(Foto: Divulgação)
Por
esta a Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Pará e a família das
vítimas não esperavam. Já está solto o assassino confesso Sidneis Vieira
dos Santos, preso por policiais civis da Divisão de Homicídios no dia
21 de outubro deste ano, no município de Tucumã, região sul do Pará, em
companhia da mulher Leiliane da Silva Cutrim, indiciados por
envolvimento na morte do advogado Luigi Vasconcelos Freire e na
tentativa de morte do pai dele, o também advogado Luiz Carlos Horácio
Freire.
Os dois presos estavam com mandados de
prisão temporária decretada pela Justiça paraense e recolhidos em
penitenciárias do Estado, no entanto vencido o prazo da prisão
temporária de Sidneis Vieira dos Santos este conseguiu a liberdade, e
agora ele está sendo caçado pelos policiais civis da Divisão de
Homicídios.
O caso esta sob segredo de justiça e o
DIÁRIO não conseguiu informações junto ao site do Tribunal de Justiça do
Estado para saber o trâmite processual, uma vez que o acusado estava
com prisão temporária e o delegado do caso enviou dentro do prazo o
pedido de prisão preventiva tanto de Sidneis Vieira dos Santos como da
sua companheira Leiliane da Silva Cutrim.
Ocorre que vencido o prazo da prisão
temporária ele foi colocado em liberdade, mas a companheira continua
presa no Centro de Recuperação Feminina no Coqueiro. “Ele representa um
grande risco para sociedade
e principalmente para as testemunhas” disse na noite de sexta-feira
(29) um policial civil que pediu para não ser identificado.
Devido a hora que tomamos
conhecimento do fato no final da noite de sexta-feira (29) não foi
possível checar junto ao Núcleo de Administração Penitenciária o fato
motivador que levou a soltura de Sidneis Vieira dos Santos. Informações
dão conta que o juiz do caso teria enviado em tempo hábil a documentação
que transformava a prisão temporária em preventiva dos acusados tanto que Leiliane Cutrim continua presa.
O crime
Segundo as investigações da equipe
da Divisão de Homicídios o crime fora resultado de uma tentativa de
roubo à casa das vítimas. O inquérito policial, presidido pelo delegado
Dauriedson Bentes, da Divisão de Homicídios mostrou que o crime foi
planejado por dois homens, um deles era Sidneis dos Santos, companheiro de Leiliane Cutrim.
Ela era empregada na casa das vítimas e conhecia detalhes do imóvel,
situado na travessa doutor Moraes próximo à avenida Braz de Aguiar no
bairro de Nazaré e as informações foram repassadas ao companheiro
Sidneis dos Santos que planejou junto a um comparsa, a execução do
crime.
O objetivo seria roubar objetos de valor no
imóvel, como joias e dinheiro, mas por um motivo alheio ao plano, o
crime foi mal sucedido e o advogado Luigi Vasconcelos Freire foi morto e
o pai dele, o advogado Luiz Carlos Horácio Freire baleado durante a
ação criminosa.
(Diário do Pará)
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