Na foto acima veja o desnível na descida do pneu do veículo e à esquerda, na área para ciclistas, o piso da ponte cedendo com visível problema.
“O encontro com a ponte, que tem um aterro relativamente alto, é feito por paredes verticais pré-fabricadas, elas são placas de concreto armado intertrevados, ou seja, a parede de um lado equilibra a parede do outro através de fitas metálicas. O que eu pude analisar é a inexistência de uma placa de transição da ponte e as fitas que sustentam. Como as fitas não foram projetadas para essa sustentação, elas poderão romper e pavimento pode desabar”, declarou Paulo de Tarso.
O autônomo Josiney Sousa Lima disse que chega a passar mais de quatro vezes pela ponte em um único dia. Em uma dessas passagens, ele percebeu o desnível no asfalto e um enorme buraco embaixo da ponte. A curiosidade de Josiney o fez parar o automóvel e analisar a estrutura ponte identificando que os blocos de concretos estão se desprendendo.
“Eu sempre passo por essa ponte, chego a passar umas três ou quatro vezes por dia. Eu notei que quando descia na (Avenida) Maranhão tinha um buraco abaixo da descida. Um dia eu resolvi parar o carro, descer, verificar a situação e constatei que tinha um buraco muito grande. Na verdade isso já está com quase dois anos. Agora, eu vi que o problema está mais grave porque os blocos de concretos estão se desprendendo fazendo com que a rampa desça, podendo gerar um rachamento total e uma tragédia”, comentou Josiney.
A Ponte da Amizade foi construída em 2002 pelo Governo do Maranhão. Apesar de o problema estar situado no lado piauiense, a administração do Piauí afirmou que cabe ao vizinho a resolução de problemas referentes a ponte.
A Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra/MA) informou, por meio de nota, que tomará conhecimento sobre a situação da Ponte da Amizade, para em seguida entrar em contato com o Governo do Piauí e avaliar as responsabilidades pela conservação do local.
(com informações e texto do portal G1 Piauí/Blog do Elias/AZ)
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