sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Procurador quer saber se dinheiro preso em São Raimundo erá mesmo para as eleições

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  • dinheiro-sao-raimundo-nonato_(2).jpg Foto: Divulgação
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O procurador regional eleitoral Kelston Pinheiro Lages comentou a apreensão de R$ 11 mil feita na noite de ontem (2) em São Raimundo Nonato, 517 quilômetros ao Sul de Teresina (PI). O representante do Ministério Público criticou o fato dos dois ocupantes do veículo terem usado o direito de ficarem em silêncio durante depoimento. 
"Quem está fazendo a coisa certa não se cala. Pelo contrário, ela quer se explicar. Foram encontrados R$ 11 mil em cédulas de 50 reais e isso é típico de quem quer comprar voto. Recebemos até informações de que o dinheiro seria distribuído em cinco municípios do Sul do Estado", disse Kelston Lages na manhã desta sexta-feira (3), antes da sessão no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI).
"A polícia está investigando e queremos que os fatos sejam esclarecidos, pois não é razoável as pessoas transportarem tanto dinheiro na véspera de uma eleição, escondido dentro do carro", acrescentou o procurador, que aguarda o avanço das investigações e lembrou que os celulares dos dois detidos já foram apreendidos, para se saber se houve comunicação com alguém envolvido em campanha eleitoral. 
Wilson Filho/Cidade Verde
Kelston Lages ainda citou a apreensão de R$ 180 mil ocorrida em setembro em Barreiras (BA). O dinheiro estava em poder de um assessor do senador Wellington Dias (PT), que disputa a eleição para governador. 
"Vamos tentar saber se há uma relação entre este caso e o dos R$ 180 mil. Infelizmente, a compra de votos está impregnada à política do Estado", finalizou o procurador

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