terça-feira, 2 de abril de 2013

Timon registra apenas nove casos de dengue



# Prefeitura continua com trabalho de prevenção Mesmo com o baixo índice de Dengue no município de Timon, a Coordenação de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (SEMS) tem dado continuidade ao trabalho para evitar que a população sofra as consequências de um surto da doença.
Foram notificados 378 casos em 2012, o que equivale a menos de 1% da população. Com o período chuvoso foi menor, diminuiu também o ciclo de reprodução do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue.

Em 2013, até a 14ª Semana Epidemiológica, que aconteceu no dia 6 de maço, tivemos somente 09 casos notificados. O período de chuvas também começou de forma tardia, no entanto, o espaço entre as chuvas interfere diretamente no ciclo do transmissor. “Como o tempo entre uma chuva e outra tem sido grande, os reservatórios de água parada onde o mosquito se reproduz não transbordam, sendo assim mais fácil a proliferação do vetor. Por isso, a população tem que estar atenta e tomar os cuidados necessários para evitar o acúmulo de água”, explica o coordenador de Endemias, Ronildo Bezerra.

Mesmo com a baixa notificação, alguns bairros precisam de uma atenção maior como é caso do Cidade Nova. “Já iniciamos a nebulização com carro fumacê. No bairro Cidade Nova a intervenção já foi concluída. Está programado para este mês de abril nebulizações nos bairros Parque Piauí, Parque Alvorada, Vila Bandeirante, Jóia, Sucessão, entre outros”.

Mais ações

Outra ação desenvolvida pela Coordenação é o de prevenção da Malária, que tem se fixado mais na Zona Rural de Timon, por conta dos trabalhadores que vão para o garimpo em outros estados onde a doença é mais endêmica. “Os agentes de endemias fazem a visita domiciliar para investigar se alguém está com sintomas da doença. Caso seja positiva a resposta, é feita a coleta do sangue desse paciente enviado para análise em laboratório. Com o resultado positivo, esse paciente é encaminhado ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) para que o médico referencie o resultado e dê início ao tratamento. A medicação é gratuita e distribuída pelo SUS (Sistema Único de Saude)”, conta Ronildo Bezerra. O paciente tem que ser monitorado pelos agentes de endemias durante certo período para que se tenha certeza que o tratamento será feito até o fim.
( Secom )

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