O presidente da Agespisa, Raimundo
Neto, comentou hoje (10) o pedido feito pelo MPE para suspender a
audiência pública que tratará do projeto de subdelegação de 30% do
abastecimento e esgotamento de Teresina a empresa privada. Raimundo Neto
quer um acordo com o sindicato e o promotor Fernando Santos, para que a
audiência seja realizada.

Ele
avalia que Teresina precisa de uma solução urgente para os problemas
que vem enfrentando. Após os incêndios ocorridos na Estação de
Tratamento de Água, têm se tornado mais frequentes os problemas de falta
d’água na capital.
A
recomendação do Ministério Público leva em conta as denúncias de
irregularidades feitas pelo Sindicato dos Urbanitários e Sindicato dos
Engenheiros. Além disso, o promotor fez alguns questionamentos.
“Nós
responderemos a esses questionamentos e, caso o promotor continue com
essa opinião, nós acataremos a solicitação”, disse em entrevista ao
Notícia da Manhã.
Porém,
Raimundo Neto ressaltou que há uma necessidade urgente de tomar
atitude, diante do quadro em que se encontra o abastecimento em
Teresina. “Não se faz saneamento e abastecimento sem grandes
investimentos. Teresina vem há muitos anos crescendo com novos conjuntos
habitacionais do Minha Casa, Minha Vida e não foi feito nenhum
investimento na Agespisa. Esse projeto prevê um investimento de R$ 1
bilhão em um curto espaço de tempo, inclusive na ETA, que tem mais de 30
anos e não teve investimento”, disse.( Cidadeverde.com )
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