É isso mesmo que você leu! O movimento #BlackLivesMatter, um dos expoentes dos chamados “movimentos negros norte americanos” deu esta diretiva a seus seguidores: Mate uma pessoa branca, pendure em uma árvore e poste a foto na internet. Oito horas depois Vester Lee Flanagan matou a jornalista Alison Parker e e o cinegrafista Adam Ward e postou o vídeo na internet.
O crime está sendo tratado apenas como uma “loucura” pela mídia internacional. Se fosse um branco o maluco, tudo seria uma questão de racismo. É essa incitação do ódio entre brancos e negros, alimentada pela tese imbecil de que brancos de hoje são responsáveis pelos erros de brancos do passado, que sedimenta o terreno do ódio no mundo.
Vester Lee fez absolutamente o que os “manos” do #BlackLivesMatter pediram: matou e postou na internet. O assassino também publicou um manifesto e confessou que suas vítimas foram escolhidas como justificativa para as 9 pessoas que perderam suas vidas no início deste ano na igreja de Charleston por outro maluco, só que branco.
Coincidência? NUNCA!
Os ativistas #BlackLivesMatter já percorreram um longo caminho e ganham muitos adeptos nos últimos tempos. Hoje nos EUA, apesar do silêncio da midia, vídeo em que brancos e negros se degladiam são comuns. Tanto do lado dos idiotas racistas brancos quanto dos cretinos racistas negros. Inicialmente este grupo iniciou suas atividades co pequenos vídeos em que ativistas negros limpavam suas bundas com a bandeira dos EUA. Mas, a coisa está indo além: o grupo agora está chamando abertamente pelo assassinato de brancos, policiais, e qualquer outra pessoa que os atravessar.
“Quando esses filhos da puta estão sós é quando devemos matá-los. Devemos arregaçar. Encontre uma filha da puta sozinha. Mate-a e então a enforque em uma maldita árvore. Tire uma foto e envie para outros filhos da puta”.
O silêncio da mídia mundial, que costuma a ficar maluca quando brancos propõe este tipo de barbárie sem sentindo, o grupo já foi alvo de investigações paralelas que apontaram, entre outras coisas, planos de genocídio em massa de toda a raça branca. Os líderes do grupo discutiram planos para envenenar água e alimentos de áreas consideradas “brancas” e outras bizarrices.
Os líderes do grupo à esquerda para a direita: Carol “Sunshine” Sullivan, Nocturnus Libertus (Serra McGrone), Palmentto Star, e Malcom Jamahl Whitehead.
Agora, a pergunta que não quer calar: e se um grupo de imbecis brancos tivesse feito um programa de rádio oito horas antes do caso da igreja em Virgínia e tivesse proposto aos seus ouvintes que invadissem igrejas e matassem negros?
Iriam saber até em Marte, meus amigos.