terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Mão Santa vai discutir sucessão com Firmino Filho : Pode ser candidato

Mão Santa diz que será candidato da oposição ao Governo do Estado se o vice Zé Filho não concorrer
Ex-senador Mão Santa
O ex-governador e senador do Piauí, Mão Santa, se pronunciou nesta terça-feira (25), para uma fonte do Jornal da Cidade, da amizade particular do senador, e afirmou que caso o seu sobrinho, o vice-governador Zé Filho (PMDB), não saia candidato à reeleição, irá disputar a vaga ao Governo do Estado como representante dos partidos de oposição.
Já não é de agora que o ex-senador Mão Santa se mostra insatisfeito com a atual conjuntura política enfrentada pelo sobrinho, Zé Filho.  “Zé Filho seria a primeira opção que Wilson Martins deveria apoiar para o Governo do Estado. Logo, Zé Filho, o vice de Wilson, nada mais normal para ele concorrer e ficar mais quatro anos como governador", disse Mão Santa.
Segundo ainda nossa fonte, Mão Santa estaria se dirigindo a Teresina neste final de semana onde pretende um encontro com o prefeito Firmino Filho para tratar de um nome para compor a vice em sua chapa.
Esse nome sairia do PSDB entre o do vereador Edson Melo, ex-prefeto Francisco Gerardo ou mesmo o da esposa do prefeito Firmino Filho, Lucy Soares.
Nesse caso, Mão Santa irá abrir espaço para Aécio Neves (PSDB) e não descarta apoioar outro candidato à Presidência da República, menos Dilma Rousseff, do PT. Caso se confirme esta pretensão do ex-senador, a sucessão estadual no Piauí tende a sofrer novas mudanças com um cenário político atípico, pois iria mudar rumos e estratégias tanto do lado do governo, quanto do PT de Wellington Dias.
LEMBRANÇAS DO PASSADO
Não está muito distante a história política de Mão Santa ao derrotar o candidato do governo, Átila Lira (PFL), considerado imbatível pelas pesquisas. Com o apoio do então prefeito de Teresina, Wall Ferraz e alguns amigos pessoais como o jornalista Nilson Sá, Mão Santa foi eleito governador do Piauí passando por cima de todos os paradóxos existentes e uma "máquina" poderosa do governo de Hugo Napoleão (PFL).( Fonte Jornal da Cidade )

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