
CNJ adotou medidas para proteger juízes ameaçados pelo crime organizado em todo o Brasil
Foto: DIVULGAÇÃO
Por: FLÁVIA D’ANGELO - AGÊNCIA ESTADO
Para o vice-presidente interino da AMB, o desembargador Raduan Miguel Filho, a lei é ótima e veio ao encontro dos anseios da magistratura brasileira, mas não resolve o problema por completo. Quando se trata de crimes praticados por organizações criminosas, ela é uma forma de organização do Estado no combate a essas práticas. Porém, é preciso aprimorar as técnicas e deixar os mecanismos mais eficientes. “Eles [criminosos] estão super organizados e se utilizam de mecanismos outrora inimagináveis, como rede bancária, internet, contato dentro de fórum, de tribunais, dentro da advocacia”, pontua o desembargador.
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