O líder da oposição, deputado Rubens Jr.,
contesta o argumento sustentado pela base governista de que o estado
não tem condições financeiras para viabilizar direitos básicos da
população. “Um estado que bateu recorde em arrecadação, apresentando um
superávit na economia e ainda com os empréstimos bilionários não tem
como alegar que falta dinheiro.
O governo mais uma vez atesta a sua incompetência e falta de capacidade
para administrar os recursos públicos”, afirmou Rubens Jr.
Um
estado que pretende entregar à iniciativa privada alguns direitos
básicos da população, como água tratada e hospitais, revela a sua
incapacidade no gerenciamento dos recursos públicos. Ao transferir a
responsabilidade às empresas privadas, o governo estadual demonstra
fragilidade e ausência de propostas práticas em prol do saneamento
básico e saúde para todo o estado do Maranhão.
No
Brasil, os negócios com água e esgoto representam cerca de 15 bilhões
de dólares, por isso chama tanta atenção do empresariado. “Quando o
Maranhão aderiu à política de tornar o estado menor e a iniciativa
privada maior a sociedade saiu perdendo. Um exemplo disso aconteceu
quando o Banco
do Estado do Maranhão foi privatizado e agora com a CEMAR que apresenta
a segunda tarifa de energia residencial mais cara do país”, ressaltou o
deputado Rubens Jr.
Sanear sem
privatizar – O exemplo da cidade de Santos confirma que o investimento
do poder público e a cobrança da sociedade são capazes de solucionar o
problema do saneamento no Brasil. Liderando o ranking anual de
saneamento – que avalia os 100 municípios mais populosos do país –,
Santos já fornece 100% de água tratada e coleta de esgoto à população.
Sem privatização, a cidade que já teve metade dos seus moradores mortos
por falta de saneamento básico, é hoje referência no tratamento de água e
esgotos do país.(Ascom)

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