Francisco Vieira
O Estatuto do Desarmamento só desarmou o cidadão honesto e não atingiu os marginais que obtém suas armas por meios ilegais. Também permite que os ricos e as autoridades continuem portando armas ou recorrendo a guarda-costas armados, afinal, podem pagar por segurança privada. Para essas pessoas, membros da “Casta Superior”, as armas são boas e conferem proteção eficaz, tanto para suas propriedades quanto para seus familiares.

Hoje para cada policial que faz a segurança da sociedade, existem cinco seguranças particulares fazendo a segurança das autoridades! Quem não puder pagar, que se dane!
Para os demais cidadãos da “Casta Inferior” (os pagadores de impostos como você), as armas são ruins, não servem para nada e só causam desgraças. Não vale a pena serem empregadas para defenderem essas famílias.
Essa “elite” o considera um incompetente, um incapaz que não tem a menor chance diante de um bandido armado (em caso de assalto, não reaja! Em caso de estupro, relaxe e goze!). Além disso, você é visto como ignorante, rude, violento, alcoólatra e covarde e, se tiver uma arma na mão, vai matar sua esposa, seu vizinho, seus amigos no bar e outros motoristas no trânsito.
O então Ministro da Justiça, Marcio Tomaz Bastos, disse claramente: “O desarmamento não é para tirar armas dos criminosos, mas do homem de bem”.
Se as autoridades acreditassem nesse Estatuto elas seriam as primeiras a dispensar os seguranças armados. Você conhece alguma que dispensou o seu? Você conhece alguma que deixa os filhos saírem à noite sem segurança – paga com o seu dinheiro?
E o mais curioso: quando as armas eram vendidas a qualquer cidadão de bem o índice de homicídios por habitante era menor. E isso não é opinião. É estatística!
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E AS GREVES?
Por usar apenas a segurança particular ou policiais exclusivos de gabinetes, essas autoridades “não estão nem aí” para as greves das polícias civil e militar estaduais. Afinal, não se precisa de um serviço que não se usa! Que se danem ou que peçam demissão!
Vocês não viram no que deu a greve da Polícia Federal? Se essa greve permitiu a entrada de drogas e armas, faz pouca diferença para eles! Como não precisam de segurança pública, tanto faz se estão em greve ou não. Se pararam um dia, um mês ou um ano! Estão pouco preocupados, pois já têm a segurança de toda a família garantida.
O Estatuto do Desarmamento só desarmou o cidadão honesto e não atingiu os marginais que obtém suas armas por meios ilegais. Também permite que os ricos e as autoridades continuem portando armas ou recorrendo a guarda-costas armados, afinal, podem pagar por segurança privada. Para essas pessoas, membros da “Casta Superior”, as armas são boas e conferem proteção eficaz, tanto para suas propriedades quanto para seus familiares.
Hoje para cada policial que faz a segurança da sociedade, existem cinco seguranças particulares fazendo a segurança das autoridades! Quem não puder pagar, que se dane!
Para os demais cidadãos da “Casta Inferior” (os pagadores de impostos como você), as armas são ruins, não servem para nada e só causam desgraças. Não vale a pena serem empregadas para defenderem essas famílias.
Essa “elite” o considera um incompetente, um incapaz que não tem a menor chance diante de um bandido armado (em caso de assalto, não reaja! Em caso de estupro, relaxe e goze!). Além disso, você é visto como ignorante, rude, violento, alcoólatra e covarde e, se tiver uma arma na mão, vai matar sua esposa, seu vizinho, seus amigos no bar e outros motoristas no trânsito.
O então Ministro da Justiça, Marcio Tomaz Bastos, disse claramente: “O desarmamento não é para tirar armas dos criminosos, mas do homem de bem”.
Se as autoridades acreditassem nesse Estatuto elas seriam as primeiras a dispensar os seguranças armados. Você conhece alguma que dispensou o seu? Você conhece alguma que deixa os filhos saírem à noite sem segurança – paga com o seu dinheiro?
E o mais curioso: quando as armas eram vendidas a qualquer cidadão de bem o índice de homicídios por habitante era menor. E isso não é opinião. É estatística!
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E AS GREVES?
Por usar apenas a segurança particular ou policiais exclusivos de gabinetes, essas autoridades “não estão nem aí” para as greves das polícias civil e militar estaduais. Afinal, não se precisa de um serviço que não se usa! Que se danem ou que peçam demissão!
Vocês não viram no que deu a greve da Polícia Federal? Se essa greve permitiu a entrada de drogas e armas, faz pouca diferença para eles! Como não precisam de segurança pública, tanto faz se estão em greve ou não. Se pararam um dia, um mês ou um ano! Estão pouco preocupados, pois já têm a segurança de toda a família garantida.
sexta-feira, 09 de novembro de 2012 | 12:49
Carlos Newton
A denúncia é do ex-prefeito Cesar Maia, que se elegeu vereador no Rio de Janeiro pelo DEM. Manuseando as estatísticas informadas pela Secretaria de Segurança, através do Instituto de Segurança Pública, Maia mostra em seu Blog que em 2011, de janeiro a dezembro, teriam sido registrados 4.286 homicídios. E entre janeiro e setembro de 2012 foram 3.028 homicídios. Total: 7.314 homicídios.
Citando a coluna de Ancelmo Gois em O Globo, o ex-prefeito então afirma que “segundo estudo do Ministério Público baseado em números da Policia Civil, de janeiro de 2011 a setembro de 2012 houve 7.799 homicídios dolosos”. Ou seja, a diferença é de 485 homicídios, que teriam sido omitidos nas estatísticas oficiais.
(http://www.isp.rj.gov.br/ resumoaisp.asp)
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HOMICÍDIOS SEM SOLUÇÃO
Reportagem de Luciene Câmara, no jornal O Tempo, revela que Minas Gerais aparece em terceiro lugar no ranking de Estados brasileiros com o maior número de inquéritos de homicídio sem solução, com 12.032 casos instaurados até 2007 ainda em aberto. Além disso, tem a pior colocação porcentual na lista da força-tarefa criada para mudar o quadro.

O esforço nacional foi realizado de janeiro de 2011 a abril deste ano. Do total de apurações, apenas 992 foram concluídas, o equivalente a 8,2% – 55% delas foram arquivadas.
A repórter mineira comenta que o levantamento foi feito pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que criou um medidor de processos, chamado de inqueritômetro, para divulgar o andamento da força-tarefa. Acre e Piauí aparecem no topo da lista, já que concluíram todas as investigações (ver ranking ao lado). No Sudeste, São Paulo teve o melhor desempenho, dando fim a 78,6% de seus 1.423 casos; seguido do Rio de Janeiro, com 32,5% de um total de 47.177 procedimentos, e do Espírito Santo, que deu conta de 15,9% dos 16.148 inquéritos.
Tudo muito bom, muito bonito, mas o que houve não foi solução dos crimes, mas simples arquivamento em massa, com uma maquiagem estatística que realmente nunca teve precedentes.( Tribuna da Internet )
A denúncia é do ex-prefeito Cesar Maia, que se elegeu vereador no Rio de Janeiro pelo DEM. Manuseando as estatísticas informadas pela Secretaria de Segurança, através do Instituto de Segurança Pública, Maia mostra em seu Blog que em 2011, de janeiro a dezembro, teriam sido registrados 4.286 homicídios. E entre janeiro e setembro de 2012 foram 3.028 homicídios. Total: 7.314 homicídios.
Citando a coluna de Ancelmo Gois em O Globo, o ex-prefeito então afirma que “segundo estudo do Ministério Público baseado em números da Policia Civil, de janeiro de 2011 a setembro de 2012 houve 7.799 homicídios dolosos”. Ou seja, a diferença é de 485 homicídios, que teriam sido omitidos nas estatísticas oficiais.
(http://www.isp.rj.gov.br/
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HOMICÍDIOS SEM SOLUÇÃO
Reportagem de Luciene Câmara, no jornal O Tempo, revela que Minas Gerais aparece em terceiro lugar no ranking de Estados brasileiros com o maior número de inquéritos de homicídio sem solução, com 12.032 casos instaurados até 2007 ainda em aberto. Além disso, tem a pior colocação porcentual na lista da força-tarefa criada para mudar o quadro.
O esforço nacional foi realizado de janeiro de 2011 a abril deste ano. Do total de apurações, apenas 992 foram concluídas, o equivalente a 8,2% – 55% delas foram arquivadas.
A repórter mineira comenta que o levantamento foi feito pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que criou um medidor de processos, chamado de inqueritômetro, para divulgar o andamento da força-tarefa. Acre e Piauí aparecem no topo da lista, já que concluíram todas as investigações (ver ranking ao lado). No Sudeste, São Paulo teve o melhor desempenho, dando fim a 78,6% de seus 1.423 casos; seguido do Rio de Janeiro, com 32,5% de um total de 47.177 procedimentos, e do Espírito Santo, que deu conta de 15,9% dos 16.148 inquéritos.
Tudo muito bom, muito bonito, mas o que houve não foi solução dos crimes, mas simples arquivamento em massa, com uma maquiagem estatística que realmente nunca teve precedentes.( Tribuna da Internet )
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