
Os policiais alegam que esta decisão põe em risco sua vida. Eles possuem duas pistolas: uma de cano longo para operações de rua e uma de cano curto para segurança pessoal e investigações sigilosas com manuseio rápido e facilidade de ficar escondida.
“A obrigação do Estado é fornecer uma pistola para o policial. A polícia civil está sem arma e alguns policiais não têm arma. Queremos deixar claro que não estamos desarmando os policiais. Essa é uma decisão provisória. Estamos em processo de aquisição de 1.500 novas armas e munição. O problema é que este um processo demorado”, justificou.

Segundo Riedel, a portaria vai atingir cerca de 45 policiais e, atualmente, 15 peritos estão trabalhando sem arma e em torno de cem policiais que entraram no ano passado estão atuando com revólver. (Cidadeverde)
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