Bruno Covas sanciona lei que aumenta seu próprio salário em 46%
Prefeito reeleito de São Paulo sancionou o projeto aprovado pela Câmara Municipal que aumenta os salários dele, do vice-prefeito e dos secretários municipais.
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Prefeito de São Paulo, Bruno Covas, em entrevista coletiva. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
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QUARTA, 23/12/2020, 12:14Mais São Paulo - Américo Sampaio
Américo Sampaio comenta o aumento do salário de servidores públicos da prefeitura de São Paulo que a Câmara dos Vereadores aprovou em primeira votação. 'É difícil de entender'.
TERÇA, 22/12/2020, 11:16Escola da Vida - Mario Sergio Cortella
Mário Sérgio Cortella cantaria a música de Wanderléa para a Câmara dos Vereadores de São Paulo, que aprovou em primeira votação uma aumento de 46% para o prefeito Bruno Covas. Ele diz que o projeto coloca uma armadilha para o prefeito reeleito. 'É inoportuno e inadequado'.
Fernando Abrucio destaca que 'se houver uma segunda onda da Covid-19, talvez o prefeito reeleito tenha que ser, de novo, antipático com certos setores'. Em relação à educação, ele diz que a prioridade é fazer um planejamento para 2021 e 2022 que dê conta também de 2020. Na área social, o professor afirma que, com São Paulo claramente mais desigual, é necessária uma estratégia de quatro anos, porque o problema não vai ser resolvido em apenas um ano.
TERÇA, 01/12/2020, 15:54Tudo é política - Maria Cristina Fernandes
Dado diz respeito aos votos brancos, nulos e às abstenções. Maria Cristina Fernandes comenta as possíveis razões para o alto índice, dando o exemplo de São Paulo. O eleitor desconfiou, 'com razão', do discurso de Covas e Doria de que a pandemia estava estabilizada na cidade. Outro motivo para a desconfiança da população tem a ver com o vice do prefeito reeleito, Ricardo Nunes, e suas controversas relações.
A afirmação foi dada em entrevista à TV Globo nesta segunda-feira. Atualmente, apenas sete das vinte e seis secretarias são ocupadas por mulheres e nenhuma por negros. O prefeito terá que acomodar uma alta quantidade de partidos que formaram a coligação que deu a ele o maior tempo de TV na propaganda eleitoral e o ajudou a ser reeleito. Foram onze partidos coligados e outros cinco que aderiram à candidatura no segundo turno. Covas afirmou que a nova formação do secretariado a partir do ano que vem vai começar a ser discutida agora.
Covas estuda como acomodar aliados de uma ampla coligação em secretarias e subprefeituras. Além disso, ele articula alianças com vereadores. Apesar de contar com apoio da maioria na Câmara, o prefeito terá que lidar com um legislativo menos amigável, devido ao crescimento da bancada de oposição.
O prefeito de São Paulo, reeleito para um novo mandato, citou o avô, Mário Covas, dizendo que é possível conciliar política com honra, ética e mudança. Bruno Covas, do PSDB, afirmou que a cidade 'não quer divisões' e que, com sua reeleição, diz não ao negacionismo e o obscurantismo, e sim à democracia e à ciência.
O tucano derrotou Guilherme Boulos, do PSOL, que obteve 40,5% dos votos na capital paulista. Com isso, o aliado do governador João Doria mantém o PSDB no comando da maior cidade do país.
Com 88,54% das urnas apuradas, o candidato Guilherme Boulos (PSOL) ligou para o seu adversário, Bruno Covas (PSDB), admitindo a derrota e reconhecendo a vitória do tucano nas eleições municipais 2020. A informação é da campanha de Covas. Na apuração de momento, o candidato psolista tem 40,23% contra 59,77% do tucano.
O prefeito e candidato à reeleição à Prefeitura de São Paulo chegou acompanhado do governador do estado, João Doria, para votar em um colégio na Zona Sul da capital paulista. Apesar da preferência por Covas de acordo com as pesquisas eleitorais, Doria disse que não há um clima de vitória ainda no PSDB.
O prefeito e candidato à reeleição à prefeitura de São Paulo também acompanha o voto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador de São Paulo, João Doria. Ele fez esse mesmo percurso no primeiro turno.
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