de Dilma no Senado. Pelo andamento do processo, a decisão final ficará para o final de agosto.
– Teríamos uma eficácia reduzida. Em muitos casos, principalmente em estratégia e logística – afirmou Nunes.
BEM-VINDOS – Questionado sobre a participação de políticos e pré-candidatos nos protestos, Nunes disse que os manifestantes saberão distinguir quem está por seriedade ou por oportunidade eleitoreira.
– Eles serão bem vindos, mas devem saber que uma coisa é o pleito municipal e outra é o impeachment de Dilma. É leviano dizer que os políticos não tiveram participação no impeachment. Muitos deles ajudaram. E muito – declarou.
A previsão é que o Rio só deva receber no domingo protestos favoráveis ao afastamento definitivo de Dilma. Grupos que defendem a permanência da presidente querem se reunir apenas no dia 5, durante a abertura das Olimpíadas. A expectativa dos organizadores, inclusive, é que as mobilizações de domingo sejam um aquecimento para possíveis manifestações que ocorrerão durante o evento.
Vale deixar os tempos de líder sindical e de líder político, incluindo neles dois mandatos de presidente da República, para ficarmos apenas nos anos de ex-presidente. A conclusão é de que o homem endoidou. Basta referir que faz pouco aceitou tornar-se chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff para escapar do juiz Sérgio Moro, e agora acaba de recorrer ao Comité de Direitos Humanos das Nações Unidas pedindo abertura de processo e análise contra o referido magistrado.
A leitura é de que pretende sobrepor uma instância internacional às leis brasileiras, ou seja, insurge-se diante de nossa soberania. Caso os doutos juristas da ONU condenem Sérgio Moro, serão libertados todos os ladrões da Petrobras e adjacências hoje presos? E os investigados e processados?
Os advogados que induziram o Lula a esse recurso absurdo certamente não se encontravam no seu juízo perfeito, mas nem por isso o ex-presidente estará isento da principal responsabilidade pela loucura. Como interromper ou calar investigações promovidas por um Judiciário independente? Ainda mais acusando o juiz de abuso de poder ao interpretar a lei?
Pelo jeito, o ex-presidente está com medo de ser preso, apesar de Sérgio Moro haver sido tolerante quando já dispunha de instrumental para trancafiá-lo. Alguma coisa está para acontecer.