Isac Mariano
Inúmeros sectários petistas adoravam e exaltavam Joaquim Barbosa nas redes sociais, há alguns anos. Lembro-me muito bem disso! Aquele episódio do nobre ministro num acalorado bate-boca com Gilmar Mendes foi então replicado milhares de vezes, nas redes sociais, por membros daquela turma. Quem não se lembra?!
Mas veio então o julgamento do mensalão, do qual Joaquim Barbosa foi relator. E ocorreram as condenações, não só de petistas, obviamente. Depois disso instalou-se um ódio mortal à Joaquim Barbosa, na cúpula petista. Afinal o relator foi muito eficiente na condução dos trabalhos do tal julgamento.
E inconformada, a cúpula petista passou a disseminar – feito um vírus – esse ódio mortal (por Joaquim Barbosa) a seus milhares de sectários seguidores, através da imprensa, de redes sociais, de blogs sustentados pelo PT ou pelo governo, e de outras formas diversas. E teve sucesso nessa disseminação! O vírus do ódio se espalhou!
Hoje há um verdadeiro exército de sectários petistas rastreando cada passo do ministro do STF, bem como o seu passado. Sempre à procura de algo – falso ou verdadeiro – para ser usado em tentativas de denegrir sua imagem. E usam principalmente a internet como eficiente ferramenta para tal objetivo.
ATITUDES BAIXÍSSIMAS
Ficam – por vezes – tão alucinados de ódio ao ministro, que chegam a tentar denegrI-lo usando de atitudes baixíssimas, com até mesmo manifestações de opiniões que contém colocações com sutis caracteres de discriminação social e racial, ainda que de maneiras bem “veladas”, ou bem “camufladas”.
Por exemplo: questionam o porquê de Joaquim Barbosa tratar de sua saúde na Alemanha; o porquê de ele ter adquirido um apartamento em Miami; ou então o porquê de ele frequentar Paris já desde algumas décadas atrás.
Afinal, ele é um cidadão sem quaisquer débitos com a justiça brasileira. Além do mais, ele construiu sua carreira, na área jurídica, com seus próprios meios e esforços. E chegou ao cargo de ministro do STF por indicação (consciente e bem fundamentada) do então presidente Lula, na época. Sendo assim, é um brasileiro com todo o direito até mesmo para frequentar cidades do exterior. Por que não?
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