O resultado constatou que alguns professores do estado em Timon com portaria de 40 horas tinham outra na prefeitura de Teresina com o mesmo número de horas, o que é proibido por lei.
Fala-se que a operação “pente fino” detectou 18 professores nesta situação.
O trabalho da regional acabou por fazer muitos desses professores atingidos baterem a porta da ex-prefeita Socorro Waquim. Eles foram pedir que ela interceda na situação.
Os professores com duas portarias de 40 horas estão sendo orientados a procurar a educação estadual para sanar a irregularidade. Houve deles orientados a escolher um dos empregos.
No meio da classe dos professores alguns dizem que a orientação que resultou na pesquisa com cruzamento de informações foi uma determinação da Secretaria Estadual da Educação. Outros creditam o fato a uma atitude do gerente regional Maurício Ângelo.
Sendo ideia dele ou não, o fato é que os professores alcançados pelo cruzamento de informações entre estado e prefeitura de Teresina, estão na ilegalidade e precisarão resolver a situação.(Do Bog do Elias Lacerda/AZ)
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