
O Corpo de Bombeiros do Rio apura um caso escandaloso ocorrido dentro do hospital da corporação, que fica no bairro do Rio Comprido, na Zona Norte da capital. A corporação instaurou um inquérito para apurar um crime sexual e encontrou indícios de “pederastia ou outro ato de libidinagem” praticados por um subtenente, conforme informou sua assessoria de imprensa ao EXTRA. A acusação contra o oficial foi feita por um cabo. Após a conclusão do inquérito, ele será enviado à Auditoria Militar. Se condenado, o subtenente pode pegar uma pena que varia entre seis meses e dez anos de prisão.
O escândalo foi revelado pelo jornal “O Dia”. O crime teria acontecido no dia 14 de novembro do ano passado. O subtenente é acusado de ter praticado sexo oral no cabo, sem o consentimento do subordinado, num quarto do Hospital Central Aristarcho Pessoa. A vítima alega que se recuperava de um mal-estar quando o oficial entrou no quartou e cometeu o abuso. Já o subtenente sustenta que o ato ocorreu com o consentimento do subordinado.
A íntegra da nota do Corpo de Bombeiros:
"O inquérito apontou indícios de cometimento de crime de "pederastia ou outro ato de libidinagem" por parte do subtenente. Entretanto, o julgamento dos militares é feito pela Auditoria de Justiça Militar, que recebe o Inquérito realizado pela corporação".
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