Federais foram à mansão do prefeito de Caxias cumprir mandado de busca e apreensão
Rio - A Polícia Federal vasculhou ontem a mansão do prefeito de
Duque de Caxias, José Camilo Zito, que não estava em casa. Os agentes
foram cumprir mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça
Federal após investigação do Ministério Público que identificou fraudes
na suposta prestação de serviços de saúde pelas Organizações da
Sociedade Civil de Interesse
Público (Oscips) Associação Marca e IGEPP na cidade da Baixada
Fluminense, que teriam causado desfalque de cerca de R$ 700 milhões aos
cofres municipais. Além da residência de Zito, foram vasculhados outros
endereços em vários lugares do estado.
A ação da PF, que começou pouco antes das 6h, visava a cumprir 14 mandados de busca e apreensão. Um dos primeiros endereços visitados foi o de Zito, no bairro Doutor Laureano. Como não havia ninguém em casa para liberar a entrada dos policiais federais, foi preciso chamar um chaveiro para arrombar o portão. O Corpo de Bombeiros também foi chamado e imobilizou os dois cachorros. O caseiro do prefeito apareceu em seguida.
O prefeito de Caxias, o secretário municipal de Saúde, Júlio César de Menezes, e os sócios das organizações são réus de ação civil de improbidade administrativa na qual foram apontados como integrantes de uma quadrilha. De acordo com o MP, os convênios com as Oscips eram superfaturados, feitos sem licitação e não havia controle dos recursos pagos ou dos serviços prestados.( Meia Hora )
A ação da PF, que começou pouco antes das 6h, visava a cumprir 14 mandados de busca e apreensão. Um dos primeiros endereços visitados foi o de Zito, no bairro Doutor Laureano. Como não havia ninguém em casa para liberar a entrada dos policiais federais, foi preciso chamar um chaveiro para arrombar o portão. O Corpo de Bombeiros também foi chamado e imobilizou os dois cachorros. O caseiro do prefeito apareceu em seguida.
O prefeito de Caxias, o secretário municipal de Saúde, Júlio César de Menezes, e os sócios das organizações são réus de ação civil de improbidade administrativa na qual foram apontados como integrantes de uma quadrilha. De acordo com o MP, os convênios com as Oscips eram superfaturados, feitos sem licitação e não havia controle dos recursos pagos ou dos serviços prestados.( Meia Hora )
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