segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Oficina reforça função da humanização no acolhimento hospitalar

 

 

O evento pretende qualificar o acolhimento e também promover um momento para troca de experiências entres os participantes

Flalrreta Alves/Ccom
Oficina de Humanização Hospitalar (Foto:Márcio Sales/Sesapi)
Durante esta segunda-feira (2) e terça-feira (3), o auditório do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí (Hemopi) é sede do projeto de acolhimento na atenção hospitalar, que tem como objetivo a implantação e implementação da Política Nacional de Humanização (PNH). O projeto tem como foco prioritário as diretrizes da PNH e os dispositivos do acolhimento na classificação de risco, tema da oficina que está sendo realizada no Hemopi.
A oficina pretende qualificar o acolhimento e também promover um momento para troca de experiências entres os presentes: servidores da saúde pública que atuam nos grupos condutores das Redes de Urgência e Emergência, Rede Cegonha, dos territórios de desenvolvimentos, entre outros convidados.
A oficina foi facilitada pela apoiadora do Ministério da Saúde, Marilene Wagner, que, durante esses dois dias, vai discutir com os participantes a utilização do protocolo na classificação de risco e recomendações para construções e validação de protocolo. “O atendimento começa a partir da portaria, com o guarda, que não pode deixar o usuário e acompanhante de qualquer jeito na recepção, uma vez que pode oferecer risco para todos que estão no ambiente. Por isso, é necessário envolver toda a comunidade no processo de acolhimento e humanização”, comenta  a apoiadora do Ministério da Saúde.
A Política Nacional de Humanização está implantada em dez hospitais do Piauí: Uruçuí, São Raimundo Nonato, Bom Jesus, Picos, Parnaíba, Floriano, Valença, Oeiras, Campo Maior e Piripiri.

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