Desemprego assola população brasileira
Desemprego assola população brasileira
O Brasil demorou 10 anos para ser saneado e limpo economicamente. Começou com Itamar e foi consolidada por Fernando Henrique a reforma econômica que frutificou no bom desempenho da economia nos primeiros mandatos do PT. Após 12 anos e muita incompetência somada a roubalheira, parece que a coisa piorou. A taxa de desemprego no Brasil atingiu 8,3% no segundo trimestre deste ano, maior patamar da série histórica iniciada em 2012, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No primeiro trimestre do ano a taxa havia ficado em 7,9%, e no segundo, em 6,8%.
A população desocupada do Brasil subiu 5,3% frente ao primeiro trimestre para 8,4 milhões de pessoas. Já na comparação com o segundo trimestre do ano passado, a alta foi de 23,5%. Já a população ocupada foi estimada em 92,2 milhões, e ficou estável frente ao trimestre imediatamente anterior e na comparação com o 2º trimestre de 2014.
No recorte regional, a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa de desocupação no segundo trimestre, de 10,3%. Já a menor foi registrada pela região Sul (5,5%). 4, No Norte a taxa ficou em 8,5%, no Sudeste, em 8,3% e no Centro-Oeste, em 7,4%. Entre as unidades da federação, a Bahia teve a maior taxa (12,7%) e Santa Catarina, a menor (3,9%).
A Pnad Contínua utiliza uma metodologia de cálculo e abrangência diferente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). A ideia é que a Pnad substitua a PME por melhor interpretar o ambiente econômico. A PME leva em consideração dados apurados apenas em seis regiões metropolitanas do país. Na Pnad, são investigados 3.464 municípios e aproximadamente 210 mil domicílios em um trimestre.