Após muitas conversas em torno do
consenso, o deputado federal Marcelo Castro será reconduzido hoje (21) à
presidência do PMDB do Piauí.
Em
entrevista ao Notícia da Manhã, Marcelo Castro destacou que o consenso
tem sido a marca do PMDB desde a campanha de 2010 em que Antonio José de
Moraes Sousa Filho foi eleito vice-governador.

O
foco agora, segundo Castro, é a eleição de Zé Filho para governador em
2014 e o principal trunfo é a união do partido em torno da meta.
"Desde
a campanha de 2010 o PMDB vem marchando em harmonia. Claro que existem
pensamentos divergentes, mas vem dando essa demonstração de que quer
continuar unido. Fizemos uma chapa de consenso para crescer nas próximas
eleições. Trabalhamos com a expectativa desde 2010, quando batemos o pé
e conseguimos a vaga de vice, com a expectativa de Zé Filho se tornar
candidato. Não é segredo para ninguém que o PMDB quer trabalhar pela
candidatura ao governo. Vai depender das alianças e coligações que
conseguirmos até 2014", comentou.
Pré-sal
O
deputado comentou ainda a manobra do ministro Luiz Fux para impedir a
votação dos 3.060 vetos para que o Congresso pudesse votar o veto da
presidente Dilma ao projeto dos royalties.
"Na
verdade, não são 3 mil vetos. São 3 mil dispositivos. O pré-sal tem 40
dispositivos. 80% desses itens não tem mais nenhum interesse para a
sociedade. Seria votado o Orçamento
do país. Você já pensou? O país está sem Orçamento. Tudo porque o
ministro é do Rio de Janeiro. Hoje parece que os ministros querem ser
políticos. Ninguém é maior do que a nação, do que a vontade do povo
brasileiro. Nada disso vai impedir a nossa marcha. Vamos passar por cima
do Lula, da Dilma, do Fux. Vamos seguir o regimento, mas fazer a
vontade da nação brasileira, manifestada seis vezes nas votações. Será
que ainda querem colocar uma matéria dessa para votar de novo", disse.
(Cidadeverde.com )
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