Fausto Macedo e Fernando Gallo
Estadão
A assessoria informou que o advogado Marcelo Nobre, que representa Padilha, protocolou em cartório interpelação solicitando esclarecimentos ao deputado federal André Vargas (sem partido-PR) para que explique “o uso indevido do nome de Alexandre Padilha em mensagem escrita por ele, e interceptada pela Polícia Federal”.
“As medidas são mais uma demonstração da seriedade e da transparência com que Alexandre Padilha tem tratado a questão do envolvimento indevido do seu nome na operação da PF, mesmo sem ter nenhuma acusação ou denúncia contra ele.”
O presidente do PT paulista, Emídio de Souza, afirmou ser “uma excrescência” chamar Padilha para responder sobre um diálogo entre doleiros tratando de cargos no Estado.
O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Maurício Blazeck, disse, em nota “que não conhece nem teve contato com nenhum dos doleiros”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Bem, pedindo permissão para entrar na seara de Luiz Nogueira, Jorge Béja, Humberto Guedes, José Carlos Werneck e tantos outros juristas que frequentam o Blog, é bom esclarecer que interpelação judicial não é processo. E há jurisprudência no Supremo dando conta de que, se houve ofensa não admitida, o prejudicado (Padilha) deveria ingressar logo com a ação principal condenatória, e não com uma simples interpelação, que juridicamente pouco significa nesse tipo de processo. (C.N/Tribuna Da internet .)
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