A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que a família de Juliane foi incumbida de relatar a ela sobre a morte da filha, Ana Clara, de 6 anos, que teve 95% do corpo queimados no ataque.
“Foi difícil, mas Deus é bom e eu estou aqui, eu sou a prova de que Deus existe”, disse Juliane ao deixar o hospital, sem saber da morte da filha. Juliane foi tratada no Distrito Federal a pedido da família, já que o Hran é considerado um hospital de referência no tratamento de queimados.

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