A homologação ainda não foi liberada pelo TCE
Na guerra de bastidores em torno dos R$1,7 bilhão para a subconcessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em Teresina, as empresas estão jogando duro, umas contras as outras. Até a abertura da licitação, ganha pela Aegea, denunciaram que uma das concorrentes, o Consórcio Poti, pertencia ao Grupo Odebrecht, investigada pela Lava Jato. Já agora, o alvo é a Águas do Brasil, classificada em segundo lugar, por envolvimento com empresas também envolvidas na Lava Jato.
O concorrente está passando informações às redações de Teresina, de que a Águas do Brasil integra um pool de empresas, Queiroz Galvão Participações, Carioca Engenharia, Construtora Cowan e Trana Participações (New Water), entre as quais, duas, a Queiroz e a Carioca, são investigadas pela Força Tarefa da Operação Lava Jato.
A Águas do Brasil, classificada em segundo lugar na licitação da Agespisa em Teresina, tem questionado junto ao Tribunal de Contas os critérios utilizados pela Comissão Especial de Licitação (CEL), que deu como ganhadora a Aegea.
Em seu site oficial, a própria Águas do Brasil, revela que possui parcerias com as referidas empresas citadas.
Veja abaixo:
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