Marina Silva tem data confirmada
para visitar São Luis e pedir votos para Eliziane Gama. Aliado de
Washington, Lula ainda não tem vinda sacramentada.
Raissa Tauany; Mariana Salgado (O Imparcial)
A ambientalista e
ex-senadora Marina Silva já está com a vinda confirmada para 27 deste
mês, em apoio à candidata Eliziane Gama (PPS). Apenas o petista
Washington Oliveira ainda não tem a confirmação da visita do
ex-presidente Lula, anunciada desde o início de sua campanha.
Apesar
da indefinição da data, Fernando Silva, presidente do Diretório
Municipal do PT, garante a vinda de Lula: “A única coisa que pode fazer a
agenda mudar é a saúde de Lula. Todos sabem que ele passou por um
processo delicado e que precisa de todos os cuidados médicos, mas visita
a São Luís continua garantida”.
No
sábado Lula esteve em Feira de Santana (BA) para fazer campanha para o
candidato do PT, Zé Neto, e hoje está em Manaus em apoio a aliada
Vanessa Grazziotin, candidata da capital do Amazonas pelo PCdoB. Mas
ainda não foi agendada qualquer vista à São Luís, conforme revelou a O
Imparcial a assessoria do ex-presidente.
Fernando
contou ainda que está tentando entrar em contato com a assessoria de
Lula desde segunda-feira (17) para marcar a visita, mas ainda não obteve
sucesso.
Já Marina Silva tem data
certa para estar em São Luís, chega no dia 27 de setembro, para reforçar
a campanha de companheira política e de religião, Eliziane Gama. A
programação ainda não está definida, mas a candidata informou que deve
ser realizada caminhada e comício na Rua Grande e reunião com lideranças
políticas e militantes de causas ambientalistas. Eliziane Gama conta
que, ao pedir a adesão de Marina, ela levou um tempo para avaliar a
história de vida e as propostas da candidata. Depois de cerca de dez
dias respondeu positivamente.
Eliziane
sente-se honrada com a contribuição declarado da política. “O apoio de
Marina é muito importante, não é um simples apoio a uma candidatura, mas
a uma causa. Ela apóia idéias, apóia porque é possível mudar, não
porque o candidato é forte ou está na frente das pesquisas. É um
privilégio.”, relata Eliziane.
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