quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Gustavo Neiva lamenta que alunos da Uespi estejam seis meses sem bolsas

 


Segundo  o líder da oposição, os alunos da Uespi estão  há seis meses sem as bolsas que atendem aos alunos mais necessitados. "Já vi aqui um discurso do deputado Limma cobrando as bolsas do Governo Federal e fiz coro, maa também lembrei quw era necessário cobrar do Gocerno do Piauí também que está com suas bolsas sem honrar. Lá está errado e aqui também está errado",acrescentou.Outro dado citado pelo parlame tar foi de que a  empresa de vigilância  da Uespi deixou de receber o pagamento de R$ 30 milhoes.  A empresa já teria nformado que vai retirar os serviços no dia 5 de Outubro.  O deputado disse na tribuna que a informação lhe foi repassada pelos alunos da Universidade.Segundo Neiva, o Governo tem tentado passar à opinião pública a idéia de que a  oposição faz a política do quanto pior melhor. Na tribuna, o parlamentar cobrou obras estruturantes quem foram realizadas com os recursos de R$ 900 milhoes com dinheiro do Finisa. O tema do empréstimo realizado junto ao Banco Brasil Plural voltou ao debate.
O deputado voltou a dizer que o Banco está envolvido nas denúncias da Operação Lava Jato. "Quem diz é o Sindicato doa Bancários que o Banco Brasil Plural roubou os apimentados da Caixa Econômica Federal", afirmou p deputado.  Novamente o deputado cobrou as confirmações de como o Bancp Brasil Plural foi escolhido pelo Governo, dado que segundo ele  não ficou esclarecido na audiência em que o secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, participou para explicar a operação de crédito. "Um agiota que vai sangrar o Estado do Piauí ", alertou o deputado.
Falando ainda de outro tema,os precatórios do Fundef, o deputado disse que a Controladoria da União também já contestou ações dp Governo. "A oposição zela pela obediência das leis e pela correra aplicação dos recursos e a oposição não vai abrir mão disto ",finalizou.O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Gustavo Neiva (PSB), lamentou que os alunos da Uespi estejam há seis meses sem as bolsas que atendem aos mais necessitados.
"Já vi aqui um discurso do deputado Limma cobrando as bolsas do Governo Federal e fiz coro, mas também lembrei que era necessário cobrar do governo do Piauí também, que está com suas bolsas sem honrar. Se lá está errado e aqui também está errado", comparou.
Outro dado citado pelo parlamentar foi de que a  empresa de vigilância da Uespi deixou de receber pagamentos que somam R$ 30 milhões. A empresa já teria informado que vai retirar os terceirizados que fazem os serviços na Uespi no dia 5 de outubro.  O deputado disse na tribuna que a informação lhe foi repassada pelos alunos da instituição.Segundo Neiva, o governo tem tentado passar à opinião pública a idéia de que a oposição faz a política do "quanto pior melhor". Na tribuna, o parlamentar cobrou obras estruturantes quem foram realizadas com os recursos de R$ 900 milhões com dinheiro do Finisa.O tema do empréstimo realizado junto ao Banco Brasil Plural voltou ao debate. O deputado Gustavo Neiva reiterou que o banco está envolvido nas denúncias da Operação Lava Jato. "Quem diz é o Sindicato dos Bancários, que o Banco Brasil Plural roubou os aposentados da Caixa Econômica Federal", lembrou o deputado, que cobrou as confirmações de como o Bancp Brasil Plural foi escolhido pelo governo, dado que, segundo ele, não ficou esclarecido na audiência com o secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, para explicar a operação de crédito.
"Um agiota que vai sangrar o Estado do Piauí ", alertou o deputado. Falando ainda de outro tema - os precatórios do Fundef -, o deputado disse que a Controladoria Geral da União também já contestou ações do governo do Piauí. "A oposição zela pela obediência às leis e pela correra aplicação dos recursos. A oposição não vai abrir mão disto", avisou.

Líder do Governo reitera que o oposição aposta no quanto pior melhor e faz discurso político
O líder do Governo, deputado Limma (PT), em resposta ao orador que o antecedeu, lembrou que a oposição comete equívocos e que somente em duas condições se pode fazer investimentos: com dinheiro em caixa ou com poupança forçada, quando se atrai investimentos com empréstimos.Limma citou São Paulo, Bahia e outros estados que realizaram as mesmas operações de crédito, inclusive renegociaram suas dívidas para ajudar a viabilizar as obras no estados em várias áreas. "Um financiamento para liquidar uma dívida que teria de ser paga em oito anos que vai para 30 anos com juros menores", explicou o deputado.
Em 2003, lembrou Limma, 70% dos recursos que entravam nos cofres do Estado eram de transferências constitucionais. Segundo o deputado, hoje acontece o contrário. Somente 30% são recursos oriundos dessas transferências.Segundo Limma, o governador pediu R$ 1,5 bilhão para investir e a oposição foi contrária, não pela situação dos bancos. "Não posso condenar o Piauí a não pedir autorização para um banco que está sendo investigado. Investigado não é condenado. Quem diz se o banco está apto não é deputado, mas o Banco Central", afirmou.Limma disse ainda que a oposição votou contra porque sabe que 4 mil quilômetros de estradas serão recuperados e isso vai fortalecer o governo e sua base de apoio. "Estão aqui já antecipando as eleições de 2022. E é por isso que a oposição não visita os hospitais de Teresina", citou Limma.

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