O deputado Rubem Martins (PSB) afirmou hoje (07) que o Ministério Público Estadual de Picos determinou que a empresa gestora do Hospital Regional Justino Luz, em Picos, suspenda imediatamente a relocação de 49 servidores daquela unidade de saúde e os reintegre ao trabalho no prazo de 24 horas. “Essa medida mostra que existem saídas e a relocação não é uma delas. Eu conheço muito bem Picos e sei que lá não existe nenhum outro local, outro espaço físico, onde possam ser colocados 49 servidores públicos”, frisou.
Para ele essa é uma conquista importante, mas é preciso que a sociedade fique alerta pois a tentativa de afastar 49 servidores é um golpe que está sendo preparado para abrir vagas na saúde pública em Picos arquitetada pela cúpula do PT e permitir a nomeação de novos servidores que reforçarão a candidatura do atual prefeito da cidade, Padre Valmir, filiado ao partido e que está em busca da reeleição.
Ele disse que no próximo dia 15 irá àquela cidade e fez um apelo aos membros da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa e aos deputados que representam aquela região para que, juntos possam visitar o Hospital Justino Luz para conversar com os servidores e com os gestores e buscar o entendimento que possa resolver a situação.
Por fim, Rubem Martins lamentou que tenha sido dito que o secretário de Saúde, Francisco Costa, não sabia do afastamento dos servidores, mas isso não é verdade pois no dia 30 de março a entidade gestora encaminhou ofício com a lista dos funcionários e no dia seguinte o secretário já respondeu dando o aceite. “Foi dito que o servidor só seria transferido se aceitasse e isso não está acontecendo”, afirmou.
Em aparte, o deputado Marden Menezes (PSDB) disse que em Picos não está ocorrendo um processo de terceirização do Hospital Regional Justino Luz, mas de privatização. “Se a sociedade e os sindicatos não lutarem agora dentro de pouco tempo todo o sistema de saúde do Estado será entregue a uma empresa privada, vai acontecer um desmonte para eneficiar entidades privadas”, disse.
Para ele, o líder do Governo, deputado João de Deus (PT), tem boa vontade ao tentar convencer sobre a legalidade dos atos praticados pela gestão, mas ele não tem culpa das informações distorcidas que recebe das secretarias estaduais. “Ele disse que o secretário de Saúde não tinha conhecimento da relocação, mas no dia 30 de março isso foi omunicado por ofício da entidade gestora e no dia seguinte já respondia dando o aceite”, afirmou.
Durvalino Leal - Edição: Katya D'Angelles /Alepi
Para ele essa é uma conquista importante, mas é preciso que a sociedade fique alerta pois a tentativa de afastar 49 servidores é um golpe que está sendo preparado para abrir vagas na saúde pública em Picos arquitetada pela cúpula do PT e permitir a nomeação de novos servidores que reforçarão a candidatura do atual prefeito da cidade, Padre Valmir, filiado ao partido e que está em busca da reeleição.
Ele disse que no próximo dia 15 irá àquela cidade e fez um apelo aos membros da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa e aos deputados que representam aquela região para que, juntos possam visitar o Hospital Justino Luz para conversar com os servidores e com os gestores e buscar o entendimento que possa resolver a situação.
Por fim, Rubem Martins lamentou que tenha sido dito que o secretário de Saúde, Francisco Costa, não sabia do afastamento dos servidores, mas isso não é verdade pois no dia 30 de março a entidade gestora encaminhou ofício com a lista dos funcionários e no dia seguinte o secretário já respondeu dando o aceite. “Foi dito que o servidor só seria transferido se aceitasse e isso não está acontecendo”, afirmou.
Em aparte, o deputado Marden Menezes (PSDB) disse que em Picos não está ocorrendo um processo de terceirização do Hospital Regional Justino Luz, mas de privatização. “Se a sociedade e os sindicatos não lutarem agora dentro de pouco tempo todo o sistema de saúde do Estado será entregue a uma empresa privada, vai acontecer um desmonte para eneficiar entidades privadas”, disse.
Para ele, o líder do Governo, deputado João de Deus (PT), tem boa vontade ao tentar convencer sobre a legalidade dos atos praticados pela gestão, mas ele não tem culpa das informações distorcidas que recebe das secretarias estaduais. “Ele disse que o secretário de Saúde não tinha conhecimento da relocação, mas no dia 30 de março isso foi omunicado por ofício da entidade gestora e no dia seguinte já respondia dando o aceite”, afirmou.
Durvalino Leal - Edição: Katya D'Angelles /Alepi
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