Depois de décadas denunciando “as mentiras” de setores da imprensa
que o acusam de ser um partido com tentações totalitárias, o PT
finalmente mostrou quem estava com a razão. Nesta semana o partido
divulgou um texto que confessa uma estratégia voltada para a hegemonia.
Ou seja: apenas eles e mais ninguém no comando. Se isso não significa
uma forte queda pelo totalitarismo…
O texto, que pode ser lido AQUI, traz em um de seus trechos a seguinte afirmação:
Vocês se lembram da conversa fiada de “país dividido” que tomou o Brasil após as eleições? De como uns e outros acusavam o PSDB e a oposição de dividir o país? Pois bem, leiam isso aqui:
Mais, o pior é a tal da “nostalgia da ditadura militar”. Ali, naquele trecho, o PT mostra ser um partido que tem sua o DNA da mentira e da perversidade. Ali, naquele trechinho pequeno, está a brigado todo o universo de ruindade do petismo.
Não é novidade para aqueles que conhecem o mínimo de história do Brasil que José Serra quase foi assassinado pelo Regime Militar. Não é novidade que Aloysio Nunes, candidato a vice na chapa de Aécio, foi de um grupo armado que combateu os militares e, segundo alguns testemunhos, era homem de confiança de Carlos Marighela (um dos grandes ícones dos revoltosos). E também não é novidade que Fernando Henrique Cardoso fugiu do Brasil por causa do golpe de 1964. E, para finalizar, o avô de Aécio Neves, Tancredo, foi um dos grandes articuladores do movimento que resultou na queda do Regime Militar.
Mas, apesar disso, apesar de tudo isso, o PT teve a audácia de divulgar um documento oficial em que acusa um partido, chefiado por pessoas que sofreram perseguição no Regime Militar, de sentirem saudade do… regime militar.
Finalizo com um trecho de Gramsci que foi citado por Reinaldo Azevedo e termino com o comentário dele sobre o mesmo tema.
Mensalão, aloprados, roubalheira na Petrobras??? Aumentam o poder do partido? Então são virtudes.
E o PT dá o caminho da sua busca pela ditadura perfeita. Está lá na resolução:
– reforma política, precedida de um plebiscito, através de uma Constituinte exclusiva;
– democracia na comunicação, com uma Lei da Mídia Democrática — isso quer dizer “censura”;
– retomada do projeto que entrega a administração federal a conselhos populares.
A resolução do PT retira a máscara do segundo governo Dilma e deixa claro que aqueles que embarcarem nessa conversa estarão pondo a corda no próprio pescoço. Assim, tudo o que os políticos comprometidos com a democracia representativa puderem fazer para que os petistas não assumam o comando da Câmara deve ser feito.
Para encerrar, observo: não se iludam os líderes do PMDB. O partido está na mira da “revolução cultural” petista, cuja hegemonia, obviamente, só poderia ser conseguida com a destruição da legenda aliada.
Espalhem o texto. Agora não há mais disfarce. É projeto ditatorial mesmo! Mas não vão conseguir.
PS: Aí o idiota diz: “O Reinaldo acha que o PT é comunista!”. Não! Eu não acho! Quando vejo Lula e Zé Dirceu, penso em outros tipos… Em comunistas, não! Nunca disse que o PT é comunista. Digo que é autoritário com pretensões totalitárias. Isso, eu digo.( Do Blog do Linhares/JP)
O texto, que pode ser lido AQUI, traz em um de seus trechos a seguinte afirmação:
É urgente construir hegemonia na sociedade, promover reformas estruturais, com destaque para a reforma política e a democratização da mídia.Aí está a prova simples e inquestionável de que o PT já sabe que a próxima eleição será mais difícil e que a possibilidade de derrota será bem maior. O que fazer se a democracia não serve mais? Ora, descarte-a e busque outros meios. Está lá, em um documento oficial do PT, escrito e mais cristalino que o ar: o PT irá promover “reformas” que garantam a hegemonia do partido.
Vocês se lembram da conversa fiada de “país dividido” que tomou o Brasil após as eleições? De como uns e outros acusavam o PSDB e a oposição de dividir o país? Pois bem, leiam isso aqui:
A oposição, encabeçada por Aécio Neves, além de representar o retrocesso neoliberal, incorreu nas piores práticas políticas: o machismo, o racismo, o preconceito, o ódio, a intolerância, a nostalgia da ditadura militar.Mais de 51 milhões de pessoas votaram em Aécio Neves. E para o PT, de acordo com um documento do próprio partido, esse mundaréu de gente optou no racismo, no machismo, no ódio e na intolerância.
Mais, o pior é a tal da “nostalgia da ditadura militar”. Ali, naquele trecho, o PT mostra ser um partido que tem sua o DNA da mentira e da perversidade. Ali, naquele trechinho pequeno, está a brigado todo o universo de ruindade do petismo.
Não é novidade para aqueles que conhecem o mínimo de história do Brasil que José Serra quase foi assassinado pelo Regime Militar. Não é novidade que Aloysio Nunes, candidato a vice na chapa de Aécio, foi de um grupo armado que combateu os militares e, segundo alguns testemunhos, era homem de confiança de Carlos Marighela (um dos grandes ícones dos revoltosos). E também não é novidade que Fernando Henrique Cardoso fugiu do Brasil por causa do golpe de 1964. E, para finalizar, o avô de Aécio Neves, Tancredo, foi um dos grandes articuladores do movimento que resultou na queda do Regime Militar.
Mas, apesar disso, apesar de tudo isso, o PT teve a audácia de divulgar um documento oficial em que acusa um partido, chefiado por pessoas que sofreram perseguição no Regime Militar, de sentirem saudade do… regime militar.
Finalizo com um trecho de Gramsci que foi citado por Reinaldo Azevedo e termino com o comentário dele sobre o mesmo tema.
O Moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que seu desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar o seu poder ou para opor-se a ele. O Moderno Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume. GramsciEntenderam? A revolução cultural gramsciana, que conduz à hegemonia, esta que o PT agora diz abertamente querer, faz do “partido” a única verdade possível. Desaparecem os valores e a moral. Será crime o que o partido definir que é crime. Será virtude o que o partido definir que é virtude. Toda ação, diz Gramsci, deve ser analisada apenas segundo um critério: ela serve para aumentar o poder do partido ou para combatê-lo? Se servir para aumentar, não importa o que seja, é bom; se servir para combatê-lo, não importa o que seja, é ruim.
Mensalão, aloprados, roubalheira na Petrobras??? Aumentam o poder do partido? Então são virtudes.
E o PT dá o caminho da sua busca pela ditadura perfeita. Está lá na resolução:
– reforma política, precedida de um plebiscito, através de uma Constituinte exclusiva;
– democracia na comunicação, com uma Lei da Mídia Democrática — isso quer dizer “censura”;
– retomada do projeto que entrega a administração federal a conselhos populares.
A resolução do PT retira a máscara do segundo governo Dilma e deixa claro que aqueles que embarcarem nessa conversa estarão pondo a corda no próprio pescoço. Assim, tudo o que os políticos comprometidos com a democracia representativa puderem fazer para que os petistas não assumam o comando da Câmara deve ser feito.
Para encerrar, observo: não se iludam os líderes do PMDB. O partido está na mira da “revolução cultural” petista, cuja hegemonia, obviamente, só poderia ser conseguida com a destruição da legenda aliada.
Espalhem o texto. Agora não há mais disfarce. É projeto ditatorial mesmo! Mas não vão conseguir.
PS: Aí o idiota diz: “O Reinaldo acha que o PT é comunista!”. Não! Eu não acho! Quando vejo Lula e Zé Dirceu, penso em outros tipos… Em comunistas, não! Nunca disse que o PT é comunista. Digo que é autoritário com pretensões totalitárias. Isso, eu digo.( Do Blog do Linhares/JP)
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