domingo, 31 de março de 2019

“Vam’borandá”, um dos muitos sucessos que marcaram a carreira de Edu Lobo

 

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Edu Lobo, um compositor de raro talento
Paulo PeresSite Poemas & Canções
O arranjador, instrumentista, cantor e compositor carioca Eduardo de Góes Lobo compôs “Borandá” (conjunção de “embora andar”), estilo bossa-protesto, onde também aparece o verso “Vam’borandá” (conjunção de “Vamos embora andar”). A letra da música retrata a procura do homem do campo por uma vida melhor na cidade. “Borandá” foi gravada no Lp A música de Edu Lobo pelo próprio autor, em 1964, pela Elenco/Polygram.

BORANDÁ

Edu Lobo
Deve ser que eu rezo baixo
(Pois meu Deus não ouve, não)
É melhor partir lembrando
Que ver tudo piorar
Vam’borandá, que a terra
Já secou, borandá
É borandá, que a chuva
Não chegou, borandá
Já fiz mais de mil promessas
Rezei tanta oração
Deve ser que eu rezo baixo
(Pois meu Deus não ouve, não)
Borandá, que a terra (…)
Vou-me embora, vou chorando
Vou me lembrando
Do meu lugar
É borandá, que a terra (…)
Quanto mais eu vou pra longe
Mais eu penso sem parar
Que é melhor partir
Lembrando
Que ver tudo piorar
Borandá, borandá, borandá
Vam’borandá

55 anos do golpe militar: A história de Cassandra Rios, a escritora mais censurada da ditadura

 

Em 31 de março de 1964, os militares davam o Golpe militar e instauravam a ditadura no Brasil; junto com o novo regime veio a censura, que perseguiu a escritora mais popular do país nos anos 70, Cassandra Rios

  
Vania Toledo Cassandra era pseudônimo de Odete Rios, nascida em 1932 em São Paulo

Vania Toledo Cassandra era pseudônimo de Odete Rios, nascida em 1932 em São Paulo

BBC NEWS BRASIL
Ninguém foi mais perseguida pelos censores da ditadura militar brasileira (1964 - 1985) do que Cassandra Rios, escritora recordista em vetos durante o regime, com 36 dos seus 50 livros publicados censurados durante a vida - fora algumas edições  
"Cassandra Rios incomodou os militares por várias razões. A principal delas é o conteúdo erótico de seus livros, contrário a 'moral e aos bons costumes', como se dizia na época", explica Rodolfo Londero, professor da Universidade Estadual de Londrina e autor do livro Pornografia e Censura: Adelaide Carraro, Cassandra Rios e o Sistema Literário Brasileiro nos anos 1970.
Nascida em 1932, em Perdizes, bairro classe média alta de São Paulo, Cassandra era pseudônimo de Odete Rios. Em 1948, aos 16 anos, publicou seu primeiro livro, A Volúpia do Pecado, uma história de amor entre duas adolescentes, se tornando a primeira autora do país de romances eróticos voltados ao universo homossexual feminino.
Na época, após ter sido rejeitado por todas as editoras de São Paulo, A Volúpia do Pecado foi publicado pela própria Odete com dinheiro emprestado pela mãe, dona Damiana, uma imigrante espanhola burguesa e católica. Sob o pseudônimo de Cassandra Rios, originalmente a sacerdotisa grega que profetizou o episódio do "cavalo de Troia", o livro de estreia fez tanto sucesso que chegou a ser reeditado nove vezes em pouco mais de dez anos.
Até que, em 1962, foi proibido e tirado de circulação por ofender os valores familiares. Entre 1964 a 1985, anos da ditadura, outras três dezenas de livros da escritora seriam proibidos.
Para Londero, mais que o conteúdo erótico e homossexual, foi a combinação de duas características perigosas aos olhos dos militares que transformaram Cassandra Rios na "escritora maldita", modo como era chamada pela ditadura: a sua sexualidade - a escritora era assumidamente lésbica - e a sua popularidade.
"Enquanto escritora, Cassandra sabia se comunicar com as classes populares", afirma o pesquisador. "Enquanto lésbica, sabemos, baseados em farta documentação, que a ditadura considerava perigosa qualquer orientação sexual que escapasse da heteronormatividade."
"A sociedade rotula o homossexual como cachaça de macumba, não como uísque", brincou a escritora em 2001, pouco antes de morrer, ao lembrar da sua trajetória.
Documento oficial mostra parecer de censor vetando livro de Cassandra, 'Copacabana Posto 6'

Documento oficial mostra parecer de censor vetando livro de Cassandra, 'Copacabana Posto 6'

BBC NEWS BRASIL
Apesar da perseguição recorde, Cassandra Rios se tornou a primeira escritora brasileira a vender 1 milhão de exemplares, meta alcançada em 1970, superando escritores populares de sua época, como Jorge Amado, Clarice Lispector e Érico Veríssimo. Foi, ainda, o primeiro caso conhecido de uma escritora nacional a viver exclusivamente da venda de seus livros, nunca tendo exercido outra profissão.
"Mesmo censura após censura, Cassandra era persistente, continuava escrevendo", conta Londero. "No final, a própria censura ajudou a transformá-la em um mito. Mais que um xingamento, a fama de 'escritora maldita' se transformou em um rótulo lucrativo para as editoras."
Pesquisas da professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP Sandra Reimão estimam que 450 livros tenham sido censurados nos 21 anos de ditadura militar, regime que teve início no golpe de Estado de 31 de março de 1964.

Perseguida e queimada

Ainda que fosse um sucesso de vendas entre os anos 1950 a 1980 - e de popularidade, diga-se de passagem, já que personalidades como Jorge Amado e o Bandido da Luz Vermelha eram fãs declarados da escritora - Cassandra foi perseguida e tirada de circulação com tanta ferocidade pelos militares que até hoje é difícil encontrar seus mais de 50 livros em livrarias e sebos.
"Com os direitos autorais que recebia da venda dos livros, a tia Odete levava uma vida muito confortável", lembra Liz Rios, sobrinha da escritora. "Ela [a tia] tinha o apartamento em que morava, tinha uma casa em Interlagos [zona sul de São Paulo], uma chácara em Embu das Artes e alguns carros, além da própria livraria, onde ela vendia seus livros".
Com a perseguição dos censores, Cassandra foi à falência em 1976, ano em que 14 obras da escritora foram censuradas em apenas seis meses. "Ela perdeu quase tudo e teve de fechar a livraria. Lembro que ficou arrasada nessa época, sem chão", conta a sobrinha.
"Em geral, os escritores exerciam o ofício da literatura não como forma de renda, pois trabalhavam em outras atividades. Mas Cassandra era uma escritora profissional", conta Londero, explicando que a romancista foi a única escritora de sua época a viver exclusivamente da venda de seus livros no Brasil, tendo sido uma das pioneiras na profissionalização do escritor no país.
Para sobreviver, Cassandra passou a colaborar com artigos para revistas e jornais e criou um pseudônimo, Oliver Rivers, para conseguir publicar livros e equilibrar as contas.
"Engraçado que com o pseudônimo masculino, a tia Odete conseguia passar pela censura e vender os livros, igualmente eróticos. Isso comprova que a perseguição era contra a pessoa Cassandra, e não só contra sua literatura", afirma Liz, lembrando que a tia era levada pelos DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) para depor com frequência, livro após livro.
E para onde íam os livros apreendidos de Cassandra? Segundo a professora Reimão, que é autora do livro Repressão e Resistência - Censura a Livros na Ditadura Militar, provavelmente muitos foram para o fogo. Por isso, muitos livros dela estão fora de circulação.
"Na documentação censória preservada no Arquivo Nacional de Brasília, há dezenas de ofícios do governo dos militares comunicando a incineração do material apreendido", explica Reimão. "Ou seja, as centenas de livros confiscados e guardados em depósitos pela censura usualmente eram incinerados, e não só apreendidos", explica.
Aqueles que conseguiam comprar as obras proibidas de Cassandra liam os livros com receio de serem descobertos.
"Escondiam meus livros debaixo do colchão, meu nome virou palavrão!", contou a escritora em uma entrevista dada em 2001 à revista TPM.

A santa vaca

A vida de Cassandra Rios se tornou ainda mais difícil a partir de 1968, com a promulgação do Ato Institucional número 5 (AI-5), que oficializou a censura no país.
"O AI-5 dava poder ao governo de cassar mandatos, suspender direitos políticos e garantias individuais, além de censurar a divulgação da informação, a manifestação de opiniões e as produções culturais e artísticas, incluindo livros", explica Reimão.
Como contaria depois, escritora criou A Santa Vaca como resposta à perseguição por militares

Como contaria depois, escritora criou A Santa Vaca como resposta à perseguição por militares

Reprodução
O endurecimento da censura pelo AI-5 trouxe diversas consequências para Cassandra Rios - para além da falência. Em uma entrevista à revista Realidade, em março de 1970, a escritora revelou que a censura lhe causava abalo emocional e decepção.
"Sou uma criatura simples, comum, cheia de problemas, triste e amarga. A vida de escritora tem sido muito dura para mim", disse Cassandra.
Além do forte moralismo usado como método para barrar uma obra, Reimão conta que a censura a livros, principalmente entre 1964 a 1968, era executada na base de "batidas policiais, apreensões de exemplares, confisco e coerção física".
Além das abordagens agressivas, o escritor censurado era intimado a depor sobre sua obra.
"Era comum que os escritores fossem chamados à delegacia ainda muito cedo. Lá, tomavam um 'chá de cadeira' que durava o dia inteiro, para serem interrogados somente no final do dia. Imagine o que passava pela cabeça de um escritor censurado pela ditadura enquanto esperava essas longas horas na delegacia", acrescenta Londero. "Era uma forma sutil de tortura psicológica, de intimidação da ditadura."
"A tia Odete nunca disse isso, mas com certeza tinha medo dos militares. Ela era muito reclusa, quase não saía de casa. Acho que a perseguição da ditadura a deixou assim, reservada", opina a sobrinha. "Com certeza ela morreu decepcionada com a ditadura."
Enraivecida com a censura de suas obras e com o rótulo de pornográfica - Cassandra não gostava desse estereótipo -, a escritora publicou A Santa Vacaem 1978, uma espécie de resposta à perseguição e difamação causada pelos militares.
"Escrevi A Santa Vaca de raiva", disse a autora quando questionada se o objetivo do título do livro, que conta as fantasias eróticas por trás de uma jovem considerada boa moça, era chocar. "De tanto me perseguirem, resolvi fazer pornografia, então fiz esse livro. Na introdução, está a minha intenção, [mostrar] a força da mulher ao ser chamada de prostituta", contou Cassandra Rios.

Pornográfica igual a comunista

Cassandra foi convidada por político a concorrer às eleições de 1986 e aceitou o convite: se candidatou a deputada estadual por São Paulo pelo PDT

Cassandra foi convidada por político a concorrer às eleições de 1986 e aceitou o convite: se candidatou a deputada estadual por São Paulo pelo PDT

Reprodução
Ser chamada de pornográfica nos anos 1970 era tão perigoso quanto ser chamada de comunista e, em muitos casos, poderia significar a mesma coisa.
"A liberação sexual estava intimamente ligada aos movimentos contraculturais, que, por sua vez, estavam ligados ao pensamento de esquerda", explica Londero. "Por isso, aos olhos da ditadura, editoras que publicavam qualquer coisa sobre a temática de sexualidade eram verdadeiras inimigas do Estado por serem promotoras da revolução sexual entre os brasileiros, sendo consideradas pelos militares ainda mais perigosas que a própria revolução socialista".
"Uma das conclusões dos meus estudos sobre censura na década de 1970 é que não é possível separar o universo moral do político", afirma Reimão. "Isso significa que, para os censores, havia uma correlação entre a destruição dos valores morais, promovida pela temática da sexualidade, e a destruição da segurança nacional, representada pelos temas políticos."
Porém, além de não se considerar pornográfica, Cassandra não conseguia entender por que o erotismo era algo a ser combatido pelos ditadores. "Pornografia é a intenção deliberada de chocar [...] é o sexo pelo sexo. Nos meus livros, o sexo só acontece em função do amor, para realiza-lo plenamente e sem preconceitos", esclareceu a escritora na entrevista à revista Realidade.
Nos anos 1990, a escritora ganhou um programa na Rádio Bandeirantes. Durante uma entrevista ao vivo com o ex-governador paulista Adhemar de Barros, Cassandra foi convidada pelo político a concorrer às eleições de 1986, eleições que marcaram o fim da ditadura. Ela aceitou o convite e se candidatou a deputada estadual por São Paulo pelo PDT, mas não foi eleita.
"Se ela [Cassandra] se considerava uma subversiva? Talvez sim", reflete a sobrinha Liz. "O fato é que ela foi uma pioneira. Foi ela quem deu o pontapé inicial, ainda nos anos 50, para que hoje discutíssemos temas ligados ao público LGBT".
Cassandra Rios morreu em decorrência de um câncer em 2002, aos 69 anos, no Dia Internacional da Mulher, 8 de março. Ela nunca quis ter filhos e chegou a casar-se na igreja aos 18 anos, com um amigo. A união, contudo, era de fachada tanto para ele quanto para ela, que queria sair de casa sem chocar os pais.
Apesar disso, a sobrinha conta que tanto a sexualidade quanto os livros da tia, "uma mulher que era amorosa com os familiares e inteligente", são motivos de muito orgulho para a família Rios. Liz acredita que se a tia Odete ainda estivesse viva, "ela estaria chocada com o conservadorismo, principalmente na política. Os tempos atuais a fariam lembrar tudo o que sofreu na ditadura por ser lésbica".

Reforma trabalhista de Temer não abriu novos empregos, mas conseguiu reduzir os salários

 

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Charge do Bruno Galvão (arquivo Google)
Vanderson Tavares
Na última quarta-feira (27/03), recebi uma mensagem pelo WhatsApp de uma amiga dizendo que havia sido demitida da empresa que trabalhava. Assim como eu, ela também é do mercado offshore (trabalha embarcada em plataformas petrolíferas). Sabe qual o motivo da demissão? Não aceitou reduzir seu salário em 30%… isso mesmo que você leu. Agora é assim. Essa reforma trabalhista do governo, destinada a abrir empregos, deixa o trabalhador cara a cara com o patrão. Ou você aceita a redução salarial ou rua.
Minha amiga é uma excelente profissional, muito experiente e com capacitação extraordinária. Com certeza será substituída por uma profissional recém-formada (que também precisa trabalhar) e que aceitará um salário muito menor do que a antiga ocupante da função. E assim será daqui pra frente e para pior.
LEIS DO MERCADO – Há quem defenda essa situação, alegando que se trata de “leis do mercado”, mas o fato concreto é que a reforma trabalhista, além de reduzir salários, vai diminuir cada vez mais o número de trabalhadores formais, de carteira assinada, que estão sendo substituídos pelos MEIs (microempresários individuais, que nada tem de empresários, são apenas trabalhadores sem direitos).
O que deveria ter sido feito era uma reforma tributária, pois ao invés de mexer com os direitos do trabalhador, deveriam ter mexido com os altos impostos pagos pelos empresários, mas isso os políticos não querem, pois aí acaba a “mutreta”. Quem iria pagar as regalias dos políticos do Brasil a fora? Quem iria pagar os planos de saúde dos funcionários do Judiciário, que inclusive é extensivo aos “pais” e “netos” dependentes (coisa que nem mesmo a iniciativa privada faz)? Quem banca essas regalias são os impostos pagos pelos cidadãos.
NOVO GOVERNO – Eu até acreditava no Bolsonaro, mas com meninos dele interferindo em tudo, fica difícil confiar. Aliás, Eduardo parece ser o menos “espírito de porco”, mas também interfere. De qualquer forma, é muito pouco tempo para julgarmos, pois são apenas três meses de mandato.
Temos que continuar torcendo, pois é o que nos resta. Mas gostaria de ver Bolsonaro cumprindo suas promessas e defendendo os interesses nacionais, preocupando-se com a abertura de empregos e garantindo os direitos dos trabalhadores. Mas por enquanto, só resta pedir a Deus que nos proteja, porque até a Previdência dos pobres está sob ameaça.

Por que as mineradoras não operam no sistema sem barragem, que já é usado em Itabirito?

 

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Nas barragens, juntam-se os descasos estatal e das mineradoras
Christian Cardoso
Conforme o Dr. Jorge Béja explicitou de maneira clara e precisa na Tribuna da Internet, a população dessas áreas onde existem barragens de mineradoras está refém de quem tem o dever de protegê-la, seja na esfera da estatalidade, seja naquela dos agentes econômicos que exploram os recursos minerais.
Em meu humilde entendimento, esses agentes econômicos e, especialmente, as esferas da estatalidade (vez que os recursos minerais são bens públicos, como o Sr. Béja indicou), deveriam atuar pesadamente com todos instrumentos possíveis para evitar novos “rompimentos” os quais, como demonstrado no artigo, potencial ou efetivamente, barbarizam a realidade dessas pessoas.
EXEMPLO DE ITABIRITO – Vemos que após o rompimento de uma barragem em Itabirito/MG, em 2014, que vitimou tr~es operários, a empresa passou a utilizar o “processamento a seco” (talvez tangenciam-se alguns dos questionamentos feitos aqui na TI pelo comentarista Francisco Menezes, às 02h39m).
Se, quanto à tragédia de 2014 supracitada foi possível obrigar a empresa a operar o “processamento a seco”, por que a demora em estabelecer prazo para que as demais minerações trabalhem no mesmo sistema?
O atrofiamento da estatalidade em face desses agentes econômicos e concomitante agigantamento em relação às pessoas simples do povo, que sofrem os efeitos nefastos dessas atividades, sinalizam conteúdo muito distante de um regime que se pretenda democrático, conforme explicitado no artigo do Dr. Béja.
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Ex-BBB Maycon sobe a temperatura ao posar sem roupa para revista

 

No reality show, o vendedor de queijos se envolveu com Isabella. Confira as fotos sensuais do rapaz

Rômulo Alberto/Brazilian Male Model
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RÔMULO ALBERTO/BRAZILIAN MALE MODEL
Saullo Brenner
 
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Eliminado do Big Brother Brasil 19, Maycon, 27 anos, esbanjou os dotes ao posar sem roupa para a revista americana Brazilian Male Model. O rapaz — que nunca mostrou timidez diante das câmeras na casa mais vigiada do Brasil — fez a temperatura subir com a publicação para lá se ousada.
Nos cliques, feitos pelo fotógrafo Rômulo Alberto, o vendedor de queijo exibe o corpo malhado e faz carão ao surgir de toalha. Em outros momentos, aparece usando uma sunga azul, deixando em evidência as pernas pelas quais a ex-BBB Isabella já deslizou os dedos.
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No reality show, Maycon se envolveu com a estudante de medicina, que decidiu descartá-lo muito antes de o rapaz ser indicado ao Paredão e deixar o jogo. Não demorou muito para a loira também ser desclassificada, mas o romance entre eles não vingou. Ambos seguem solteiro e esbanjando beleza por aí.