Judoca brasileira foi desclassificada durante luta contra adversária da Hungria
Inglaterra -
Após ser desclassificada de Londres por executar uma pegada proibida, Rafaela Silva não fugiu da responsabilidade
e não contestou a marcação dos árbitros. A judoca carioca, que é a mais
nova da delegação de judô com 20 anos, admitiu também que faltou um
pouco de experiência para lidar com o "instinto" - para não agarrar as
pernas da húngara Hedvig Karakas.
"Fiquei triste, pois achei que tinha condições de chegar à medalha. É
minha primeira olimpíada e serve como experiência. Eu coloquei a mão e
foi um erro meu. Vi ela descendo e por isso coloquei a mão. Agora fica
para próxima", lamentou Rafaela, que parou nas oitavas-de-final e sequer
terá uma chance de medalha por meio da repescagem.
Formada no projeto social do medalhista olímpico Flavio Canto, a judoca se emocionou ao falar sobre a instituição. "Obrigado por quem acordou cedo para me assistir", falou, antes de começar a chorar novamente. O próprio Canto, que é comentarista do canal Sportv, chorou após a derrota durante a transmissão.
Ney Wilson, coordenador técnico da CBJ (Confederação Brasileira de Judô), seguiu na mesma linha dos comentários de Rafaela, não colocando sob suspeita a marcação dos juízes. "Ficou bem claro que ela foi na perna na hora que deu o ataque. Ela fez o kata-otoshi (golpe segurando na perna) mais clássico possível e deu para ver na hora. A dor é que a derrota foi por culpa dela e não por que a outra foi melhor e mais técnica. E ela está sofrendo muito com isso", comentou Wilson.
Bruno Mendonça, outro eliminado do dia após grande interferência da arbitragem, se sentiu prejudicado, mas também colocou crédito na derrota para o próprio rendimento. "Tenho que trabalhar mais para não hesitar na hora do ataque. O critério da arbitragem foi bem duvidoso, mas não posso ficar dependendo de juiz para ganhar. É algo que preciso mudar".
Com informações do iG
Rafaela Silva chorou ao ser desclassificada | Foto: EFE
Formada no projeto social do medalhista olímpico Flavio Canto, a judoca se emocionou ao falar sobre a instituição. "Obrigado por quem acordou cedo para me assistir", falou, antes de começar a chorar novamente. O próprio Canto, que é comentarista do canal Sportv, chorou após a derrota durante a transmissão.
Ney Wilson, coordenador técnico da CBJ (Confederação Brasileira de Judô), seguiu na mesma linha dos comentários de Rafaela, não colocando sob suspeita a marcação dos juízes. "Ficou bem claro que ela foi na perna na hora que deu o ataque. Ela fez o kata-otoshi (golpe segurando na perna) mais clássico possível e deu para ver na hora. A dor é que a derrota foi por culpa dela e não por que a outra foi melhor e mais técnica. E ela está sofrendo muito com isso", comentou Wilson.
Bruno Mendonça, outro eliminado do dia após grande interferência da arbitragem, se sentiu prejudicado, mas também colocou crédito na derrota para o próprio rendimento. "Tenho que trabalhar mais para não hesitar na hora do ataque. O critério da arbitragem foi bem duvidoso, mas não posso ficar dependendo de juiz para ganhar. É algo que preciso mudar".
Com informações do iG
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