Além dos vereadores ele também não pagou os professores do
Pro Jovem
O Quinto Constitucional a quem tem direito todo o dia 20 de
cada mês, não foi repassado integralmente pela prefeita Socorro Waquim( Foto ), a
Câmara Municipal de Timon e com isto os vereadores, cargos comissionados e
fornecedores, ficaram sem, dinheiro este mês, só com a promessa de que no dia
30 será repassado o restante.
A prefeita a muito tempo vem descumprindo a Lei que é
bem clara, quando diz que todo dia
20 a prefeitura é obrigada a realizar
este repasse. Só que o presidente da casa vereador Tallhes Waquim, é seu sobrinho e o secretario da mesa
vereador Eduardo Oliveira, é filho do secretario de finanças do município,
o Carlão, ambos aliados da prefeita e aceitam normalmente o poder legislativo
ser desmoralizado.
São por razões como esta que a classe política ,
principalmente os vereadores de Timon, estão altamente desgastados, por
aceitarem a intromissão do executivo no legislativo. É bom ressalvar aqui que
nem todos os vereadores concordam com esta intromissão, mas a maioria
governista não dá um pito. Cabe agora o MP cobrar explicações da prefeita e do presidente
da Câmara, já que casos como este cabe mandato de segurança e a própria prefeita
pode ser afastada do cargo .
Caso Pro Jovem
Dede de março que quase R$500 mil reais esta depositado na
conta da secretaria de educação do município, para o pagamento dos professores,
monitores e auxiliares do convênio do Pro Jovem. Só que até a presente data mesmo as aulas estando sendo ministradas
e os professores e monitores tendo sido capacitados estes não receberam
nenhum centavo.
Veio dinheiro para a
merenda de boa qualidade, mas a que eles estão recebendo é a mesma que é dada nas
escolas da municipalidade eu é de péssima qualidade e os filhos do alunos estão
dormindo no chão enquanto seus pais estão assistindo aula.
A revolta é geral na cidade, mas nenhuma informação é dada a
população, até mesmo o assessor de imprensa da referida secretaria, esta assessorando o candidato da
prefeita Edvar Ribeiro, recebendo contra
cheque do município, o que é
totalmente ilegal, imoral e engorda, mas providências jurídicas neste sentido
já esta sendo tomada por órgãos competentes. Considerando-se que nenhum servidor
publico pode assessorar qualquer candidato na hora do seu expediente e se for
comissionado tem que pedir exoneração do cargo.

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