O Estado de S. Paulo
Anteriormente, a candidata havia esclarecido que não estaria em palanques do PT e do PSDB sem citar casos de outras legendas, como o PMDB. “Alguns palanques que foram feitos, como no caso do Mato Grosso e outras realidades, a coordenação da campanha ainda vai se reunir. O certo é que Beto (Albuquerque, candidato a vice) irá suprir a presença de Eduardo junto àquelas candidaturas”, disse.
PRODUTIVIDADE NO CAMPO
Marina disse que nem todos os segmentos do agronegócio veem como ameaça à relação entre ecologia e economia. “Não trato o agronegócio de forma homogênea”, afirmou ao ser questionada sobre a resistência do setor à sua candidatura.
A candidata ressaltou a importância do incentivo ao aumento da produtividade no campo, em especial com o uso de novas tecnologias. Ela citou a Embrapa como motor de inovação no agronegócio. “O que queremos é apoiar a agricultura, o aumento da produção pelo aumento da produtividade”, disse, durante entrevista coletiva no comitê nacional de campanha em São Paulo.
A candidata afirmou que setores econômicos que não doavam para a sua campanha nas eleições de 2010 continuam barrados de fazer contribuições, casos da indústria bélica e do tabaco. “A nossa ideia é passar a mensagem da promoção da saúde e da paz”, afirmou.
Segundo Marina, já estava acordado com o PSB não receber doações desses dois setores. Já no caso da indústria de bebidas alcoólicas, a candidata disse que gostaria de manter o veto também a esse setor, mas afirmou que a questão ainda precisa ser tratada com o PSB.
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