O ator e diretor de Ação Cultural da
Fundac, Franklin Pires, afirma que foi vítima de sequestro relâmpago e
assalto na madrugada desta segunda feira (04) e denuncia que a Polícia
Militar foi negligente por não ter sido atendido.
Reprodução/Facebook
Franklin
conta que saía de uma casa de shows por volta das 3h30 da madrugada, no
bairro Mocambinho, zona norte de Teresina, na companhia de uma amiga,
quando foram abordados por cinco rapazes. Três deles estavam armados com
pistolas.
"Eles
estavam na porta da festa, normalmente. Quando eles abordaram a gente
pensei até que era brincadeira. Eles mandaram a gente entrar no carro,
fizeram a gente dar muitas voltas. Andamos praticamente todo o bairro e
levaram a gente para o dique. Quando chegamos lá, jogaram a gente no
chão e levaram todos os nossos pertences e a chave do carro", conta
Franklin.
Quando
os acusados foram embora, Franklin afirma que pegou um celular que
havia deixado escondido embaixo do banco do carro e ligou para o 190
para que a Polícia Militar enviasse uma viatura até o local.
"Liguei
a primeira vez e fiquei cinco minutos esperando uma transferência de
ligação. Depois liguei para os meus parentes. Aí liguei novamente para o
190 e depois de esperar muito eles disseram que um pessoal do Ronda
Cidadão que estaria próximo iria até lá. Eles nunca chegaram. Esperei
mais de uma hora. Liguei para o meu pai, ele levou uma chave reserva do
carro e foi aí que a gente conseguiu sair de lá. É um local deserto,
abandonado. Nós estávamos sujeitos a sofrer outro assalto", explica.
O
diretor da Fundac diz que ainda se recupera do susto e somente nesta
terça (06) irá a uma delegacia registrar boletim de ocorrência.
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