sábado, 14 de novembro de 2015

Mari Gonzalez: "Já me ofereceram 100 mil por uma noite"


 


DO GP1

Desde que o “Pânico” foi ao ar, as suas assistentes de palco, conhecidas como panicats, chamam atenção do público masculino. São bonitas, famosas e povoam o imaginário masculino.

Depois que Dani Bolina afirmou em uma entrevista que algumas assistentes eram prostitutas, alguns outros comentários maldosos foram feitos a respeito das moças com micro peças de roupa.
Imagem: Roberto Teixeira / Paparazzo"Não conseguiria transar com alguém por dinheiro"

Durante um ensaio para o Paparazzo, Mari Gonzalez descartou qualquer tipo de envolvimento das panicats com prostituição. “Não posso falar do passado. Mas nessa fase do 'Pânico', sinceramente, ninguém faz book rosa. As meninas são muito tranquilas”,afirmou.

A morena assume que vive recebendo propostas de pessoas influentes. Já recebi e chegam constantemente muitos convites de book rosa. Alguns já chegaram a me oferecer R$ 100 mil por uma noite”, contou.
Imagem: Roberto Teixeira / Paparazzo"Sexo tem que ser com amor. Não vale a pena dar por dar"

“Depois da novela ‘Verdades Secretas’ as propostas aumentaram e os homens estão ainda mais cara de pau, porque acham que é algo normal. Eles antes inventavam perfil fake para perguntar, mas agora metem a cara mesmo”, disse a panicat.

Mari diz que nem se precisasse muito do dinheiro não toparia. “Venho de família humilde, mas não preciso seguir esse caminho. Não tenho preconceito nenhum com quem faz, mas não é a minha. Eu não tenho estômago. Não conseguiria transar com alguém por dinheiro”.

A morena falou sobre as roupas usadas no programa e como isso influencia a visão das pessoas sobre seu caráter. “As pessoas confundem. Só porque ficamos de biquíni acham que somos piranhas. Mas garanto que tem muita mulher que faz pior e não trabalha de biquíni”, disse.
Imagem: Roberto Teixeira / Paparazzo"Alguns já chegaram a me oferecer R$ 100 mil por uma noite"

Aos 21 anos a baiana diz só ter tido um homem na sua vida, seu ex-namorado. “Só tive um único homem em minha vida, que é meu ex-namorado (Cauê Marinho). A gente começou a namorar quando eu tinha 13 anos e terminamos há dois meses. Ainda brincava de boneca quando comecei a namorar”.

Depois do término, Mari tentou se envolver com outras pessoas, mas não conseguiu chegar aos finalmentes. “Sexo tem que ser com amor. Não vale a pena dar por dar”, concluiu. 

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