quarta-feira, 6 de abril de 2016

Entrevistas de ministros do STF depõem contra credibilidade do Judiciário


 


O posicionamento contra e a favor do impeachment da presidente Dilma, da ação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Partido dos Trabalhadores nas sucessivas entrevistas de ministros do Supremo Tribunal Federal a emissoras de TV colocam em xeque a credibilidade do único Poder constituído que ainda tem a confiança do povo brasileiro.
O alerta é do deputado Robert Rios, que apelou hoje (6), da tribuna da Assembleia Legislativa, para que os ministro parem de dar entrevista e só se pronunciem nos autos dos processos sob suas responsabilidades. “Voltem ao recato 
Antes, Rios lembrou que foi um dos primeiros a defender a realização de eleições gerais, ainda no ano passado, porque entende que essa é a única saída para a crise vivida no país por conta da instabilidade política e financeira, provada pelos sucessivos escândalos descobertos envolvendo o Executivo e o Legislativo,  empresas e pessoas ligadas a esquemas de corrupção.
“Não podemos continuar com o país dividido, tão dividido que no Supremo (Tribunal Federal), que deveria ser a reserva moral da Justiça, onde temos um líder da oposição, nomeado pelo Fernando Henrique Cardoso, que vota contra tudo que vem do PT, Dilma e Lula, e um outro ministro que defende o governo na televisão, inclusive faz campanha para nomear a filha desembargadora federal”, denunciou o deputado.
Antes, prosseguiu Robert Rios, os ministro do STF se manifestavam no autos. “Hoje, sempre os mesmos, vivem nas televisões, não saem da mídia. Infelizmente, nem todos os ministros se comportam com o mesmo recato. Precisamos de um Supremo que resguarde a Constituição Federal, que seja a trincheira em defesa do cidadão. A crise que acabou com a imagem dos políticos e do governo e agora tenta entrar no Judiciário. O Supremo não pode deixar se contaminar pela crise”.
O deputado Evaldo Gomes (PTC), em aparte, ressaltou que todos têm uma parcela de culpa pela instabilidade instalada no país. E cada um deve fazer o sacrifício para acabar com a crise. “Nesse momento, é necessário coibir os vícios em todos os poderes”.
Rios insistiu que somente as eleições gerais podem ouvir o Brasil. “É o sacrifício de cada um para acabar com a crise. E a última coisa que o Brasil precisa, nesse momento, é que o Judiciário perca o prumoi,  a independência e a credibilidade dos brasileiros, mas deixo aqui minha fé e minha crença nos magistrados”.    
   
O posicionamento contra e a favor do impeachment da presidente Dilma, da ação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Partido dos Trabalhadores nas sucessivas entrevistas de ministros do Supremo Tribunal Federal a emissoras de TV colocam em xeque a credibilidade do único Poder constituído que ainda tem a confiança do povo brasileiro. O alerta é do deputado Robert Rios, que apelou hoje (6), da tribuna da Assembleia Legislativa, para que os ministro parem de dar entrevista e só se pronunciem nos autos dos processos sob suas responsabilidades.

Antes, Rios lembrou que foi um dos primeiros a defender a realização de eleições gerais, ainda no ano passado, porque entende que essa é a única saída para a crise vivida no país por conta da instabilidade política e financeira, provada pelos sucessivos escândalos descobertos envolvendo o Executivo e o Legislativo, empresas e pessoas ligadas a esquemas de corrupção.

“Não podemos continuar com o país dividido, tão dividido que no Supremo (Tribunal Federal), que deveria ser a reserva moral da Justiça, onde temos um líder da oposição, nomeado pelo Fernando Henrique Cardoso, que vota contra tudo que vem do PT, Dilma e Lula, e um outro ministro que defende o governo na televisão, inclusive faz campanha para nomear a filha desembargadora federal”, denunciou o deputado.

"Antes - prosseguiu Robert Rios -, os ministro do STF se manifestavam no autos. Hoje, sempre os mesmos, vivem nas televisões, não saem da mídia. Infelizmente, nem todos os ministros se comportam com o mesmo recato. Precisamos de um Supremo que resguarde a Constituição Federal, que seja a trincheira em defesa do cidadão. A crise que acabou com a imagem dos políticos e do governo e agora tenta entrar no Judiciário. O Supremo não pode deixar se contaminar pela crise”.

O deputado Evaldo Gomes (PTC), em aparte, ressaltou que todos têm uma parcela de culpa pela instabilidade instalada no país. E cada um deve fazer o sacrifício para acabar com a crise. “Nesse momento, é necessário coibir os vícios em todos os poderes”.

Rios insistiu que somente as eleições gerais podem ouvir o Brasil. “É o sacrifício de cada um para acabar com a crise. E a última coisa que o Brasil precisa, nesse momento, é que o Judiciário perca o prumoi,  a independência e a credibilidade dos brasileiros, mas deixo aqui minha fé e minha crença nos magistrados”.

Texto: Paulo Pincel
Foto: Caio Bruno
Edição: Katya DAngelles /Alepi     

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