segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Sem provas, Bolsonaro volta a questionar segurança da urna eletrônica

 

 

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a sugerir neste domingo (29), sem provas, que o voto eletrônico no país não é confiável. Ele votou na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, zona oeste do Rio, por volta das 10h40.

Bolsonaro ficou cerca de 15 minutos no interior do colégio e, na saída, falou por cerca de meia hora com a imprensa. Ele defendeu o voto impresso e disse que tem conversado com lideranças do Congresso sobre o tema, acrescentando que essas mudanças dependem somente do Executivo e do Legislativo. Bolsonaro também disse que a apuração tem que ser pública.

“A minha eleição em 2018 só entendo que fui eleito porque tive muito, mas muito voto. Tinha reclamações que o cara queria votar no 17 e não conseguia. O que aconteceu em muitas sessões? Vão querer que eu prove, é sempre assim. O cara botava um pingo de cola na tecla 7, um tipo de adulteração”, afirmou, sem apresentar provas para a acusação de fraude.

Depois de comparar em pronunciamento oficial a Covid-19 com uma gripezinha, o presidente também voltou a afirmar que nunca fez essa comparação. Bolsonaro disse que a imprensa distorceu sua fala, e que afirmou, na verdade, que a Covid seria uma gripezinha para ele, e não para todos.

De máscara, o presidente chegou acompanhado por seguranças, conversou e tirou fotos com cerca de 20 apoiadores que o aguardavam no local de votação.

O apoio de Bolsonaro ao prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) não foi o bastante para alavancar sua candidatura, conforme indicam as pesquisas eleitorais. Na véspera do segundo turno, segundo o Datafolha, Crivella tinha 32% dos votos válidos, contra 68% de seu adversário, o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM).

Ciro Nogueira admite derrota: “população não está escolhendo o melhor”

 

 

O senador Ciro Nogueira (Progressistas) esteve com o candidato Kleber Montezuma (PSDB) na manhã deste domingo (29) e, em entrevista à imprensa, admitiu que é grande a possibilidade de vitória do Dr. Pessoa, e ressaltou que a população está fazendo uma escolha errada ao optar pelo MDB.

De acordo com o senador, é notável que há um candidato favorito. “Aqui na capital já sabemos que tem um candidato favorito, que é o candidato da oposição. Eu continuo achando que a população tem que mudar com responsabilidade, todos sabemos que o melhor candidato é o professor Kleber, é o mais competente e preparado, ele se preparou a vida toda para essa eleição”, declarou.

Ciro disse ainda que, mesmo Dr. Pessoa sendo uma liderança carismática, Montezuma é o que possui mais competência para ocupar o cargo de prefeito. “Teresina pode escolher entre um candidato gente boa, querido, que é o Dr. Pessoa, e um candidato sério e competente. Nessa escolha, eu fico com o competente, pois no próximo ano a educação, saúde e estrutura da capital vai precisar de uma pessoa competente e por isso estou ao lado do Kleber”, frisou.

O senador reconheceu que os teresinenses estão votando nestas eleições movidos por um desejo de renovação, contudo, na avaliação dele, o povo não está escolhendo uma mudança para melhor. “Existe um desejo de mudança, esse grupo político faz tempo que comanda a prefeitura, mas eu acho que a população não está escolhendo o melhor, está escolhendo com esse sentimento de mudança. Eu não estou surpreso, não torço contra minha cidade, mas acho que é uma escolha errada, temos só que respeitar”, avaliou.

Para Ciro Nogueira, mesmo que as pesquisas eleitorais tenham apontado vitória de Dr. Pessoa, ele segue defendendo Kleber Montezuma. “As pesquisas estão dizendo isso [quem deve ganhar], eu estou torcendo e lutando até agora para que isso não ocorra, pois acho que o Kleber é o melhor para Teresina. Espero que Teresina faça hoje a escolha de um prefeito competente e sério, que é o professor Kleber Montezuma”, finalizou.(Gp1)

Dr. Pessoa: A mudança que Wellington Dias quer!

 

 

Sábado, véspera do segundo turno em Teresina. O governador Wellington Dias (PT) vestiu sua camisa com número 13 e mandou seu recado: a mudança que ele quer para Teresina é a vitória de Doutor Pessoa (MDB). No apelo que circula nas redes sociais, usou o mesmo bordão que deu nome às coligações de suas três últimas campanhas para o Governo do Estado, “vitória com a força do povo”.

É verdade, o povo já votou e elegeu Wellington 4 vezes governador em primeiro turno. Mas beneficiado de verdade, só o povo dele. O petista nunca foi de emprestar capital eleitoral para ninguém. Nunca incentivou que alguém pudesse ser enxergado como “líder”. Está fazendo os dois agora com Dr. Pessoa.

Estranho, né?

É bom refletir se a mudança que faz bem a Wellington faz bem ao povo de Teresina ao mesmo tempo.

Veja o vídeo abaixo e o seu sonho de mudança é igual ao Wellington, como ele diz:

A participação de Wellington Dias foi definitiva no percurso da campanha de Pessoa, desde o patrocínio direto e indireto de ataques em redes sociais – qualquer investigação séria encontra o rastro da sujeira nas redes sociais – até a chantagem eleitoral de lideranças e grupos políticos, como aconteceu imediatamente após o resultado do primeiro turno. Tudo, claro, passando também pela intimidação da imprensa e o uso da máquina diretamente na campanha. Disparos em massa de mensagens eleitorais e lavagem de dinheiro para caixa 2 de campanha já são investigações em curso dentro da Polícia Federal.

De todo modo, pelos motivos certos ou errados, a decisão do voto quem toma é o eleitor. E seja qual for o resultado, é hora do eleitor se responsabilizar por ele. (Marcos Melo)

Apesar de Boulos, esquerda toma surra nas urnas nas eleições 2020

 

 

O apoio do ex-presidiário Lula foi decisivo no segundo turno das eleições municipais, mas no sentido negativo.Lula ‘tóxico’ vira um problema até para Guilherme Boulos em São PauloConhecido pela temperatura baixíssima do pé, Lula não impediu que o declínio do PT

Das 18 disputas (15 do PT) citadas pelo petista nas redes sociais para pedir votos, os candidatos do petista ganharam em apenas cinco.

A derrota do PT se somou aos maus resultados dos principais partidos de esquerda, que saíram das eleições deste ano com cerca de 370 prefeituras a menos, em relação a 2016. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Partido parceiro do PT, o PCdoB de Manuela D’Ávila amargou a pior derrota dentre todos os partidos de esquerda.

Apesar da votação de Boulos, o Psol também teve desempenho modesto, exceto pela eleição de Edmilson Rodrigues em Belém.

Conhecido pela temperatura baixíssima do próprio pé, o ex-presidente não impediu que o PT perdesse 30% das “suas” prefeituras.

Nas mineiras Contagem e Juiz de Fora, além das paulistas Diadema e Mauá, o favoritismo passou longe e tiveram vitórias petistas apertadas.

‘Foram despejados’, afirma Robert Rios sobre resultado da eleição

 

 

Vice-prefeito eleito de Teresina, Robert Rios (PSB) comentou o resultado das eleições em Teresina.

“Acho que foi uma campanha bonita, Dr Pessoa é um gigante, Teresina viu o tamanho da alma dele, do coração dele”, disse.

“Tucanos estão há tantos anos no poder que estava automático, hoje viram que do povo emana o podre, eles foram despejados”, completou.

Robert disse ainda que vai fazer parte da equipe de transição e que o Dr Pessoa deu essa missão pata ele. Além disso, afirmou que faz questão de fazer uma análise profunda sobre a situação da prefeitura.

Juliana M. Sousa cumprimenta Robert Rios pela vitória em Teresina

 

 

Ex-deputada Juliana parabenizando o vice-prefeito eleito de Teresina, Robert Rios Magalhães. 

Depois de décadas, o combinado do então ex-prefeito Wall Ferraz é derrotado na capital. 

Ciro X W. Dias: o que vai dar de prefeito filando…

 

 

No meio político, as apostas agora é que o Piauí terá  dois governos a partir de janeiro 2021. O Governo de Welington Dias, que espera botar à mão nos empréstimos para correr pro interior, e o senador Ciro Nogueira, que também fará “chover” obras do governo federal no estado.

Tomara que nessa guerra os municípios acabem ganhando por que se não, vai parar nas mãos de empreiteiros e prefeitos.(Por:Silas Freire)