
Teresa Britto denuncia novo atraso no pagamento de atendimento home care
A deputada estadual Teresa Britto (PV) afirmou em pronunciamento na sessão de hoje (26) da Assembleia Legislativa que a Secretaria de Saúde já atrasou mais uma vez o pagamento da empresa que fornece equipamentos e profissionais de saúde para o atendimento domiciliar de pessoas portadoras de deficiência que fazem parte de um programa de atendimento home care.
Segundo ela, várias pessoas são atendidas em casa porque antes moravam em hospitais, onde corriam riscos de adquirir as mais variadas infecções. A empresa está mandando mensagens para as famílias dos pacientes informando que se o Estado não pagar a dívida até o final do mês ela vai retirar os equipamentos e o pessoal
“Há três meses eu denunciei aqui que o pagamento estava atrasado. Eles pagaram mas já atrasaram de novo. É uma falta de humanidade, uma falta de respeito. Saúde não tem preço, a vida não tem preço. As pessoas precisam do atendimento, precisam de fisioterapeuta, de médico à disposição, de técnico de enfermagem 24 horas. Precisam de monitor cardíaco, de suporte respiratório, precisam ter tranquilidade e não viver com medo de voltar a morar em hospitais”, afirmou.
Em aparte, o deputado B. Sá (Progressistas) fez coro às reclamações de Teresa Britto e disse que no Hospital Deolindo Couto, em Oeiras, há dois ortopedistas que não podem fazer cirurgias por causa da falta de insumos, situação provocada pela centralização das compras. Disse também que pacientes humildes estão pagando do próprio bolso os exames que deveriam ser custeados pelo SUS porque o Estado não paga.
“Na semana passada, o Governo Federal encaminhou vacinas para o Piauí e elas não foram enviadas para as regionais de saúde. A Regional do Vale do Canindé não recebeu, fazendo com os secretários municipais de saúde cobrassem uma explicação. A desculpa era que faltava dinheiro para o combustível. Wellington Dias bate no peito dizendo que é coordenador dos governadores na vacinação e ele mesmo não distribui as vacinas que o Governo Federal mandou”, cobrou.
Encerrando, Teresa Britto disse que amanhã vai apresentar um requerimento convocando o secretário Florentino Neto a comparecer à Assembleia Legislativa para explicar porque existem tantas denúncias da falta de medicamentos, da falta de pagamento a fornecedores e da contratação de lideranças políticas da região de Parnaíba que recebem contracheques sem trabalhar.
“Ele está fazendo política partidária na Secretaria de Saúde. Ele não tem a menor capacidade de administrar um setor tão importante. Por que o governador não coloca um médico ou enfermeira que tenha experiência, que conheça como funciona um hospital?, indagou.
Durvalino Leal
A deputada estadual Teresa Britto (PV) afirmou, em pronunciamento na sessão desta terça-feira (26) na Assembleia Legislativa, que a Secretaria de Estado da Saúde atrasou mais uma vez o pagamento da empresa que fornece equipamentos e profissionais de saúde para o atendimento domiciliar de pessoas portadoras de deficiência que fazem parte de um programa de atendimento home care.
Segundo a oradora, várias pessoas são atendidas em casa porque antes moravam em hospitais, onde corriam riscos de adquirir as mais variadas infecções. A empresa está mandando mensagens para as famílias dos pacientes informando que se o Estado não pagar a dívida até o final do mês ela vai retirar os equipamentos e o pessoal. “Há três meses eu denunciei aqui que o pagamento estava atrasado. Eles pagaram mas já atrasaram de novo. É uma falta de humanidade, uma falta de respeito. Saúde não tem preço, a vida não tem preço. As pessoas precisam do atendimento, precisam de fisioterapeuta, de médico à disposição, de técnico de enfermagem 24 horas. Precisam de monitor cardíaco, de suporte respiratório, precisam ter tranquilidade e não viver com medo de voltar a morar em hospitais”, afirmou.
Em aparte, o deputado B. Sá (Progressistas) fez coro às reclamações de Teresa Britto e disse que no Hospital Deolindo Couto, em Oeiras, há dois ortopedistas que não podem fazer cirurgias por causa da falta de insumos, situação provocada pela centralização das compras. Disse também que pacientes humildes estão pagando do próprio bolso os exames que deveriam ser custeados pelo SUS porque o Estado não paga.
"Na semana passada, o Governo Federal encaminhou vacinas para o Piauí e elas não foram enviadas para as regionais de saúde. A Regional do Vale do Canindé não recebeu, fazendo com os secretários municipais de saúde cobrassem uma explicação. A desculpa era que faltava dinheiro para o combustível. Wellington Dias bate no peito dizendo que é coordenador dos governadores na vacinação e ele mesmo não distribui as vacinas que o Governo Federal mandou”, cobrou.
Encerrando, Teresa Britto disse que amanhã vai apresentar um requerimento convocando o secretário Florentino Neto a comparecer à Assembleia Legislativa para explicar porque existem tantas denúncias da falta de medicamentos, da falta de pagamento a fornecedores e da contratação de lideranças políticas da região de Parnaíba que recebem contracheques sem trabalhar.
“Ele está fazendo política partidária na Secretaria de Saúde. Ele não tem a menor capacidade de administrar um setor tão importante. Por que o governador não coloca um médico ou enfermeira que tenha experiência, que conheça como funciona um hospital?, indagou.
Durvalino Leal -
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