Não há nada que justifique a defesa de fundamentalistas e assassinos cruéis que agem mais por instinto sanguinário do que por motivações políticas
- R7 PLANALTO
Marco Antonio Araujo, do R7
O mundo não ficou pior com a morte de Qasem Soleimani
Reprodução/Reuters
Defender terrorismo é estupidez para quem se diz de esquerda. Se não for para quem é de direita, me avisem. Vamos combinar que era só o que faltava, ter que aturar raciocínios simplórios que misturam imperialismo, fundamentalistas, democracia e teocratas.
Em nenhum lugar ou momento da história, terroristas deram alguma contribuição ao que hoje chamamos de humanidade. E por um simples motivo, que ninguém jamais deveria esquecer quando faz discurso soberbamente humanista, mesmo que de araque (não leiam Iraque): terroristas vivem do terror, nada mais.
Terroristas não querem o poder. Quem faz isso é guerrilheiro, os de todas as ideologias (juro, há guerrilheiros reacionários, alguns bem-sucedidos, inclusive). Não há nada que justifique a defesa de gente que age mais por instinto sanguinário do que por razões políticas.
Terroristas nunca são revolucionários. São apenas assassinos, muito cruéis. Terroristas se lixam, desprezam a vida humana, o planeta, o futuro. São todos fanáticos, tementes a algum deus ou ideia improváveis.
Aos esquerdistas de plantão neste início de ano: arrumem um lote de fascistas (autênticos) para carpir ou, sugiro, sejam humildes e parem de defender o indefensável.
O mundo ficou melhor sem Qasem Soleimani.
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