domingo, 23 de setembro de 2018

Após críticas, Anitta diz que não vota em "candidato homofóbico e machista"


 


Após se envolver em um bate-boca virtual com seus fãs e se dizer vítima de bullying, Anitta decidiu se pronunciar nesta quinta-feira (20).
Em vídeo postado em suas redes sociais, a cantora afirma que não votará em "candidato machista, racista e homofóbico", mas pede novamente para ser deixada em paz no quesito eleições.
"Estão usando meu nome para travar campanhas e discursos políticos do qual eu não faço parte. Eu já disse que não voto em candidato machista, não voto em candidato homofóbico, racista e por aí vai. A gente vive numa democracia e eu respeito a escolha de voto de todo mundo. Não vou participar de jogo político e não gostaria de ter minha imagem atrelada a isso", disse a cantora.
O embate começou na última quarta-feira (19), quando Anitta seguiu no Instagram o perfil de uma apoiadora do candidato Jair Bolsonaro (PSL). Indignados, seguidores da cantora cobraram explicações, ao que ela respondeu que se trata de uma amiga antiga e que não iria se posicionar politicamente.
Pouco tempo depois, publicou um desabafo em seus "stories" do Instagram em que se dizia vítima de "bullying virtual" e pedia para ser deixada em paz. "Também estão fazendo o mesmo com a minha amiga. Eu conheço ela há mais de sete anos e não gostaria de parar de falar com ela por conta da posição política dela."
Após o episódio, Anitta passou a ser pressionada pelos fãs para se declarar contra o candidato do PSL, participando da hashtag #EleNão. Ela se negou a endossar a campanha e se defendeu pelo Twitter: "Não quero ser obrigada a odiar ninguém. Não quero ser obrigada a fazer campanha política quando não foi esse o trabalho que escolhi."
Anitta é musa da Parada Gay de São Paulo e tem entre a comunidade LGBTQI grande parte do seu público.
 

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