segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Franzé defende a instalação da rede de distribuição de água e energia em áreas não regularizadas

 


O deputado Franzé Silva (PT) lançou hoje (5) a proposta para que uma lei autorizandoa empresa Águas de Teresina a realizar ligações nas residências que estão em áreas ainda não regularizadas seja apresentada. A ideia do deputado foi um dos encaminhamentos da audiência pública, realizada para debater  o trabalho da empresa, que é hoje a subconcessionária dos serviços de abastecimento e saneamento em Teresina.
Franzé ressaltou a Aegea entrou em operação na capital em 7 de julho de 2017 e já se percebe alguns pontos de melhoria. "Mas me preocupam dois dos  três indicadores apresentados aqui nesta audiência, o da universalização e dos investidos",citou o deputado. Segundo o parlamentar a cidade de Teresina  possui  hoje 278 áreas irregulares, dados de levantamento da própria Prefeirura. "Quase 15% da população vive esta situação de abastecimento irregular e me preocupa a questão de que não se pode ficar  somente preso ao indicador das águas regulares, fazendo a ligação e atuando no serviço somente das áreas regularizadas", explicou.  Uma saída, segundo ele, seria aprovação de lei que autorizasse a Águas de Teresina a fazer estas instalações. A preocupação do deputado é que pelo menos  100 mil pessoas podem ficar sem abastecimento regular.  "Vamos debater uma lei que permita as instalações provisórias tanto da Aegea como Cepisa Equatorial",registrou. Em relação aos investimentos, o deputado disse que eles devem ser registrados como patrimônio da Agespisa. Segundo o representante da Agespisa, até o momento este montante de patrimônio investido que é incorporado pela Agespisa foi de R$ 17 milhões.  Quanto a este ponto o diretor da Águas de Teresina,Cleyson Jacobini, disse que todo o investimento feito pela Águas de Teresina são para o município. E a respeito das áreas não regularizadas,Jacobini,informpou que duas áreas já foram autorizadas pela Prefeitura e que a empresa também está atenta a este problema. "Estamos trabalhando neste problema,mas não podemos simplesmente chegar nestas áreas e instalar, mas estamos sim preocupados com essa questão e a medida que  prefeitura for nos autorizando faremos",explicou.Também se manifestou sobre os mesmos pontos e adicionou a questão no interior do Estado, o deputado Francisco Costa (PT). "Temos sim que pautar este debate",acrescentou. Segundo o deputado na ETA Sul os investimentos foram feitos e considerou esta como uma meta cumprida. De acordo com o petista o acompanhamento dos investimentos competem a Agespisa e a Agência Reguladora de Teresina, ambas com a função de fiscalizar o cumprimento das metas. Deputados avaliam trablho da empresa e resultados da audiência Os deputado Magalhães  (PT), Francisco Costa (PT) e a deputada Elisangela Moura (PCdoB) também se manifestaram ao final da audiência reforçando algus dos pontos citados pelo deputado Franzé. Segundo Magalhães os casos da região da Santa Maria da Codipe e Grande Irmã Dulce,zonas norte e sul da capital, podem ser dados como exemplo de mudanças. "Muita coisa melhorou sim, não se pode negar, mas ainda tem muito o que ser feito. Algumas metas estão cumpridas a gente não pode negar alguns fatos",acrescentou.Na avaliação do deputado Francisco Limma (PT) ,autor do requerimento, a audiência foi proveitosa e mostrou que algumas metas já foram alcançadas e que a partir de agora a Assembleia, através da Comissão de Defeasa do Consumidor, deve acompanhar mais de perto o trabalho e os investimentos da empresa e cobrar da Agência Reguladora de Teresina este acompanhamenro. "A gente percebe de fato uma melhoria no atendimento, a gente precisa é ter dados de como era antes para fazer esse comparativo", acrescentou.
O deputado Franzé Silva (PT) lançou hoje (5) a proposta para que uma lei autorizandoa empresa Águas de Teresina a realizar ligações nas residências que estão em áreas ainda não regularizadas seja apresentada. A ideia do deputado foi um dos encaminhamentos da audiência pública, realizada para debater  o trabalho da empresa, que é hoje a subconcessionária dos serviços de abastecimento e saneamento em Teresina. Franzé Silva ressaltou a Aegea entrou em operação na capital em 7 de julho de 2017 e já se percebe alguns pontos de melhoria. "Mas me preocupam dois dos  três indicadores apresentados aqui nesta audiência, o da universalização e dos investidos",citou o deputado. Segundo o parlamentar a cidade de Teresina  possui  hoje 278 áreas irregulares, dados de levantamento da própria Prefeitura.
"Quase 15% da população vive esta situação de abastecimento irregular e me preocupa a questão de que não se pode ficar  somente preso ao indicador das águas regulares, fazendo a ligação e atuando no serviço somente das áreas regularizadas", explicou. 
Uma saída, segundo ele, seria aprovação de lei que autorizasse a Águas de Teresina a fazer estas instalações. A preocupação do deputado é que pelo menos  100 mil pessoas podem ficar sem abastecimento regular. 
"Vamos debater uma lei que permita as instalações provisórias tanto da Aegea como Cepisa Equatorial",registrou. Em relação aos investimentos, o deputado disse que eles devem ser registrados como patrimônio da Agespisa.
Segundo o representante da Agespisa, até o momento este montante de patrimônio investido que é incorporado pela Agespisa foi de R$ 17 milhões.  Quanto a este ponto o diretor da Águas de Teresina,Cleyson Jacobini, disse que todo o investimento feito pela Águas de Teresina são para o município. E a respeito das áreas não regularizadas,Jacobini,informpou que duas áreas já foram autorizadas pela Prefeitura e que a empresa também está atenta a este problema.
"Estamos trabalhando neste problema,mas não podemos simplesmente chegar nestas áreas e instalar, mas estamos sim preocupados com essa questão e a medida que  prefeitura for nos autorizando faremos",explicou.
Também se manifestou sobre os mesmos pontos e adicionou a questão no interior do Estado, o deputado Francisco Costa (PT). "Temos sim que pautar este debate",acrescentou. Segundo o deputado na ETA Sul os investimentos foram feitos e considerou esta como uma meta cumprida. De acordo com o petista o acompanhamento dos investimentos competem a Agespisa e a Agência Reguladora de Teresina, ambas com a função de fiscalizar o cumprimento das metas. 
Deputados avaliam trablho da empresa e resultados da audiência 
Os deputado Magalhães  (PT), Francisco Costa (PT) e a deputada Elisangela Moura (PCdoB) também se manifestaram ao final da audiência reforçando algus dos pontos citados pelo deputado Franzé. Segundo Magalhães os casos da região da Santa Maria da Codipe e Grande Irmã Dulce,zonas norte e sul da capital, podem ser dados como exemplo de mudanças.
"Muita coisa melhorou sim, não se pode negar, mas ainda tem muito o que ser feito. Algumas metas estão cumpridas a gente não pode negar alguns fatos",acrescentou.
Na avaliação do deputado Francisco Limma (PT) ,autor do requerimento, a audiência foi proveitosa e mostrou que algumas metas já foram alcançadas e que a partir de agora a Assembleia, através da Comissão de Defeasa do Consumidor, deve acompanhar mais de perto o trabalho e os investimentos da empresa e cobrar da Agência Reguladora de Teresina este acompanhamenro. "A gente percebe de fato uma melhoria no atendimento, a gente precisa é ter dados de como era antes para fazer esse comparativo", acrescentou.
Katya D'Angelles 
O deputado Franzé Silva (PT) lançou hoje (5) a proposta para que seja apresentada uma lei autorizando a empresa Águas de Teresina a realizar ligações nas residências que estão em áreas ainda não regularizadas. A ideia do deputado foi um dos encaminhamentos da audiência pública na manhã desta segunda-feira (5), na sala da CCJ, para debater o trabalho da empresa, que é hoje a subconcessionária dos serviços de abastecimento e saneamento em Teresina.

Franzé ressaltou que a Aegea entrou em operação na capital em 7 de julho de 2017 e já se percebe alguns pontos de melhoria. "Mas me preocupam dois dos três indicadores apresentados aqui nesta audiência: o da universalização e dos investidos", citou o deputado. Segundo o parlamentar, a cidade de Teresina possui hoje 278 áreas irregulares, dados de levantamento da própria Prefeitura.

"Quase 15% da população vive esta situação de abastecimento irregular e me preocupa a questão de que não se pode ficar  somente preso ao indicador das águas regulares, fazendo a ligação e atuando no serviço somente das áreas regularizadas", explicou. Uma saída, segundo ele, seria aprovação de lei que autorizasse a Águas de Teresina a fazer as instalações em áreas ainda não regularizadas. A preocupação do deputado é que pelo menos 100 mil pessoas podem continuar sem abastecimento regular.  "Vamos debater uma lei que permita as instalações provisórias tanto da Aegea como Cepisa Equatorial", registrou.

Em relação aos investimentos, o deputado disse que eles devem ser registrados como patrimônio da Agespisa. Segundo o representante da Agespisa, até o momento este montante de patrimônio investido que é incorporado pela Agespisa foi de R$ 17 milhões.  Quanto a este ponto o diretor da Águas de Teresina,Cleyson Jacobini, disse que todo o investimento feito pela Águas de Teresina são para o município. E a respeito das áreas não regularizadas, Jacobini informpou que duas áreas já foram autorizadas pela Prefeitura e que a empresa também está atenta a este problema. 

"Estamos trabalhando neste problema,mas não podemos simplesmente chegar nestas áreas e instalar, mas estamos sim preocupados com essa questão e a medida que  prefeitura for nos autorizando faremos",explicou.Também se manifestou sobre os mesmos pontos e adicionou a questão no interior do Estado, o deputado Francisco Costa (PT). "Temos sim que pautar este debate", acrescentou.

Segundo o deputado, na ETA Sul os investimentos foram feitos e considerou esta como uma meta cumprida. De acordo com o petista o acompanhamento dos investimentos competem a Agespisa e a Agência Reguladora de Teresina, ambas com a função de fiscalizar o cumprimento das metas.

Deputados avaliam trablho da empresa e resultados da audiência

Os deputado Magalhães (PT), Francisco Costa (PT) e Elisângela Moura (PCdoB) também se manifestaram, ao final da audiência, reforçando algus dos pontos já citados pelo deputado Franzé Silva.

Segundo Magalhães, os casos da região da Santa Maria da Codipe e Irmã Dulce, zonas Norte e Sul da capital, podem ser dados como exemplo de mudanças. "Muita coisa melhorou sim, não se pode negar, mas ainda tem muito o que ser feito. Algumas metas estão cumpridas a gente não pode negar alguns fatos", acrescentou.

Na avaliação do deputado Francisco Limma (PT), autor do requerimento propondo a audiência, o debate foi proveitoso e mostrou que algumas metas já foram alcançadas e que a partir de agora a Assembleia, através da Comissão de Defesa do Consumidor, deve acompanhar mais de perto o trabalho e os investimentos da empresa e cobrar da Agência Reguladora de Teresina este acompanhamenro. "A gente percebe de fato uma melhoria no atendimento, a gente precisa é ter dados de como era antes para fazer esse comparativo", acrescentou.

Katya D'Angelles - 

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