A atriz denunciou o empresário por agressões e recebeu apoio da filha, Yasmin Brunet



A Justição de São Paulo determinou que o empresário Lírio Parisotto não pode se aproximar da atriz e ex-modelo Luiza Brunet. O Ministério Público usou a Lei Maria da Penha para solicitar à Justiça medidas de proteção a Brunet depois que a atriz prestou depoimento a um promotor na última quarta-feira (28) acusando o ex-companheiro de violência doméstica.
Segundo a atriz, a agressão ocorreu na madrugada do dia 21 de maio, no apartamento dele, no Plaza Residence, em Nova York. Logo depois que chegou dos Estados Unidos, Luiza Brunet recebeu atendimento médico em São Paulo. Luiza diz que ele a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas dela.
No dia seguinte, ela pegou um voo direto para o Brasil. Logo depois que chegou dos Estados Unidos, Luiza Brunet recebeu atendimento médico em São Paulo. Os exames foram entregues ao Instituto Médico Legal, onde a atriz esteve para fazer corpo de delito. “É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente”, afirmou ao colunista Ancelmo Gois.
Reações
Em entrevista ao site de notícias EGO, a filha de Luiza Brunet, Yasmin Brunet, comentou a declaração da mãe. "Orgulho-me de minha mãe e enalteço a coragem que ela demonstra na luta pelos direitos da mulher. Peço licença para não me pronunciar sobre fatos que estejam sob o segredo de Justiça", disse a atriz e modelo.
O empresário Lírio Parisotto divulgou nota nessa sexta (1°), onde não comentava diretamente as acusações de Luiza Brunet. “Neste momento, venho a público lamentar que versões distorcidas sobre um episódio ocorrido na intimidade estejam sendo divulgadas como única expressão da verdade”, afirma na nota. Contudo, em sua conta pessoal na rede social Instagram, Parisotto foi mais incisivo.
“Amigos, peço um pouco de paciência a respeito de algumas informações que estão circulando nas diversas mídias. Nunca na vida agredi homem, muito menos mulher, que respeito muito, quem me conhece sabe. Isso não me tira o direito de me defender de tentativas de agressão através de tapas, chutes, mordidas, unhadas etc. Tento me defender através da imobilização. Se o caso for para a Justiça, será lá que será esclarecida a verdade. Muita paz para as pessoas do bem. Por fim, este é um canal de comunicação com pessoas que aceitei me seguirem. Agradeço a compreensão. É, a vida segue’’, defendeu-se.
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