Bandidos tentavam levar pertences da vítima. Crime aconteceu em Marabá (Foto: Reprodução)
Um
crime com requintes de crueldade praticado por dois homens, um deles
adolescente de 17 anos, abalou o município de Marabá, na região sudeste
do Estado. O sargento da Polícia Militar, lotado no Grupamento Tático do
4º BPM, Manuel Marinho de Sousa Filho foi morto com vários tiros dentro
de sua residência, na rua Fortunato Simplício Costa, no bairro das
Laranjeiras, em Marabá.
O crime esta sendo tratado como
latrocínio e, horas depois, o tenente Bruno Ibiapina, com os soldados
Herivelton e Ronaldo, apresentou Ernandes Ferreira de Lima, de 27 anos,
mais o adolescente de 17 anos como suspeitos de terem matado o policial
militar.
Logo após a descoberta do corpo,
policiais militares passaram a investigar o caso e chegaram até Ernandes
Lima, que informou ter sido o adolescente a última pessoa a estar com o
militar e que acabou apreendido confessando a ação criminosa.
O adolescente disse ao delegado
Vinicius Cardoso das Neves, de plantão na Seccional Urbana de Marabá,
que a morte do policial foi decidida durante uma festa da qual os três
estavam participando. Ernandes Lima teria dito para o jovem “apagar” o
sargento para roubar joias, dinheiro e as armas que tinha em casa.
Ernandes ainda ensinou como praticar o
crime, dizendo que o adolescente deveria encostar a arma na cabeça do
policial para abafar o som e que, após seguir à risca a ordem de
Ernandes, este entrou na casa roubando três armas, joias, cheques e
dinheiro, que foram repassados a uma terceira pessoa conhecida por
“Quim”.
Com a descoberta do corpo, a Polícia
Militar chegou aos criminosos com base em informações de testemunhas,
que viram o policial em companhia dos assassinos, convidados para ir até
a casa do sargento já com o plano em ação, ou seja, um crime
premeditado.
O corpo do sargento Manuel Marinho de
Sousa Filho foi encontrado na manhã de sábado (5) e, em seguida, foi
feito o registro da ocorrência, além da remoção do corpo pelo Instituto
de Criminalística. Os suspeitos deverão responder por transgredirem o
artigo 121 caput do Código Penal Brasileiro.
(Diário do Pará)
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